
Feed Editoria Radioagência Nacional.
O governo do Amazonas terá R$ 14 milhões para executar o plano de ação estadual de combate aos incêndios florestais. A liberação foi confirmada após reunião entre o Governo Federal, o governo amazonense e as Forças Armadas, realizada na tarde de domingo, 18 de outubro, na sede da Suframa, no Distrito Industrial I, em Manaus. O encontro foi coordenado pelo ministro da Justiça e Segurança Pública, Wellington Silva.
Os recursos integram o conjunto de medidas para reforçar o enfrentamento às queimadas e aos efeitos da estiagem no estado. Na mesma reunião, segundo o ministro da Integração e do Desenvolvimento Regional, Waldez Góes, foram apresentados e aprovados cerca de R$ 6,8 milhões destinados a municípios afetados pela estiagem.
Góes informou ainda que há um plano em análise com R$ 68 milhões para ações de resposta à estiagem e R$ 95 milhões para o combate aos incêndios nos municípios. De acordo com o Governo Federal, a execução dos recursos aprovados para os planos apresentados cabe à administração estadual e às prefeituras.
Durante o encontro, foram divulgados os números da atuação do Ibama. Desde o início do ano, o órgão combateu 334 incêndios no Amazonas. Em todo o país, mais de 1.200 incêndios foram enfrentados pelo instituto.
O governador Roberto Cidade pediu colaboração da população, orientando que ninguém ateie fogo em áreas de vegetação e que ocorrências sejam denunciadas aos órgãos competentes. Ele também agradeceu o apoio do governo federal.
A estrutura de combate foi ampliada. O reforço aéreo passou de seis para 11 aeronaves e deverá chegar a 16, com a participação das três Forças Armadas. A operação mobiliza cerca de 5.000 agentes, e o Governo Federal afirmou que poderá disponibilizar até 20 mil homens caso seja necessário reforçar as ações no estado.
Análise WeekNews: O volume de recursos aprovados na reunião — R$ 14 milhões para o plano estadual e R$ 6,8 milhões para municípios atingidos pela estiagem — é inferior aos R$ 68 milhões e aos R$ 95 milhões que seguem em análise para ações de resposta e combate a incêndios. Na prática, a liberação imediata cobre parte do plano apresentado, enquanto a execução dos valores aprovados depende do governo estadual e das prefeituras, conforme informado pelo Governo Federal.
Fonte: Agência Brasil.
