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O ex-comandante da Patrulha de Fronteira dos EUA, Greg Bovino, afirmou em entrevista ao programa ‘Tomi Lahren is Fearless’ que não se arrepende das operações agressivas de deportação realizadas durante o governo Trump e que gostaria que tivessem sido ainda mais duras. Bovino, que atuou como comandante-geral da Patrulha de Fronteira, disse que ainda tem ‘gasolina no tanque’ para continuar aplicando políticas migratórias rigorosas e sugeriu que o presidente Donald Trump pode ter sido influenciado por pesquisas de opinião a suavizar sua posição sobre imigração.
A imigração se tornou uma das questões mais importantes da década para os eleitores americanos, e Bovino não poupou críticas às políticas do ex-presidente Joe Biden, que classificou como ‘frouxas’ em relação a deportações e controle de fronteiras. Segundo ele, Trump herdou uma ‘bagunça’ que seus apoiadores pediram que fosse resolvida, e os métodos adotados geraram escrutínio, especialmente da esquerda.
‘Se eu pudesse refazer algo, teria feito uma reunião cara a cara com Trump e cortado aquela equipe que talvez o tenha influenciado com pesquisas e coisas do tipo’, declarou Bovino, sugerindo que assessores teriam moderado o discurso do presidente. A declaração oferece um vislumbre dos bastidores e ajuda a explicar por que houve uma aparente mudança nas operações mais agressivas do ICE (Imigração e Alfândega) no início do ano.
Bovino expressou o desejo de continuar cumprindo o mandato das pessoas que votaram pela adoção de uma postura linha-dura na aplicação das leis de imigração. ‘Eu adoraria ter prendido, ah, não sei, 99 milhões daqueles 100 milhões de imigrantes ilegais que ainda estão aqui’, afirmou.
Apesar de ser uma figura impopular para a esquerda, tendo sofrido assédio de liberais em público, Bovino revelou que a grande maioria de suas interações com o público foi positiva. ‘90% das pessoas dizem: “Posso tirar uma foto com você? Obrigado. Lamentamos o que aconteceu com vocꔑ, contou. ‘Isso me mostra que o que estávamos fazendo era aceito por, como sempre dissemos, 90% do público.’
Sua postura intransigente certamente incomoda algumas pessoas, mas Bovino explica que aplicar a lei não é algo pelo qual se deva pedir desculpas. ‘Sou muito intransigente’, disse a Lahren. ‘Não vou me desculpar por uma missão de aplicação da lei legal, ética, lícita e extremamente necessária.’
A missão ainda tem um longo caminho pela frente, mas Bovino acredita que a próxima geração está pronta para concluí-la. ‘Serão os jovens, a base, cuidado… eles vão vencer essa luta’, concluiu.
A entrevista ocorre em meio a um aumento das ações do ICE, que realizou 10 mil prisões em cinco dias, enquanto a Suprema Corte analisa a questão da cidadania por nascimento. Bovino também comentou sobre a morte de um policial estadual da Pensilvânia, supostamente assassinado por um imigrante haitiano em situação irregular, e criticou a cobertura da mídia sobre os casos de Renee Good e Alex Pretti. Ele elogiou a liderança de Kristi Noem, secretária de Segurança Interna, em contraste com a direção atual do Departamento.
Para Bovino, a dissuasão é fundamental. ‘Não me arrependo de nada’, repetiu. ‘Exceto que gostaria de ter ido ainda mais longe.
Leia mais aqui em inglês: https://www.foxnews.com/outkick-culture/ex-border-patrol-chief-greg-bovino-gets-honest-deportations-tomi-lahren-no-regrets.
Fonte: Fox News.
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2026-07-10 13:15:00


