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A Microsoft anunciou nesta segunda-feira que vai cortar cerca de 4.800 postos de trabalho, o equivalente a aproximadamente 2,1% de sua força de trabalho global. A medida faz parte de uma reestruturação que prioriza investimentos em inteligência artificial (IA) e outros objetivos de longo prazo da companhia. As demissões afetarão principalmente as divisões comerciais e de Xbox, segundo comunicado oficial.
A gigante de tecnologia, no entanto, afirma que os cortes não significam que os empregos estão sendo substituídos por IA. Em vez disso, a empresa busca realocar recursos para áreas consideradas estratégicas para o futuro, como o desenvolvimento de soluções baseadas em aprendizado de máquina e automação. A decisão ocorre em meio a um movimento mais amplo no setor, onde empresas como OpenAI, Google e Micron também estão ajustando suas operações para acompanhar a corrida tecnológica.
Na quinta-feira anterior ao anúncio, a OpenAI revelou o ChatGPT Work, uma nova oferta empresarial projetada para automatizar tarefas de escritório em diferentes aplicativos e arquivos. A ferramenta utiliza o popular chatbot para executar funções repetitivas, como agendamento, análise de dados e redação de documentos, intensificando a competição no mercado de automação corporativa.
Enquanto isso, a Google, em parceria com pesquisadores da Universidade da Califórnia em San Diego, está explorando uma abordagem inovadora: transformar smartphones antigos em servidores de nuvem. A ideia é aproveitar o poder de processamento de dispositivos descartados, que muitas vezes ainda são funcionais, para criar uma rede descentralizada de computação, reduzindo o lixo eletrônico e oferecendo alternativas de baixo custo para armazenamento e processamento de dados.
No campo esportivo, a tecnologia também marca presença. Durante uma partida emocionante das eliminatórias da Copa do Mundo FIFA de 2026, Colômbia e Portugal empatavam em 0 a 0 quando, nos acréscimos, Davinson Sánchez, da Colômbia, aproveitou um cruzamento preciso e cabeceou para o fundo das redes portuguesas, garantindo a vitória colombiana. O lance, analisado por sistemas de replay e sensores, destacou o papel da tecnologia na precisão das decisões esportivas.
No varejo, o Taco Bell está expandindo o uso de inteligência artificial em seus drive-thrus. A rede anunciou uma parceria estratégica com uma provedora de voz baseada em IA, que permitirá que os pedidos sejam feitos e processados automaticamente, reduzindo o tempo de espera e aumentando a eficiência. A iniciativa reflete uma tendência crescente de automação no setor de fast-food.
O impacto da IA também se reflete no mercado imobiliário. Na região da Baía de São Francisco, a demanda por casas de luxo disparou, com dezenas de imóveis sendo vendidos por mais de US$ 1 milhão acima do preço pedido. O fenômeno é atribuído ao boom da IA, que atraiu profissionais e empresas de tecnologia para a área, elevando os preços e gerando uma guerra de lances.
Em Oregon, uma nova regra implementada pelo regulador de serviços públicos do estado aumentará as contas de eletricidade de data centers e outros grandes consumidores de energia. A medida, que entra em vigor na quarta-feira, visa subsidiar tarifas mais baixas para os demais clientes, equilibrando os custos do sistema elétrico diante do crescimento acelerado do consumo por infraestrutura de IA.
A Apple, por sua vez, lançou uma atualização de segurança que a empresa descreve como crítica. Diferentemente de patches rotineiros, a companhia alerta que os usuários devem instalar a correção imediatamente, sem adiar, devido à gravidade das vulnerabilidades descobertas. A recomendação surge em um momento em que ciberataques têm se tornado mais frequentes e sofisticados.
Um estudo recente indica que trabalhadores americanos que nunca utilizam inteligência artificial podem ter maior probabilidade de serem demitidos do que aqueles que usam a tecnologia regularmente. Os dados sugerem que a familiaridade com ferramentas de IA está se tornando um diferencial competitivo no mercado de trabalho, à medida que empresas buscam eficiência e inovação.
Por fim, a Micron, gigante da fabricação de chips, anunciou um investimento de US$ 250 bilhões nos Estados Unidos. O CEO Sanjay Mehrotra detalhou o plano como resposta à demanda crescente por armazenamento de memória impulsionada pela inteligência artificial. O montante será aplicado em novas fábricas e pesquisa, consolidando a posição do país na cadeia global de semicondutores.
A Fox News, que compilou essas informações em sua newsletter de IA, continua a cobrir os desdobramentos dessas tendências, oferecendo análises sobre os desafios e oportunidades que a inteligência artificial apresenta para o presente e o futuro.
Leia mais aqui em inglês: https://www.foxnews.com/tech/ai-newsletter-microsoft-cuts-thousands-jobs.
Fonte: Fox News.
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2026-07-10 08:35:00


