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	<title>Arquivo de 3% - WeekNews</title>
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	<title>Arquivo de 3% - WeekNews</title>
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		<title>Monitor do PIB aponta alta de 0,5% em agosto e interrompe dois meses de queda</title>
		<link>https://weeknews.online/monitor-do-pib-aponta-alta-de-05-em-agosto-e-interrompe-dois-meses-de-queda/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 19 Oct 2026 15:22:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Fonte da imagem: Agência Brasil A economia brasileira voltou a crescer em agosto, com expansão de 0,5% na comparação com julho, segundo o Monitor do PIB do Instituto Brasileiro de Economia (Ibre) da Fundação Getulio Vargas (FGV), divulgado nesta segunda-feira (19). O resultado interrompe uma sequência de dois meses de recuo: em julho, a atividade havia caído 0,3%, e em junho, 0,9%. No acumulado de 12 meses, o indicador registra alta de 1,8%. Na comparação com agosto do ano passado, o avanço foi de 1,5%. Já no trimestre encerrado em agosto, a FGV aponta crescimento de 1,7% em relação ao mesmo período de 2025. Em valores correntes, o PIB acumulado até agosto é estimado em R$ 9,020 trilhões. O Monitor do PIB é um estudo&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure class="weeknews-ai-media" style="margin:24px 0;max-width:100%;clear:both;"><img loading="lazy" style="max-width:100%;height:auto;display:block;" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/10/dji_20260527115826_0082_d-1024x512.jpg" alt="Monitor do PIB aponta alta de 0,5% em agosto e interrompe dois meses de queda" decoding="async"><figcaption class="weeknews-ai-credit" style="font-size:13px;line-height:1.45;margin-top:8px;color:#666;text-align:center;">Fonte da imagem: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2026-10/economia-cresce-05-em-agosto-apos-dois-meses-de-recuo-estima-fgv" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer">Agência Brasil</a></figcaption></figure>
<p><a style="display:block;" href="https://weeknews.online/" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer"></p>
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<p>A economia brasileira voltou a crescer em agosto, com expansão de 0,5% na comparação com julho, segundo o Monitor do PIB do Instituto Brasileiro de Economia (Ibre) da Fundação Getulio Vargas (FGV), divulgado nesta segunda-feira (19). O resultado interrompe uma sequência de dois meses de recuo: em julho, a atividade havia caído 0,3%, e em junho, 0,9%.</p>
<p>No acumulado de 12 meses, o indicador registra alta de 1,8%. Na comparação com agosto do ano passado, o avanço foi de 1,5%. Já no trimestre encerrado em agosto, a FGV aponta crescimento de 1,7% em relação ao mesmo período de 2025. Em valores correntes, o PIB acumulado até agosto é estimado em R$ 9,020 trilhões.</p>
<p>O Monitor do PIB é um estudo mensal que reúne dados da indústria, do comércio, dos serviços e da agropecuária para estimar o comportamento do Produto Interno Bruto. O indicador funciona como uma prévia do resultado oficial, que é divulgado trimestralmente pelo IBGE.</p>
<p>Segundo a FGV, o desempenho de agosto foi impulsionado pela indústria extrativa e pela continuidade da expansão dos serviços. O economista Claudio Considera, pesquisador associado do Ibre, afirma que, pelo lado da oferta, o resultado refletiu o crescimento da indústria extrativa e a expansão da atividade de serviços. &#8220;Pela ótica da demanda, a despeito da desaceleração do consumo das famílias, atuaram positivamente as exportações e o consumo do governo&#8221;, complementa.</p>
<p>Considera observa ainda que, em um contexto de inflação persistente que obriga uma política monetária contracionista, com juros elevados, &#8220;a economia apresenta capacidade de recuperação&#8221;. No trimestre até agosto, o consumo das famílias cresceu 0,4%, com contribuição principalmente positiva dos produtos duráveis.</p>
<p>O resultado do Monitor do PIB diverge em intensidade de outro termômetro da atividade econômica: o Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-Br), divulgado na sexta-feira (16), que apontou expansão de 0,3% na passagem de julho para agosto e de 1,6% em 12 meses.</p>
<p>As projeções para o fechamento do ano também variam entre instituições. O relatório Focus do Banco Central, divulgado nesta segunda-feira, sinaliza crescimento de 1,83% do PIB em 2026. O Boletim Macrofiscal da Secretaria de Política Econômica do Ministério da Fazenda, de setembro, estima alta de 2%. Na semana passada, o Fundo Monetário Internacional (FMI) projetou expansão de 2,2% para o Brasil neste ano e estimou que o país deve voltar ao posto de oitava maior economia do mundo em 2027.</p>
<p>O resultado oficial do PIB referente ao terceiro trimestre será divulgado pelo IBGE em 2 de dezembro. Na última divulgação, no início de setembro, o instituto mostrou crescimento de 0,5% no segundo trimestre e de 1,9% no acumulado de 12 meses.</p>
<p>Análise WeekNews: A retomada de 0,5% em agosto, após dois meses de queda, indica que a atividade econômica encontrou espaço de recuperação mesmo com juros elevados, sustentada pela indústria extrativa, pelos serviços e pelas exportações. A dispersão entre as projeções para o ano — de 1,83% no Focus a 2,2% no FMI — sugere que o ritmo de crescimento no restante de 2026 ainda é uma incerteza para os analistas, o que torna o resultado oficial do terceiro trimestre, previsto para dezembro, um ponto de referência importante para calibrar essas estimativas.</p>
<p>Fonte: <a href="https://portalibre.fgv.br/system/files/divulgacao/noticias/mat-complementar/2026-10/Monitor" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer">portalibre.fgv.br</a>.</p>

<p>Leia mais aqui em inglês: <a href="https://portalibre.fgv.br/system/files/divulgacao/noticias/mat-complementar/2026-10/Monitor" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer">https://portalibre.fgv.br/system/files/divulgacao/noticias/mat-complementar/2026-10/Monitor</a>.</p>
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		<title>FMI projeta PIB brasileiro em 2,2% em 2026, acima das estimativas do governo e do mercado</title>
		<link>https://weeknews.online/fmi-projeta-pib-brasileiro-em-22-em-2026-acima-das-estimativas-do-governo-e-do-mercado/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 13 Oct 2026 18:26:10 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[3%]]></category>
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		<category><![CDATA[diminuição do crescimento na América Latina]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Fonte da imagem: Agência Brasil O Fundo Monetário Internacional (FMI) estima que a economia brasileira crescerá 2,2% em 2026, segundo o relatório Perspectivas da Economia Mundial, divulgado na noite de segunda-feira (12). Para 2027, a projeção é de avanço de 1,9%. Na edição anterior do estudo, publicada em julho, o FMI previa crescimento de 2,4% em 2026 e de 2,2% em 2027. Apesar do corte na estimativa para este ano, a projeção do Fundo segue acima da expectativa do governo brasileiro. O Boletim Macrofiscal da Secretaria de Política Econômica do Ministério da Fazenda, divulgado em setembro, reduziu a previsão de crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) de 2,3% para 2,0%. Já o Focus, sondagem do Banco Central com instituições do mercado financeiro, aponta avanço de&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure class="weeknews-ai-media" style="margin:24px 0;max-width:100%;clear:both;"><img loading="lazy" style="max-width:100%;height:auto;display:block;" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/10/2022-10-11t134625z_1_lynxmpei9a0r9_rtroptp_4_macro-fmi-latam-1024x512.jpg" alt="FMI projeta PIB brasileiro em 2,2% em 2026, acima das estimativas do governo e do mercado" decoding="async"><figcaption class="weeknews-ai-credit" style="font-size:13px;line-height:1.45;margin-top:8px;color:#666;text-align:center;">Fonte da imagem: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2026-10/fmi-preve-crescimento-de-22-do-pib-do-brasil-em-2026" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer">Agência Brasil</a></figcaption></figure>
<p><a style="display:block;" href="https://weeknews.online/" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer"></p>
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<p>O Fundo Monetário Internacional (FMI) estima que a economia brasileira crescerá 2,2% em 2026, segundo o relatório Perspectivas da Economia Mundial, divulgado na noite de segunda-feira (12). Para 2027, a projeção é de avanço de 1,9%. Na edição anterior do estudo, publicada em julho, o FMI previa crescimento de 2,4% em 2026 e de 2,2% em 2027.</p>
<p>Apesar do corte na estimativa para este ano, a projeção do Fundo segue acima da expectativa do governo brasileiro. O Boletim Macrofiscal da Secretaria de Política Econômica do Ministério da Fazenda, divulgado em setembro, reduziu a previsão de crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) de 2,3% para 2,0%. Já o Focus, sondagem do Banco Central com instituições do mercado financeiro, aponta avanço de 1,85% em 2026 e de 1,40% em 2027.</p>
<p>Segundo os técnicos do FMI, a desaceleração da maior economia da América Latina é explicada por condições monetárias ainda restritivas — os juros altos —, pela retirada de estímulos fiscais e por incertezas internacionais. A taxa Selic, principal instrumento do Banco Central para conter a inflação, está atualmente em 13,75% ao ano, em trajetória descendente iniciada em março de 2026, quando estava em 15% ao ano. Juros mais altos encarecem o crédito e desestimulam o consumo e os investimentos produtivos.</p>
<p>O relatório também traz projeções para a inflação brasileira: 4,4% ao final de 2026 e 4,1% em 2027. Ambas estão dentro da meta do governo, que tolera até 4,5% (3% com margem de 1,5 ponto percentual para mais ou para menos). O Ministério da Fazenda estima inflação de 4,9% em 2026 e 3,8% em 2027, enquanto o Focus projeta 5,22% este ano e 4,30% no próximo. O estudo alerta que diversos países enfrentam riscos de novas pressões inflacionárias provocadas pelo encarecimento internacional da energia e dos alimentos.</p>
<p>No cenário de commodities, o FMI cita o Brasil entre os países que ampliaram a produção de petróleo fora do Golfo Pérsico, ao lado de Cazaquistão, Estados Unidos e Venezuela. O documento lembra que os preços do petróleo oscilam bastante por causa do conflito na região do Estreito de Ormuz, que antes da guerra iniciada no primeiro trimestre era caminho para 20% da produção global de petróleo e derivados. O relatório aponta ainda alta nos preços agrícolas, puxada por cereais e bebidas. No caso do café, houve aumento de 8% entre março e agosto, após fortes chuvas em Minas Gerais que atrasaram a colheita e elevaram as preocupações com a qualidade da safra.</p>
<p>Para o mercado de trabalho, o FMI projeta taxa de desemprego de 6,2% ao final de 2026 e de 6,8% em 2027. O dado interno mais recente, da Pnad Contínua do IBGE, mostra desemprego de 5,3% no trimestre móvel encerrado em agosto, o menor para o período desde 2012, início da série histórica.</p>
<p>Análise WeekNews: as projeções do FMI indicam que o Brasil deve manter crescimento em 2026, ainda que em ritmo menor do que o estimado em julho, em um cenário de juros em queda gradual e inflação dentro da meta. O fato de a projeção do Fundo superar as estimativas do governo e do mercado sugere que a instituição vê a economia brasileira um pouco mais resiliente do que os agentes domésticos, embora o próprio FMI aponte os juros altos e a retirada de estímulos fiscais como fatores de desaceleração.</p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2026-10/fmi-preve-crescimento-de-22-do-pib-do-brasil-em-2026" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer">Agência Brasil</a>.</p>

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		<title>Dólar sobe 0,97% e fecha a R$ 5,224 com tensão no Oriente Médio; Ibovespa avança com Petrobras</title>
		<link>https://weeknews.online/dolar-sobe-097-e-fecha-a-r-5224-com-tensao-no-oriente-medio-ibovespa-avanca-com-petrobras/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 01 Oct 2026 22:29:07 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Fonte da imagem: Agência Brasil O dólar comercial encerrou o primeiro pregão de outubro em alta de 0,97%, cotado a R$ 5,224, pressionado pela aversão ao risco no exterior diante das tensões no Oriente Médio e da disparada do petróleo. A moeda chegou a R$ 5,169 na mínima, às 9h40, e atingiu R$ 5,240 na máxima, pouco antes das 14h. No acumulado do ano, a divisa ainda registra queda de 4,83%. O movimento acompanhou a valorização do dólar no mercado internacional. O índice DXY, que mede o desempenho da moeda americana contra uma cesta de seis divisas fortes, subiu 0,58%, aos 102,040 pontos, após alcançar máxima de 102,207. O ambiente externo foi marcado pela preocupação com os efeitos econômicos da guerra no Oriente Médio, e&#8230;</p>
<p class="excerpt-more"><a class="blog-excerpt button" href="https://weeknews.online/dolar-sobe-097-e-fecha-a-r-5224-com-tensao-no-oriente-medio-ibovespa-avanca-com-petrobras/">Leia mais...</a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure class="weeknews-ai-media" style="margin:24px 0;max-width:100%;clear:both;"><img loading="lazy" style="max-width:100%;height:auto;display:block;" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/08/20190310_162000-1024x512.jpg" alt="Dólar sobe 0,97% e fecha a R$ 5,224 com tensão no Oriente Médio; Ibovespa avança com Petrobras" decoding="async"><figcaption class="weeknews-ai-credit" style="font-size:13px;line-height:1.45;margin-top:8px;color:#666;text-align:center;">Fonte da imagem: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2026-10/dolar-fecha-acima-de-r-522-em-dia-de-mal-estar-global" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer">Agência Brasil</a></figcaption></figure>
<p><a style="display:block;" href="https://weeknews.online/" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer"></p>
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<p>O dólar comercial encerrou o primeiro pregão de outubro em alta de 0,97%, cotado a R$ 5,224, pressionado pela aversão ao risco no exterior diante das tensões no Oriente Médio e da disparada do petróleo. A moeda chegou a R$ 5,169 na mínima, às 9h40, e atingiu R$ 5,240 na máxima, pouco antes das 14h. No acumulado do ano, a divisa ainda registra queda de 4,83%.</p>
<p>O movimento acompanhou a valorização do dólar no mercado internacional. O índice DXY, que mede o desempenho da moeda americana contra uma cesta de seis divisas fortes, subiu 0,58%, aos 102,040 pontos, após alcançar máxima de 102,207. O ambiente externo foi marcado pela preocupação com os efeitos econômicos da guerra no Oriente Médio, e o avanço do petróleo reforçou os temores sobre a inflação, sustentando a busca por ativos considerados mais defensivos.</p>
<p>Na bolsa brasileira, o Ibovespa fechou em alta de 0,46%, aos 187.197,46 pontos, sustentado principalmente pelas ações da Petrobras, beneficiadas pela forte valorização do petróleo. O índice encerrou setembro com ganho de 5% e acumula valorização de 16,2% no ano. O volume financeiro da sessão foi de R$ 26 bilhões.</p>
<p>No mercado de commodities, o petróleo tipo Brent subiu 4,37%, a US$ 102,31, enquanto o WTI avançou 2,71%, a US$ 92,87. Nos Estados Unidos, o S&amp;P 500, das 500 maiores empresas, fechou em alta de 0,19%. Os mercados também acompanharam o comportamento dos títulos do Tesouro americano e os efeitos da valorização do petróleo sobre as expectativas para a inflação e os juros.</p>
<p>A cautela dos investidores foi reforçada pela proximidade do primeiro turno das eleições no Brasil, que contribuiu para o tom mais conservador das negociações ao longo do dia.</p>
<p>Análise WeekNews: A combinação de tensão geopolítica no Oriente Médio e petróleo acima de US$ 100 pressiona o câmbio e, ao mesmo tempo, impulsiona as ações da Petrobras, criando um movimento aparentemente contraditório entre dólar e Ibovespa. O desempenho do índice, no entanto, ficou concentrado no setor de petróleo, enquanto o cenário externo e a proximidade do pleito eleitoral mantêm o ambiente de cautela para os demais ativos. O dólar ainda acumula queda no ano, o que indica que a alta desta quinta-feira ocorre em um contexto mais amplo de desvalorização da moeda americana frente ao real.</p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2026-10/dolar-fecha-acima-de-r-522-em-dia-de-mal-estar-global" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer">Agência Brasil</a>.</p>

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		<title>Caged: Brasil abre 165,8 mil vagas formais em agosto, alta de 183% sobre julho</title>
		<link>https://weeknews.online/caged-brasil-abre-1658-mil-vagas-formais-em-agosto-alta-de-183-sobre-julho/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 29 Sep 2026 19:09:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticías]]></category>
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		<category><![CDATA[Alcolumbre diz que Senado vota fim da escala 6x1 após as eleições]]></category>
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		<category><![CDATA[Taxa de desemprego cai para 5]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Fonte da imagem: Agência Brasil O Brasil abriu 165.827 postos de trabalho com carteira assinada em agosto, segundo dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério do Trabalho e Emprego. O saldo representa a diferença entre contratações e demissões e é 183,1% superior ao registrado em julho, quando foram criados 58.568 empregos. Na comparação com agosto do ano passado, a abertura de vagas cresceu 7,2%. Em igual mês de 2025, haviam sido criados 154.683 postos, considerando os dados com ajuste, que incluem declarações entregues em atraso pelos empregadores. Apesar da alta, o resultado de agosto deste ano é o segundo mais baixo para o mês desde 2020, ficando atrás apenas do próprio agosto de 2025. A mudança de metodologia do Caged impede&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure class="weeknews-ai-media" style="margin:24px 0;max-width:100%;clear:both;"><img loading="lazy" style="max-width:100%;height:auto;display:block;" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/09/17344276879_f877ac0313_o-1024x512.jpg" alt="Caged: Brasil abre 165,8 mil vagas formais em agosto, alta de 183% sobre julho" decoding="async"><figcaption class="weeknews-ai-credit" style="font-size:13px;line-height:1.45;margin-top:8px;color:#666;text-align:center;">Fonte da imagem: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2026-09/brasil-cria-1658-mil-postos-de-trabalho-em-agosto-aponta-caged" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer">Agência Brasil</a></figcaption></figure>
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<p>O Brasil abriu 165.827 postos de trabalho com carteira assinada em agosto, segundo dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério do Trabalho e Emprego. O saldo representa a diferença entre contratações e demissões e é 183,1% superior ao registrado em julho, quando foram criados 58.568 empregos.</p>
<p>Na comparação com agosto do ano passado, a abertura de vagas cresceu 7,2%. Em igual mês de 2025, haviam sido criados 154.683 postos, considerando os dados com ajuste, que incluem declarações entregues em atraso pelos empregadores. Apesar da alta, o resultado de agosto deste ano é o segundo mais baixo para o mês desde 2020, ficando atrás apenas do próprio agosto de 2025. A mudança de metodologia do Caged impede a comparação com anos anteriores a 2020.</p>
<p>No acumulado de janeiro a agosto, o país registrou 1.134.033 vagas formais, queda de 25,2% em relação aos 1.516.881 postos abertos nos oito primeiros meses de 2025. Os números incluem ajustes feitos pelo ministério a partir de declarações entregues fora do prazo e de retificações de meses anteriores.</p>
<p>Todos os cinco setores pesquisados criaram empregos em agosto. Os serviços lideraram com 110.346 postos, seguidos por construção civil (20.848), indústria de transformação, de extração e de outros tipos (16.613), comércio (16.565) e agropecuária (1.452). Agosto é tradicionalmente um mês fraco para a agropecuária, por causa do início do plantio, mas marca o pico da atividade industrial, com as fábricas produzindo para o Natal.</p>
<p>Nos serviços, o destaque foi o segmento de educação, com 25.416 vagas, seguido por saúde humana e serviços sociais (19.142) e transporte, armazenagem e correio (16.819). Na construção civil, os serviços especializados para construção abriram 8.415 postos, e as obras de infraestrutura, 7.396. Na indústria, a fabricação de produtos alimentícios gerou 10.171 empregos, à frente de veículos automotores, reboques e carrocerias (3.311) e de coque, derivados do petróleo e biocombustíveis (2.845).</p>
<p>Todas as cinco regiões registraram saldo positivo. O Sudeste abriu 73.167 vagas, seguido pelo Nordeste (59.356), Norte (13.603), Sul (10.850) e Centro-Oeste (8.699). Entre os estados, 24 tiveram saldo positivo e três demitiram mais do que contrataram. São Paulo (42.533), Rio de Janeiro (20.886) e Pernambuco (13.428) lideraram as contratações. As unidades que eliminaram empregos foram Rio Grande do Sul (-1.611), Rondônia (-923) e Espírito Santo (-287). Segundo o Ministério do Trabalho e Emprego, no Espírito Santo as demissões decorrem do fim da safra de café; em Rondônia, estão ligadas à indústria alimentícia; e, no Rio Grande do Sul, concentraram-se na indústria do fumo e no comércio.</p>
<p>O salário médio real de admissão em agosto foi de R$ 2.410,74, uma redução de R$ 0,74 (-0,03%) em relação a julho (R$ 2.411,48) e um aumento de R$ 24,31 (+1,02%) na comparação com agosto de 2025 (R$ 2.386,43). Com o resultado do mês, o número de trabalhadores com carteira assinada encerrou agosto em 48.244.696, alta de 1% sobre julho e de 1,02% em relação ao mesmo mês do ano passado.</p>
<p>Análise WeekNews: O saldo de agosto reverte a forte desaceleração de julho, mas o acumulado do ano ainda é 25,2% menor que o de 2025. O avanço concentrado em serviços e a queda no Rio Grande do Sul, em Rondônia e no Espírito Santo mostram que o mercado de trabalho formal segue desigual entre setores e regiões, enquanto o salário médio de admissão praticamente estagnou na comparação mensal.</p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2026-09/brasil-cria-1658-mil-postos-de-trabalho-em-agosto-aponta-caged" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer">Agência Brasil</a>.</p>

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		<title>Mercado financeiro ajusta projeção da inflação para 5% em 2026</title>
		<link>https://weeknews.online/mercado-financeiro-ajusta-projecao-da-inflacao-para-5-em-2026/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 08 Sep 2026 13:15:19 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Economia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Fonte da imagem: Agência Brasil A previsão do mercado financeiro para a inflação oficial do país, medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), passou de 5,01% para 5% neste ano. O ajuste consta no Boletim Focus, pesquisa divulgada semanalmente pelo Banco Central (BC) com a expectativa de instituições financeiras para os principais indicadores econômicos. A estimativa segue acima do intervalo da meta de inflação estabelecida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), que é de 3%, com tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo. Dessa forma, o limite inferior é 1,5% e o superior, 4,5%. A inflação oficial perdeu força pelo quarto mês seguido em julho, fechando em 0,07%, conforme o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O resultado foi&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure class="weeknews-ai-media" style="margin:24px 0;max-width:100%;clear:both;"><img loading="lazy" style="max-width:100%;height:auto;display:block;" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/05/banco_central_mcajr_abr_0104222276-1024x512.jpg" alt="Mercado financeiro ajusta projeção da inflação para 5% em 2026" decoding="async"><figcaption class="weeknews-ai-credit" style="font-size:13px;line-height:1.45;margin-top:8px;color:#666;text-align:center;">Fonte da imagem: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2026-09/mercado-financeiro-reduz-previsao-da-inflacao-para-5-este-ano" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer">Agência Brasil</a></figcaption></figure>
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<p>A previsão do mercado financeiro para a inflação oficial do país, medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), passou de 5,01% para 5% neste ano. O ajuste consta no Boletim Focus, pesquisa divulgada semanalmente pelo Banco Central (BC) com a expectativa de instituições financeiras para os principais indicadores econômicos.</p>
<p>A estimativa segue acima do intervalo da meta de inflação estabelecida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), que é de 3%, com tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo. Dessa forma, o limite inferior é 1,5% e o superior, 4,5%.</p>
<p>A inflação oficial perdeu força pelo quarto mês seguido em julho, fechando em 0,07%, conforme o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O resultado foi influenciado pela queda dos preços dos alimentos. Com isso, o IPCA acumulado em 12 meses ficou em 4,44%, voltando ao intervalo da meta. Os dados de agosto serão divulgados pelo IBGE na próxima sexta-feira (11).</p>
<p>Para 2027, a projeção do mercado para a inflação passou de 4,28% para 4,29%. Para 2028 e 2029, as estimativas são de 3,8% e 3,5%, respectivamente.</p>
<p>A taxa básica de juros, a Selic, está em 14% ao ano, após o Comitê de Política Monetária (Copom) do BC ter reduzido o indicador em 0,25 ponto percentual na reunião de agosto, o quarto corte consecutivo. A Selic havia ficado em 15% ao ano de junho de 2025 a março de 2026, o maior nível em quase duas décadas. O Copom voltou a cortar os juros em março, em meio à queda da inflação, mas o cenário de guerra no Oriente Médio, que elevou os preços de combustíveis e alimentos, tem dificultado a continuidade do afrouxamento monetário.</p>
<p>A próxima reunião do Copom está marcada para os dias 15 e 16 de setembro. Segundo o Boletim Focus, a expectativa dos analistas é que a Selic encerre 2026 em 13,75% ao ano. Para 2027 e 2028, a previsão é de 12% e 10,5% ao ano, respectivamente, chegando a 10% ao ano em 2029.</p>
<p>A estimativa para o crescimento da economia brasileira neste ano subiu de 1,92% para 1,93%. Para 2027, a projeção do Produto Interno Bruto (PIB) permanece em 1,5%. Em 2028 e 2029, o mercado espera expansão de 1,96% e 2%, respectivamente. No segundo trimestre de 2026, a economia cresceu 0,5% em relação ao trimestre anterior, com alta de 1,9% no acumulado de 12 meses, segundo o IBGE. Em 2025, o PIB brasileiro avançou 2,3%, com expansão em todos os setores.</p>
<p>O Boletim Focus também indica que a cotação do dólar deve fechar 2026 em R$ 5,20, subindo para R$ 5,30 no fim de 2027.</p>
<p>Análise WeekNews: A manutenção da projeção de inflação acima da meta, mesmo após quatro meses de desaceleração, sugere que o mercado ainda enxerga riscos relevantes no horizonte, especialmente vindos de pressões externas sobre preços de energia e alimentos. A expectativa de cortes graduais na Selic ao longo dos próximos anos, por sua vez, indica que os analistas consideram o atual patamar de juros suficientemente restritivo para conter a alta de preços, mas a trajetória de queda tende a ser cautelosa até que o cenário internacional se estabilize.</p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2026-09/mercado-financeiro-reduz-previsao-da-inflacao-para-5-este-ano" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer">Agência Brasil</a>.</p>

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		<title>Trabalho por aplicativos reúne 2 milhões de pessoas no Brasil, aponta IBGE</title>
		<link>https://weeknews.online/trabalho-por-aplicativos-reune-2-milhoes-de-pessoas-no-brasil-aponta-ibge/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 04 Sep 2026 13:35:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Pesquisa e Inovação]]></category>
		<category><![CDATA[3%]]></category>
		<category><![CDATA[alegação que as principais empresas do setor discordam]]></category>
		<category><![CDATA[Apenas 1 em cada 5 motociclista de app tem cobertura previdenciária ]]></category>
		<category><![CDATA[apps]]></category>
		<category><![CDATA[Desemprego cai para 5]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[IBGE]]></category>
		<category><![CDATA[levantamento]]></category>
		<category><![CDATA[não reconheça o vínculo]]></category>
		<category><![CDATA[o menor para o trimestre terminado em julho]]></category>
		<category><![CDATA[Pnad]]></category>
		<category><![CDATA[Supremo Tribunal Federal (STF) adiar]]></category>
		<category><![CDATA[Teto de crédito para taxistas e motoristas de app sobe para R$ 200 mil]]></category>
		<category><![CDATA[trabalhadores de aplicativos]]></category>
		<category><![CDATA[uberização]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Brasil chegou a 2 milhões de pessoas trabalhando por meio de aplicativos em 2025, segundo dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua), divulgados pelo IBGE. O levantamento, de caráter experimental, mapeou ocupações como motoristas de transporte de passageiros, entregadores e prestadores de serviços gerais ou profissionais, incluindo designers, tradutores e médicos que utilizam plataformas digitais para captar pacientes e realizar consultas. Nessa última categoria, foram contabilizadas 313 mil pessoas, o que representa 16% do total de plataformizados. O setor de transporte, armazenagem e correios concentra a maior parcela desses trabalhadores: 75% dos ocupados nessa área utilizam aplicativos. Isso significa que, a cada quatro pessoas empregadas no setor, três dependem das plataformas. A pesquisa também revelou que a maioria dos plataformizados&#8230;</p>
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<p>O Brasil chegou a 2 milhões de pessoas trabalhando por meio de aplicativos em 2025, segundo dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua), divulgados pelo IBGE. O levantamento, de caráter experimental, mapeou ocupações como motoristas de transporte de passageiros, entregadores e prestadores de serviços gerais ou profissionais, incluindo designers, tradutores e médicos que utilizam plataformas digitais para captar pacientes e realizar consultas. Nessa última categoria, foram contabilizadas 313 mil pessoas, o que representa 16% do total de plataformizados.</p>
<p>O setor de transporte, armazenagem e correios concentra a maior parcela desses trabalhadores: 75% dos ocupados nessa área utilizam aplicativos. Isso significa que, a cada quatro pessoas empregadas no setor, três dependem das plataformas.</p>
<p>A pesquisa também revelou que a maioria dos plataformizados é homem (84,4%) e tem entre 25 e 39 anos (47%). Entre os motoristas de aplicativo e entregadores, o principal motivo apontado para atuar nessas plataformas foi a dificuldade de encontrar outro trabalho, seguido por flexibilidade e rendimento maior do que em outras ocupações disponíveis.</p>
<p>O rendimento médio mensal dos trabalhadores por aplicativo foi de R$ 3.147 em 2025, praticamente igual ao dos demais trabalhadores (R$ 3.148). No entanto, a jornada semanal dos plataformizados foi maior: 44,7 horas, contra 39,3 horas dos não plataformizados. Com isso, o rendimento por hora dos trabalhadores de app ficou 12% menor, chegando a R$ 16,2, enquanto os demais recebem R$ 18,4 por hora.</p>
<p>A informalidade também é mais presente entre os plataformizados: 72,1% deles atuam sem carteira assinada ou CNPJ, contra 42,7% dos não plataformizados. A cobertura previdenciária atinge apenas 34% desse grupo, enquanto entre os demais trabalhadores o índice é de 63%.</p>
<p>A pesquisa indica ainda que 86,8% dos plataformizados se declararam trabalhadores por conta própria, cerca de 1,6 milhão de pessoas. Na economia como um todo, os conta própria representam 28,9% dos ocupados no setor privado.</p>
<p>O IBGE ressalta que a Pnad sobre trabalho por plataforma ainda está em fase de teste. As edições anteriores, de 2022 e 2024, consideraram apenas os trabalhadores que tinham os aplicativos como ocupação principal, o que impede a comparação direta com o total de 2 milhões registrado em 2025. Considerando somente esse recorte, o número de plataformizados passou de 1,3 milhão em 2022 para 1,7 milhão em 2024 e 1,8 milhão em 2025, um crescimento de 9,1% em um ano e de 36,8% em três anos. Entre os entregadores, o avanço foi de 18,6% entre 2024 e 2025, a única ocupação com variação de dois dígitos.</p>
<p>Análise WeekNews: A estabilidade do rendimento médio dos plataformizados entre 2024 e 2025, combinada ao aumento da jornada, indica que o crescimento do número de trabalhadores nesse setor não veio acompanhado de ganho real de renda. A diferença de 5,4 horas semanais em relação aos demais ocupados, com remuneração por hora inferior, sugere que a expansão do trabalho por aplicativos ocorre em condições de maior desgaste e menor proteção social, o que tende a manter esses trabalhadores em situação de vulnerabilidade mesmo com a alta na ocupação.</p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2026-09/brasil-tem-2-milhoes-de-pessoas-que-trabalham-por-meio-de-aplicativos" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer">Agência Brasil</a>.</p>

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		<title>Famílias de presos arcam com R$ 4,33 bilhões por ano, aponta pesquisa</title>
		<link>https://weeknews.online/familias-de-presos-arcam-com-r-433-bilhoes-por-ano-aponta-pesquisa/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 02 Sep 2026 22:20:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticías]]></category>
		<category><![CDATA[3%]]></category>
		<category><![CDATA[8 vezes a dos homens brancos]]></category>
		<category><![CDATA[a taxa de desocupação de mulheres negras chega a 10]]></category>
		<category><![CDATA[auxílio-reclusão]]></category>
		<category><![CDATA[Cai número de assassinatos no campo]]></category>
		<category><![CDATA[CNBB]]></category>
		<category><![CDATA[Direitos Humanos]]></category>
		<category><![CDATA[Entre os 25 e os 29 anos]]></category>
		<category><![CDATA[mas aumenta o de conflitos]]></category>
		<category><![CDATA[ministério da Justiça e Segurança Pública]]></category>
		<category><![CDATA[Pastoral Carcerária]]></category>
		<category><![CDATA[Pesquisa aponta problemas e prisões indevidas a partir do Smart Sampa]]></category>
		<category><![CDATA[Presídios combatem entrada de itens proibidos para facções criminosas]]></category>
		<category><![CDATA[quase o dobro da observada entre mulheres brancas e 2]]></category>
		<category><![CDATA[sistema carcerário]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://weeknews.online/?p=116339</guid>

					<description><![CDATA[<p>Fonte da imagem: Agência Brasil Uma pesquisa divulgada pela Pastoral Carcerária Nacional e pela Assessoria Popular Maria Felipa revela que as famílias de pessoas presas no Brasil gastam, em média, cerca de 70% de um salário mínimo por semana para visitar detentos. O custo anual chega a R$ 4,33 bilhões, valor que, segundo os pesquisadores, deveria ser assumido pelo Estado, mas é transferido para os familiares. O estudo, intitulado &#8220;A pena sem sentença: famílias, gênero e a expansão silenciosa do poder punitivo&#8221;, ouviu 2.706 pessoas, com margem de erro de 3%. Os dados mostram que 94,1% dos visitantes são mulheres, sendo as esposas o grupo mais numeroso (30,3%). A maioria é preta ou parda (65,5%), tem entre 25 e 34 anos (32,6%) e ensino médio&#8230;</p>
<p class="excerpt-more"><a class="blog-excerpt button" href="https://weeknews.online/familias-de-presos-arcam-com-r-433-bilhoes-por-ano-aponta-pesquisa/">Leia mais...</a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure class="weeknews-ai-media" style="margin:24px 0;max-width:100%;clear:both;"><img loading="lazy" style="max-width:100%;height:auto;display:block;" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/09/905163-prisao_roberto20jeferson_-1024x512.jpg" alt="Famílias de presos arcam com R$ 4,33 bilhões por ano, aponta pesquisa" decoding="async"><figcaption class="weeknews-ai-credit" style="font-size:13px;line-height:1.45;margin-top:8px;color:#666;text-align:center;">Fonte da imagem: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/direitos-humanos/noticia/2026-09/sistema-prisional-transfere-bilhoes-em-custos-para-familias-de-presos" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer">Agência Brasil</a></figcaption></figure>
<p><a style="display:block;" href="https://weeknews.online/" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer"></p>
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<p>Uma pesquisa divulgada pela Pastoral Carcerária Nacional e pela Assessoria Popular Maria Felipa revela que as famílias de pessoas presas no Brasil gastam, em média, cerca de 70% de um salário mínimo por semana para visitar detentos. O custo anual chega a R$ 4,33 bilhões, valor que, segundo os pesquisadores, deveria ser assumido pelo Estado, mas é transferido para os familiares.</p>
<p>O estudo, intitulado &#8220;A pena sem sentença: famílias, gênero e a expansão silenciosa do poder punitivo&#8221;, ouviu 2.706 pessoas, com margem de erro de 3%. Os dados mostram que 94,1% dos visitantes são mulheres, sendo as esposas o grupo mais numeroso (30,3%). A maioria é preta ou parda (65,5%), tem entre 25 e 34 anos (32,6%) e ensino médio completo (31,9%). Para os autores, há uma &#8220;feminização e racialização do trabalho social&#8221; que sustenta o sistema penitenciário.</p>
<p>Os gastos incluem itens básicos de higiene, alimentação e vestuário, que deveriam ser fornecidos pelo Estado. Um kit com duração de 15 dias custa, em média, R$ 263,67, enquanto o semanal sai por R$ 293,52. Somando transporte, refeições e, em alguns casos, hospedagem, a visita quinzenal custa R$ 624,80 e a semanal, R$ 1.053,90. Considerando o salário mínimo de R$ 1.518,00 em 2025, as visitas semanais consomem 69,4% da renda familiar.</p>
<p>A pesquisa também aponta que 58,9% dos visitantes já sofreram constrangimentos ou violências, incluindo revista íntima (32,5%), exigência de documentos cartoriais e demoras de até três meses para cadastramento. Essas situações, classificadas como tortura institucional, afetam a saúde: 90,1% dos entrevistados relataram piora, sendo que 66,8% afirmaram consequências graves.</p>
<p>A advogada Fernanda Oliveira, cofundadora da Assessoria Maria Felipa, destacou que o adoecimento das mulheres é &#8220;produzido em escala industrial&#8221;, devido à socialização que as coloca como responsáveis pelo cuidado. A coordenadora nacional da Pastoral Carcerária, irmã Petra Silvia Pfaller, acrescentou que a distância entre as unidades prisionais e as famílias aumentou os custos e dificulta a ressocialização.</p>
<p>O sistema prisional brasileiro, segundo dados do Ministério da Justiça e Segurança Pública do segundo semestre de 2025, tem 727.301 presos para 505.267 vagas, um déficit de 222.034. As visitas ultrapassaram 4,5 milhões no período.</p>
<p>Análise WeekNews: Os números revelam que o custo do encarceramento no Brasil é, na prática, compartilhado com as famílias, especialmente mulheres negras, que já enfrentam desigualdades estruturais no mercado de trabalho. A transferência de despesas essenciais para os visitantes não apenas amplia o impacto econômico da pena, mas também aprofunda a vulnerabilidade social dessas pessoas, o que sugere que o sistema prisional depende de uma rede de cuidado informal para funcionar.</p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/direitos-humanos/noticia/2026-09/sistema-prisional-transfere-bilhoes-em-custos-para-familias-de-presos" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer">Agência Brasil</a>.</p>

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		<title>IBGE: população brasileira chega a 214,2 milhões e ritmo de crescimento segue em queda</title>
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		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 28 Aug 2026 19:56:08 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Fonte da imagem: Agência Brasil A população estimada do Brasil atingiu 214,2 milhões de pessoas em 1º de julho de 2026, segundo o estudo Estimativas da População, divulgado nesta sexta-feira (28) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O levantamento indica que o ritmo de crescimento populacional no país continua diminuindo: a expansão foi de 0,37% em relação ao ano anterior, abaixo dos 0,39% registrados no período 2024/2025. A distribuição populacional segue concentrada no Sudeste, que reúne 41,6% dos habitantes (89 milhões de pessoas). Em seguida aparecem Nordeste (26,8%, 57,4 milhões), Sul (14,7%, 31,5 milhões), Norte (8,8%, 18,9 milhões) e Centro-Oeste (8,1%, 17,4 milhões). Entre os estados, São Paulo mantém a maior população: 46,1 milhões de pessoas, o equivalente a 21,6% do total nacional.&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure class="weeknews-ai-media" style="margin:24px 0;max-width:100%;clear:both;"><img loading="lazy" style="max-width:100%;height:auto;display:block;" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/06/d6a7603-1024x512.jpg" alt="IBGE: população brasileira chega a 214,2 milhões e ritmo de crescimento segue em queda" decoding="async"><figcaption class="weeknews-ai-credit" style="font-size:13px;line-height:1.45;margin-top:8px;color:#666;text-align:center;">Fonte da imagem: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2026-08/crescimento-populacional-caiu-para-037-em-2026-estima-ibge" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer">Agência Brasil</a></figcaption></figure>
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<p>A população estimada do Brasil atingiu 214,2 milhões de pessoas em 1º de julho de 2026, segundo o estudo Estimativas da População, divulgado nesta sexta-feira (28) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O levantamento indica que o ritmo de crescimento populacional no país continua diminuindo: a expansão foi de 0,37% em relação ao ano anterior, abaixo dos 0,39% registrados no período 2024/2025.</p>
<p>A distribuição populacional segue concentrada no Sudeste, que reúne 41,6% dos habitantes (89 milhões de pessoas). Em seguida aparecem Nordeste (26,8%, 57,4 milhões), Sul (14,7%, 31,5 milhões), Norte (8,8%, 18,9 milhões) e Centro-Oeste (8,1%, 17,4 milhões).</p>
<p>Entre os estados, São Paulo mantém a maior população: 46,1 milhões de pessoas, o equivalente a 21,6% do total nacional. Minas Gerais vem na sequência, com 21,5 milhões (10%), e o Rio de Janeiro, com 17,2 milhões (8,0%). No extremo oposto, as três menores unidades da federação estão na Região Norte, todas com menos de 1 milhão de habitantes: Acre (887,8 mil), Amapá (809,9 mil) e Roraima (761 mil).</p>
<p>O estudo também detalha os municípios mais populosos do país. São Paulo lidera, com 11.911.337 moradores, seguido por Rio de Janeiro (6.731.133), Brasília (3.009.996), Fortaleza (2.582.360) e Salvador (2.559.945). Juntos, esses cinco municípios somam 26.794.771 pessoas, ou 12,5% da população brasileira.</p>
<p>No sentido inverso, as menores populações municipais estão em Serra da Saudade (MG), com 857 habitantes; Anhanguera (GO), 906; Borá (SP), 935; Araguainha (MT), 989; e Nova Castilho (SP), 1.070. Entre os 15 municípios com mais de 1 milhão de habitantes, apenas Guarulhos (1.351.284) e Campinas (1.189.761), ambos em São Paulo, não são capitais estaduais.</p>
<p>O levantamento mostra ainda que 44,3% dos municípios brasileiros (2.467 cidades) têm até 10 mil habitantes, concentrando 12,8 milhões de pessoas, o que representa 6% da população total. As 27 capitais, por sua vez, reúnem 49,4 milhões de habitantes, ou 23,1% do total. Entre elas, as menos populosas são Palmas (333.154), Vitória (343.935) e Rio Branco (390.038).</p>
<p>Em relação ao crescimento, Boa Vista (RR) foi a capital com maior taxa no período 2025-2026, com alta de 3,2%. Por outro lado, quatro capitais apresentaram queda populacional: Salvador (-0,17%), Natal (-0,13%), Belém (-0,08%) e Belo Horizonte (-0,02%).</p>
<p>Entre os estados, Roraima (3,01%), Santa Catarina (1,54%) e Mato Grosso (1,46%) tiveram as maiores taxas de crescimento, sendo os únicos com variação acima de 1%. As menores ficaram com Rio de Janeiro (0,01%), Alagoas (0,01%) e Rio Grande do Sul (0,00%).</p>
<p>Análise WeekNews: Os dados do IBGE reforçam uma tendência já observada nos últimos anos: o crescimento populacional brasileiro perde força de forma gradual. A manutenção de taxas baixas em estados como Rio de Janeiro e Rio Grande do Sul, combinada ao avanço maior em Roraima, Santa Catarina e Mato Grosso, sugere um deslocamento do dinamismo demográfico para regiões com menor densidade histórica, o que pode ter implicações para políticas públicas e planejamento urbano nas próximas décadas.</p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2026-08/crescimento-populacional-caiu-para-037-em-2026-estima-ibge" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer">Agência Brasil</a>.</p>

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		<title>Monitor da FGV aponta recuo mensal do PIB em junho, mas alta de 0,3% no segundo trimestre</title>
		<link>https://weeknews.online/monitor-da-fgv-aponta-recuo-mensal-do-pib-em-junho-mas-alta-de-03-no-segundo-trimestre/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 17 Aug 2026 20:12:17 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Fonte da imagem: Agência Brasil A economia brasileira registrou queda de 1,1% na passagem de maio para junho, conforme o Monitor do PIB, prévia elaborada pela Fundação Getulio Vargas (FGV) e divulgada nesta segunda-feira (17). Apesar do recuo no último mês do semestre, o Produto Interno Bruto (PIB) do segundo trimestre apresentou expansão de 0,3%, puxada pelo consumo das famílias. No acumulado de 12 meses, o crescimento chegou a 1,8%. O levantamento mensal é produzido pelo Instituto Brasileiro de Economia (Ibre) da FGV e utiliza dados de indústria, comércio, serviços e agropecuária para estimar o comportamento do PIB, indicador que reúne todos os bens e serviços produzidos no país. O dado oficial é divulgado trimestralmente pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). A economista&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure class="weeknews-ai-media" style="margin:24px 0;max-width:100%;clear:both;"><img loading="lazy" style="max-width:100%;height:auto;display:block;" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/08/d6a9008-1024x512.jpg" alt="Monitor da FGV aponta recuo mensal do PIB em junho, mas alta de 0,3% no segundo trimestre" decoding="async"><figcaption class="weeknews-ai-credit" style="font-size:13px;line-height:1.45;margin-top:8px;color:#666;text-align:center;">Fonte da imagem: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2026-08/fgv-estima-que-pib-desacelerou-e-cresceu-03-no-segundo-trimestre" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer">Agência Brasil</a></figcaption></figure>
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<p>A economia brasileira registrou queda de 1,1% na passagem de maio para junho, conforme o Monitor do PIB, prévia elaborada pela Fundação Getulio Vargas (FGV) e divulgada nesta segunda-feira (17). Apesar do recuo no último mês do semestre, o Produto Interno Bruto (PIB) do segundo trimestre apresentou expansão de 0,3%, puxada pelo consumo das famílias. No acumulado de 12 meses, o crescimento chegou a 1,8%.</p>
<p>O levantamento mensal é produzido pelo Instituto Brasileiro de Economia (Ibre) da FGV e utiliza dados de indústria, comércio, serviços e agropecuária para estimar o comportamento do PIB, indicador que reúne todos os bens e serviços produzidos no país. O dado oficial é divulgado trimestralmente pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).</p>
<p>A economista Juliana Trece, coordenadora da pesquisa, aponta que o estudo indica desaceleração da atividade econômica. No primeiro trimestre de 2026, o crescimento havia sido de 1% em relação ao trimestre anterior. Segundo ela, a perda de ritmo foi observada nas três grandes atividades pesquisadas: agropecuária, indústria e serviços. Apenas o consumo não desacelerou no período, mantendo o mesmo ritmo de crescimento do início do ano.</p>
<p>“Essa manutenção do crescimento do consumo deveu-se, principalmente, ao bom desempenho do consumo de serviços e de produtos duráveis”, afirma Trece. Apesar da desaceleração no comparativo trimestral, a economista destaca que o resultado de abril a junho foi o 20º positivo consecutivo. “Isso demonstra que, embora a taxa possa ser baixa, a economia segue com resultados positivos em meio ao contexto externo e interno, que tem se mostrado desafiador”, acrescenta.</p>
<p>Entre os fatores que agravam o cenário macroeconômico, a pesquisadora cita a elevação do preço do barril de petróleo, motivada pela guerra no Oriente Médio, os juros elevados no Brasil e o alto endividamento da população. No início de agosto, o Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central (BC) reduziu a taxa básica de juros, a Selic, em 0,25 ponto percentual, para 14% ao ano. O patamar elevado é usado pelo BC como ferramenta para conter a inflação, pois encarece o crédito e desestimula o consumo e os investimentos produtivos.</p>
<p>O Monitor do PIB mostra que, no segundo trimestre, o consumo das famílias cresceu 2,6% em relação aos três primeiros meses do ano. As exportações subiram 4,5%, enquanto as importações avançaram 5,7%. Os dados são dessazonalizados, ou seja, foram excluídas variações sazonais para permitir a comparação entre períodos consecutivos.</p>
<p>O estudo estima que a taxa de investimento da economia em maio ficou em 18,5%, ante 18,6% no primeiro trimestre. Em valores correntes, o PIB acumulado no primeiro semestre é estimado em R$ 6,557 trilhões.</p>
<p>O Monitor do PIB é uma das principais prévias da atividade econômica. Outro indicador, o Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-Br), também divulgado nesta segunda-feira, apontou recuo de 0,6% em junho na comparação com maio. O BC projeta expansão de 0,2% na passagem do primeiro para o segundo trimestre e alta de 1,5% em 12 meses.</p>
<p>O resultado oficial do PIB do segundo trimestre será apresentado pelo IBGE em 1º de setembro. A última divulgação oficial, no fim de maio, indicou crescimento de 1,1% no primeiro trimestre de 2026.</p>
<p>Para o fechamento do ano, o relatório Focus, sondagem do BC com instituições do mercado financeiro, estima alta de 1,98% para o PIB em 2026. A previsão do Ministério da Fazenda é de variação de 2,3%.</p>
<p>Fonte: <a href="https://portalibre.fgv.br/system/files/divulgacao/noticias/mat-complementar/2026-08/Monitor" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer">portalibre.fgv.br</a>.</p>

<p>Leia mais aqui em inglês: <a href="https://portalibre.fgv.br/system/files/divulgacao/noticias/mat-complementar/2026-08/Monitor" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer">https://portalibre.fgv.br/system/files/divulgacao/noticias/mat-complementar/2026-08/Monitor</a>.</p>
<p>O post <a href="https://weeknews.online/monitor-da-fgv-aponta-recuo-mensal-do-pib-em-junho-mas-alta-de-03-no-segundo-trimestre/">Monitor da FGV aponta recuo mensal do PIB em junho, mas alta de 0,3% no segundo trimestre</a> apareceu primeiro em <a href="https://weeknews.online">WeekNews</a>.</p>
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		<title>Governo amplia bloqueio e mais de 5 milhões de brasileiros estão impedidos de apostar em bets</title>
		<link>https://weeknews.online/governo-amplia-bloqueio-e-mais-de-5-milhoes-de-brasileiros-estao-impedidos-de-apostar-em-bets/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 13 Aug 2026 21:03:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticías]]></category>
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		<category><![CDATA[8 bi para estados e municípios]]></category>
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		<category><![CDATA[Senado aprova empréstimos de US$ 1]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Fonte da imagem: Agência Brasil O Ministério da Fazenda informou nesta quarta-feira (12) que mais de cinco milhões de brasileiros estão impedidos de realizar apostas em plataformas online, as chamadas bets. O anúncio foi feito pelo ministro da Fazenda, Dario Durigan, que detalhou os números e as medidas adotadas pelo governo para restringir o acesso ao jogo no país. Segundo Durigan, cerca de 1,2 milhão de pessoas aderiram voluntariamente à autoexclusão, mecanismo que permite ao próprio usuário bloquear o acesso a esses sites. Além delas, outras 800 mil pessoas que participam da nova rodada do Desenrola, programa de renegociação de dívidas, também estão proibidas de apostar por um período de seis meses, conforme as regras do governo. O ministro acrescentou que aproximadamente 3 milhões de&#8230;</p>
<p class="excerpt-more"><a class="blog-excerpt button" href="https://weeknews.online/governo-amplia-bloqueio-e-mais-de-5-milhoes-de-brasileiros-estao-impedidos-de-apostar-em-bets/">Leia mais...</a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure class="weeknews-ai-media" style="margin:24px 0;max-width:100%;clear:both;"><img loading="lazy" style="max-width:100%;height:auto;display:block;" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/08/pzzb3518-1024x512.jpg" alt="Governo amplia bloqueio e mais de 5 milhões de brasileiros estão impedidos de apostar em bets" decoding="async"><figcaption class="weeknews-ai-credit" style="font-size:13px;line-height:1.45;margin-top:8px;color:#666;text-align:center;">Fonte da imagem: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2026-08/mais-de-5-milhoes-de-brasileiros-estao-impedidos-de-apostar-em-bets" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer">Agência Brasil</a></figcaption></figure>
<p><a style="display:block;" href="https://weeknews.online/" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer"></p>
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<p>O Ministério da Fazenda informou nesta quarta-feira (12) que mais de cinco milhões de brasileiros estão impedidos de realizar apostas em plataformas online, as chamadas bets. O anúncio foi feito pelo ministro da Fazenda, Dario Durigan, que detalhou os números e as medidas adotadas pelo governo para restringir o acesso ao jogo no país.</p>
<p>Segundo Durigan, cerca de 1,2 milhão de pessoas aderiram voluntariamente à autoexclusão, mecanismo que permite ao próprio usuário bloquear o acesso a esses sites. Além delas, outras 800 mil pessoas que participam da nova rodada do Desenrola, programa de renegociação de dívidas, também estão proibidas de apostar por um período de seis meses, conforme as regras do governo.</p>
<p>O ministro acrescentou que aproximadamente 3 milhões de brasileiros inscritos no Bolsa Família ou que recebem o Benefício de Prestação Continuada (BPC) também estão incluídos no bloqueio. Com isso, o total de pessoas impedidas de apostar chega a mais de 5 milhões, unindo diferentes categorias de restrição.</p>
<p>&#8220;A gente chega nesse total de mais de 5 milhões de pessoas impedidas, obstaculizadas, excluídas do jogo no Brasil, nesse compromisso de tratar as bets como cigarro, no desincentivo ao jogo no país&#8221;, declarou Durigan.</p>
<p>A declaração foi dada em meio a um pacote de ações do governo para aumentar o controle sobre o setor de apostas online. Nesta quarta-feira, duas operações foram deflagradas com o apoio da Secretaria de Prêmios e Apostas (SPA). Uma delas envolve uma empresa que atuava de forma ilegal. A outra mira uma companhia que havia obtido autorização do Ministério da Fazenda, mas teve a atuação suspensa por medida cautelar durante um processo de fiscalização.</p>
<p>Segundo o ministro, as operações contam com compartilhamento de informações entre órgãos públicos e autoridades policiais e envolvem investigações relacionadas a crimes como lavagem de dinheiro e ocultação de patrimônio.</p>
<p>Além das medidas de bloqueio e fiscalização, o Ministério da Fazenda começou a divulgar documentos que embasaram os processos de autorização das empresas de apostas que pretendem operar legalmente no Brasil. Na primeira etapa, foram disponibilizados documentos referentes a 80 das 85 empresas que passaram pelo processo de habilitação na SPA, totalizando mais de 2 mil páginas.</p>
<p>Entre os materiais divulgados estão pareceres técnicos sobre a habilitação jurídica das empresas, a idoneidade de controladores e administradores, a origem dos recursos e os mecanismos de prevenção à lavagem de dinheiro. Também foram disponibilizados pareceres sobre o pagamento da outorga e relatórios finais de análise.</p>
<p>De acordo com o material divulgado pelo Ministério da Fazenda, a publicação permite que o público tenha acesso às análises técnicas que fundamentaram cada autorização. A divulgação será gradual, com novas informações sendo disponibilizadas conforme os documentos possam ser publicados, sem comprometer dados pessoais ou informações protegidas por sigilo.</p>
<p>O processo faz parte do esforço, segundo o ministério, de ampliar a transparência e o controle sobre o setor de apostas online. As medidas anunciadas nesta quarta-feira reforçam a estratégia do governo de endurecer as regras para as bets, tratando o jogo como um problema de saúde pública e de segurança financeira.</p>
<p>A combinação de autoexclusão, bloqueio de beneficiários de programas sociais e fiscalização mais rígida busca reduzir o acesso ao jogo e coibir práticas ilegais. O governo também sinaliza que continuará monitorando o setor e divulgando informações sobre as empresas autorizadas, como forma de dar mais transparência ao mercado.</p>
<p>Ainda não há detalhes sobre os nomes das empresas investigadas nas operações desta quarta-feira, nem sobre o andamento dos processos. O Ministério da Fazenda não informou se novas medidas serão adotadas nos próximos dias.</p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2026-08/mais-de-5-milhoes-de-brasileiros-estao-impedidos-de-apostar-em-bets" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer">Agência Brasil</a>.</p>

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