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O apresentador da ESPN Pat McAfee afirmou que pretende acionar judicialmente um usuário da rede social X que o acusou de usar uma palavra de conotação racista, depois que ele cumprimentou o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, na terça-feira, antes de se sentar ao lado dele durante os Jogos Patriotas de 2026. A publicação, feita pela conta @financejonE, trazia um vídeo de McAfee ao lado de Trump e questionava se o apresentador usaria o termo “N-word” pelas costas, marcando também o ex-jogador Desmond Howard e o perfil oficial da ESPN.
Em resposta, McAfee classificou a postagem como “grotesca” e “potencialmente passível de processo”, afirmando que sua equipe jurídica analisaria o caso na próxima semana, após o lançamento de seu documentário “The Diary Of A Polarizing Figure”, previsto para sexta-feira. “Isso é grotesco… e potencialmente passível de processo… vamos pedir aos advogados que analisem isso na próxima semana, depois que The Diary Of A Polarizing Figure for lançado na sexta-feira”, escreveu o apresentador em uma citação da publicação original.
A acusação surgiu após McAfee aparecer ao lado do presidente no evento, o que gerou reações negativas de parte do público e da imprensa. O texto original, publicado pelo site OutKick, defende que a associação entre o gesto de McAfee e o suposto uso de um termo racista é “sem sentido” e critica o que chama de “comportamento partidário” de certos setores. O artigo também menciona que, em 2020, a ex-apresentadora da ESPN Jemele Hill afirmou que todos os eleitores de Trump eram racistas, em uma publicação no X.
A coluna argumenta que acusações de racismo não devem ser feitas de forma leviana ou sem provas, e elogia McAfee por reagir à publicação. O texto também pondera sobre as dificuldades legais de um processo por difamação contra um perfil anônimo, mas sugere que a ação poderia identificar o usuário e pressioná-lo financeiramente. “Os usuários da internet não deveriam poder afirmar que alguém usa um insulto racial sem evidências”, escreve o autor.
Além disso, o artigo ressalta que McAfee não fez declarações políticas durante o evento, não endossou políticas de Trump nem atacou oponentes do presidente, e que o apresentador nunca declarou publicamente sua posição política. “Cumprimentar, sentar-se ao lado ou entrevistar o presidente em exercício não é uma declaração política. É um privilégio”, afirma o texto.
A publicação também compara a situação com outros episódios envolvendo figuras da mídia esportiva, como protestos de personalidades da ESPN contra leis de aborto ou descrições de Trump como “supremacista branco”, classificando essas atitudes como “diálogo de má-fé”. O autor conclui que sentar ao lado do presidente em um evento não configura uma declaração política explícita, ao contrário de manifestações públicas sobre temas como aborto ou imigração.
O texto ainda elogia McAfee por não se deixar influenciar por críticos e por seguir seu próprio caminho, destacando que ele atende ao seu público, não aos seus críticos. “É por isso que ele é, possivelmente, a maior estrela da mídia esportiva hoje”, escreve o autor, Bobby Burack.
Até o momento, não há informações sobre se McAfee já entrou com algum processo ou se a conta @financejonE se manifestou sobre a ameaça. O caso segue gerando discussão nas redes sociais, com apoiadores e críticos do apresentador debatendo os limites entre liberdade de expressão e difamação online.
Leia mais aqui em inglês: https://www.foxnews.com/outkick-sports/pat-mcafee-threatens-sue-liberal-troll-falsely-accused-using-n-word-sitting-trump.
Fonte: Fox News.
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2026-08-12 18:16:00

