
World Soccer Talk.
O Paris Saint-Germain enfrenta o Aston Villa na final da Supercopa da UEFA de 2026, e uma das principais ausências do time titular é o atacante Ousmane Dembélé. O jogador francês começa a partida no banco de reservas, com Maghnes Akliouche ocupando sua vaga no trio de ataque ao lado de Désiré Doué e Khvicha Kvaratskhelia.
A decisão de Luis Enrique de não escalar Dembélé desde o início está diretamente ligada à sua condição física. O atacante retornou tarde aos treinos do clube parisiense depois de uma longa campanha com a seleção da França na Copa do Mundo, que terminou com o quarto lugar na competição. Diante disso, o PSG optou por uma postura cautelosa para evitar um desgaste prematuro no começo da temporada.
Segundo informações divulgadas, o clube montou um programa físico e técnico específico para atletas que voltaram de compromissos internacionais em datas diferentes. A recuperação de Dembélé não acompanhou o ritmo do restante do grupo, o que inviabilizou sua inclusão na escalação inicial para a decisão. Apesar disso, o desejo do jogador de atuar na final era evidente.
Relatos indicam que Dembélé estava determinado a participar da partida e chegou a adiantar seu retorno aos treinos na tentativa de estar apto a tempo. No entanto, a palavra final coube a Luis Enrique, que preferiu não correr riscos e optou pela precaução em vez de forçar a presença do atacante.
Dembélé não é o único jogador do PSG nessa situação. O clube tem outros atletas que também retornaram de seleção em cronogramas escalonados, como Bradley Barcola, Fabián Ruiz e Lucas Hernández. Todos eles enfrentam processos de reintegração gradual, o que obriga o treinador espanhol a equilibrar a escalação do time mais forte possível com o risco de sobrecarregar jogadores cansados logo no início da temporada.
No caso de Barcola, a situação ganha um contorno adicional. O atacante passou alguns dias doente e não conseguiu completar todas as sessões de treinamento. Além disso, ele lida com especulações de transferência que o ligam a uma possível mudança para o Liverpool, o que aumenta a complexidade do cenário.
Fabián Ruiz e Lucas Hernández, por sua vez, só voltaram a treinar com o grupo dois dias antes da final. Com tão pouco tempo de preparação, Luis Enrique teve dificuldade para avaliar se algum deles teria condições de atuar na decisão contra o Aston Villa.
A partida, portanto, chega com o PSG tendo que administrar um elenco desfalcado de alguns nomes importantes em termos de ritmo de jogo, mas com a expectativa de que os jogadores que entrarem em campo consigam corresponder à altura do desafio. A decisão sobre Dembélé, em particular, reflete a preocupação do clube em preservar seus atletas em um momento crucial da temporada, mesmo que isso signifique abrir mão de um de seus principais jogadores no time titular.
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Fonte: World Soccer Talk.
World Soccer Talk.
2026-08-12 15:33:00
