
Latest & Breaking News on Fox News.
A hegemonia do basquete feminino dos Estados Unidos passa por um teste de fogo na fase eliminatória da Copa do Mundo, e a principal dúvida da equipe é o papel de Caitlin Clark, que tem saído do banco de reservas. A seleção americana, que busca o nono ouro olímpico consecutivo e o quinto título mundial seguido, enfrenta nas quartas de final o vencedor do duelo entre Hungria e Japão, na quinta-feira. A equipe não perde uma partida em Olimpíadas ou Copas do Mundo desde 2006 e ostenta uma invencibilidade de 61 jogos nos Jogos Olímpicos e 33 em Mundiais.
Clark, principal estrela da WNBA, teve atuações irregulares na fase de grupos. Na estreia contra a China, saiu do banco para registrar 14 pontos e 11 assistências, sem cometer turnovers, na vitória por 94 a 61. Foi a melhor estreia de uma americana na história da Copa do Mundo, com o maior número de assistências em uma partida de estreia e o primeiro jogo com pelo menos 10 assistências e nenhum erro desde que a FIBA passou a registrar a estatística, em 1994. Na partida seguinte, contra a Itália, Clark passou em branco, errando todas as seis tentativas de arremesso e marcando apenas um ponto, na vitória apertada por 55 a 52. Foi a primeira vez na carreira, entre faculdade e WNBA, que ela não acertou uma cesta. Na última rodada, contra a República Tcheca, ela voltou a contribuir com nove pontos e sete assistências na vitória por 105 a 64.
A técnica Kara Lawson tem utilizado Clark como uma arma vinda do banco, mas a decisão sobre seu tempo de jogo e sua importância ofensiva ganha contornos mais críticos a partir de agora. A equipe americana, que teve seu pior desempenho ofensivo em uma Copa do Mundo desde a introdução da linha de três pontos, em 1984, contra a Itália, precisará de mais consistência para superar adversários que chegam embalados, como França e Bélgica.
Além de Clark, outras duas jovens estrelas também têm saído do banco: Paige Bueckers e Angel Reese. As três, que protagonizaram rivalidades históricas no basquete universitário, agora dividem o vestiário e tentam se adaptar a papéis secundários. Bueckers tem sido a mais regular, com médias de 10,3 pontos por jogo, enquanto Reese contribui com 8,7 pontos e seis rebotes por partida. A química entre elas, porém, ainda é uma incógnita, e o desempenho na reta final do Mundial servirá de termômetro para a próxima geração do basquete americano, que terá os Jogos Olímpicos de 2028 em casa.
O caminho até o título, no entanto, não será fácil. A Hungria não chega às quartas de final há 40 anos, e o Japão não avança desde 1979, mas a partida contra a Itália mostrou que qualquer deslize pode ser fatal. Nas semifinais, os EUA podem cruzar com Espanha ou Austrália, seleções que já demonstraram força no torneio.
Análise WeekNews: A utilização de Caitlin Clark como reserva reflete a profundidade do elenco americano, mas também expõe um dilema: a equipe precisa equilibrar a experiência das veteranas, que construíram a dinastia, com a renovação representada por Clark, Bueckers e Reese. A forma como a comissão técnica administrar esse processo na fase eliminatória pode indicar o caminho que o basquete feminino dos EUA pretende seguir até Los Angeles 2028, quando a pressão por manter a hegemonia será ainda maior diante da torcida local.
Leia mais aqui em inglês: https://www.foxnews.com/outkick-sports/predominant-basketball-dynasty-earth-stake-americas-eyes-turn-caitlin-clarks-role.
Fonte: Fox News.
Latest & Breaking News on Fox News.
2026-09-08 07:33:00


