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	<title>Arquivo de Ministério Público Federal - WeekNews</title>
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	<title>Arquivo de Ministério Público Federal - WeekNews</title>
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		<title>MPF negocia reparação a quilombolas expulsos por mineradora em Paracatu</title>
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		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 14 Oct 2026 22:28:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticías]]></category>
		<category><![CDATA[barragem que se rompeu em Brumadinho (MG) em 2019]]></category>
		<category><![CDATA[Direitos Humanos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Fonte da imagem: Agência Brasil O Ministério Público Federal tenta firmar um acordo com a mineradora canadense Kinross Gold Corporation para reparar danos socioambientais, territoriais e culturais causados às comunidades quilombolas do Machadinho, de Amaros e de São Domingos, em Paracatu (MG). A negociação pode beneficiar cerca de 1,3 mil famílias que perderam suas terras com a instalação da mina de ouro e prata Morro do Ouro. Na última semana, o procurador regional da República José Adércio Leite Sampaio esteve na cidade para buscar o entendimento. Ele visitou as instalações da mineradora, reuniu-se com representantes das três comunidades e encontrou um grupo de 400 moradores do Quilombo do Machadinho. Segundo o procurador, a negociação busca o reconhecimento oficial das comunidades, a garantia dos direitos territoriais&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure class="weeknews-ai-media" style="margin:24px 0;max-width:100%;clear:both;"><img loading="lazy" style="max-width:100%;height:auto;display:block;" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/10/whatsapp_image_2026-10-14_at_15.27.25-1024x512.jpeg" alt="MPF negocia reparação a quilombolas expulsos por mineradora em Paracatu" decoding="async"><figcaption class="weeknews-ai-credit" style="font-size:13px;line-height:1.45;margin-top:8px;color:#666;text-align:center;">Fonte da imagem: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/direitos-humanos/noticia/2026-10/quilombolas-expulsos-por-mineradora-buscam-reparacao-depois-de-20-anos" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer">Agência Brasil</a></figcaption></figure>
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<p>O Ministério Público Federal tenta firmar um acordo com a mineradora canadense Kinross Gold Corporation para reparar danos socioambientais, territoriais e culturais causados às comunidades quilombolas do Machadinho, de Amaros e de São Domingos, em Paracatu (MG). A negociação pode beneficiar cerca de 1,3 mil famílias que perderam suas terras com a instalação da mina de ouro e prata Morro do Ouro.</p>
<p>Na última semana, o procurador regional da República José Adércio Leite Sampaio esteve na cidade para buscar o entendimento. Ele visitou as instalações da mineradora, reuniu-se com representantes das três comunidades e encontrou um grupo de 400 moradores do Quilombo do Machadinho. Segundo o procurador, a negociação busca o reconhecimento oficial das comunidades, a garantia dos direitos territoriais e a definição de critérios para indenizações e reassentamentos.</p>
<p>“O Ministério Público Federal está empenhado em construir uma solução que resgate a dignidade e garanta a reparação integral a essas populações que tiveram seus territórios invadidos e seus modos de vida fragmentados”, afirmou José Adércio Sampaio.</p>
<p>O advogado Guilherme Bicalho, que defende as comunidades, informou que o julgamento de uma ação sobre o caso foi suspenso por 60 dias após o procurador pedir a suspensão e promover reuniões. Em agosto, o tribunal teve dois votos contrários às indenizações. A expectativa é que haja um entendimento até novembro. O valor estimado da indenização gira entre R$ 500 milhões e R$ 1,2 bilhão.</p>
<p>O procurador acrescentou que o acordo não significa flexibilizar exigências, mas assegurar o direito à terra, uma “justa indenização” e “segurança para quem sofre os diários e graves impactos da mineração”.</p>
<p>Segundo o MPF, a empresa teve lucro líquido global de US$ 2,39 bilhões em 2025, o equivalente a R$ 14,73 bilhões, dos quais quase 30% foram gerados pela unidade mineira. A estrutura tem capacidade licenciada para 750 milhões de metros cúbicos de rejeitos, volume mais de 60 vezes superior ao da barragem que se rompeu em Brumadinho (MG) em 2019, que armazenava cerca de 12 milhões de metros cúbicos. Somada à Barragem Santo Antônio, com 483 milhões de metros cúbicos, o complexo acumula 1,2 bilhão de metros cúbicos de rejeitos.</p>
<p>O procurador explicou que a poeira gerada pelas operações atinge as moradias e causa problemas respiratórios na população local. Em nota, o MPF informou que avaliações técnicas e perícias detectaram níveis elevados de arsênio em amostras de urina de moradores e no material particulado suspenso no ar nas proximidades da mina.</p>
<p>De acordo com as lideranças locais, 600 famílias do Machadinho se apresentam como prejudicadas pela desterritorialização. A comunidade de Amaros, com 500 famílias, e o Quilombo de São Domingos, com 186 famílias, também perderam terras. Machadinho e Amaros receberam certificação da Fundação Cultural Palmares em 2004, e o Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra) iniciou processos de regularização no ano seguinte, interrompidos pela ocupação das terras pela empresa e por grileiros. A área total reconhecida pelo Incra era de cerca de 2,2 mil hectares.</p>
<p>Claudinês Lopes, de 32 anos, presidente da associação de moradores do Machadinho, lembra da avó Antônia, que morreu aos 99 anos sem a reparação que esperava. “Ela desejava justiça. Eu cresci ouvindo isso dela”, diz. A neta conta que hoje mora a cerca de 10 quilômetros do antigo território, que não tem mais como ser devolvido às famílias. “Muitas famílias ficaram e ainda hoje vivem em situação de vulnerabilidade espalhadas por diferentes lugares da cidade e em municípios vizinhos”, afirmou. Ela também perdeu o pai sem a reparação.</p>
<p>Em Amaros, a professora de educação infantil Maria Hermínia Rodrigues, de 39 anos, recorda que os antepassados com pouca instrução foram passados para trás. “Eles se sacrificaram para pagar advogados. Não entendiam os próprios direitos”, disse. A maioria das pessoas que deixou o território formou um quilombo urbano e buscou sobrevivência no garimpo no rio dos Macacos ou em serviços precários.</p>
<p>O advogado Guilherme Dolabella, que defende as comunidades na Justiça, afirma que a empresa apresentou projeto de expansão da área de mineração para Minas Gerais e iniciou o licenciamento ambiental. Em 2009, o Ministério Público entrou com ação questionando o licenciamento. Em 2014, a Justiça afirmou que não havia comunidades quilombolas na região. “A sentença desqualificou as comunidades reconhecidas pela Fundação Cultural Palmares e criou uma proteção para a exploração mineral da própria empresa multinacional”, lamentou. Ele diz que o processo está parado no Judiciário desde 2014 e que uma outra ação foi movida no ano passado. No primeiro julgamento, em agosto, houve entendimento parcial de que não haveria como pleitear o território porque já está ocupado pela empresa. “Nós estamos discutindo indenização para os membros da comunidade em relação à União, ao estado de Minas Gerais e à própria empresa”, explicou, lembrando que o Código de Mineração determina indenização a proprietários afetados por exploração mineral.</p>
<p>Análise WeekNews: A negociação conduzida pelo MPF ocorre após anos de disputa judicial e de decisões que, segundo os advogados das comunidades, desqualificaram territórios já certificados. O prazo de 60 dias para a suspensão do julgamento e a expectativa de acordo até novembro colocam a reparação em uma etapa de definição. O valor estimado da indenização, entre R$ 500 milhões e R$ 1,2 bilhão, dá a dimensão financeira do caso, enquanto os relatos sobre a área ocupada e os impactos ambientais apontam para a complexidade de um acordo que envolve União, estado e empresa.</p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/direitos-humanos/noticia/2026-10/quilombolas-expulsos-por-mineradora-buscam-reparacao-depois-de-20-anos" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer">Agência Brasil</a>.</p>

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			</item>
		<item>
		<title>Conselho do MPF mantém Gonet na condução das investigações sobre o Banco Master</title>
		<link>https://weeknews.online/conselho-do-mpf-mantem-gonet-na-conducao-das-investigacoes-sobre-o-banco-master/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 25 Sep 2026 19:56:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticías]]></category>
		<category><![CDATA[Alexandre de Moraes]]></category>
		<category><![CDATA[André Mendonça]]></category>
		<category><![CDATA[aulo Gonet]]></category>
		<category><![CDATA[Banco Master]]></category>
		<category><![CDATA[Conselho do MPF tem 3 votos para manter Gonet à frente do caso Master]]></category>
		<category><![CDATA[Conselho Superior do Ministério Público Federal]]></category>
		<category><![CDATA[CSMPF]]></category>
		<category><![CDATA[Daniel Vorcaro]]></category>
		<category><![CDATA[Justiça]]></category>
		<category><![CDATA[Ministério Público Federal]]></category>
		<category><![CDATA[Polícia Federal]]></category>
		<category><![CDATA[stf]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Fonte da imagem: Agência Brasil O Conselho Superior do Ministério Público Federal (CSMPF) formou maioria de votos nesta sexta-feira (25) para manter o procurador-geral da República, Paulo Gonet, à frente das investigações que envolvem o Banco Master. Até o momento, seis conselheiros votaram pela permanência dele no caso. O colegiado analisa uma representação apresentada por deputados do Partido Novo, que pede o afastamento de Gonet das apurações e a investigação de sua própria atuação no caso. A sessão prossegue para a tomada dos demais votos. Além da permanência de Gonet, os conselheiros ainda vão deliberar sobre a abertura de uma investigação contra o procurador-geral. Nesse ponto, o placar está empatado em 3 a 3. Gonet foi citado em conversas localizadas pela Polícia Federal no celular&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure class="weeknews-ai-media" style="margin:24px 0;max-width:100%;clear:both;"><img loading="lazy" style="max-width:100%;height:auto;display:block;" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/09/posse-paulo-gonet_mcamgo_abr_18122023-10-1024x512.jpg" alt="Conselho do MPF mantém Gonet na condução das investigações sobre o Banco Master" decoding="async"><figcaption class="weeknews-ai-credit" style="font-size:13px;line-height:1.45;margin-top:8px;color:#666;text-align:center;">Fonte da imagem: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/justica/noticia/2026-09/csmpf-forma-maioria-para-manter-gonet-no-caso-master" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer">Agência Brasil</a></figcaption></figure>
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<p>O Conselho Superior do Ministério Público Federal (CSMPF) formou maioria de votos nesta sexta-feira (25) para manter o procurador-geral da República, Paulo Gonet, à frente das investigações que envolvem o Banco Master. Até o momento, seis conselheiros votaram pela permanência dele no caso.</p>
<p>O colegiado analisa uma representação apresentada por deputados do Partido Novo, que pede o afastamento de Gonet das apurações e a investigação de sua própria atuação no caso. A sessão prossegue para a tomada dos demais votos.</p>
<p>Além da permanência de Gonet, os conselheiros ainda vão deliberar sobre a abertura de uma investigação contra o procurador-geral. Nesse ponto, o placar está empatado em 3 a 3.</p>
<p>Gonet foi citado em conversas localizadas pela Polícia Federal no celular do ex-banqueiro Daniel Vorcaro, que está preso e teve o aparelho apreendido. As mensagens vieram a público depois que o ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), retirou o sigilo de parte dos documentos relacionados ao caso Master.</p>
<p>Na semana passada, o jornal O Globo publicou uma foto em que Gonet aparece fumando charuto ao lado de Vorcaro e de outras pessoas ligadas ao ex-banqueiro, durante um evento jurídico promovido pelo Master em abril de 2024, em Londres. Após a divulgação das mensagens e da fotografia, Gonet negou ter proximidade com Vorcaro e afirmou que sua interação com ele ocorreu de forma &#8220;brevíssima e banal&#8221;.</p>
<p>Análise WeekNews: A formação de maioria pela permanência de Gonet sinaliza que, até aqui, o colegiado não acolheu o pedido de afastamento formulado pelos deputados do Partido Novo. O empate na votação sobre a abertura de investigação contra o procurador-geral, no entanto, indica que a discussão sobre sua conduta no caso ainda está aberta e depende dos votos restantes.</p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/justica/noticia/2026-09/csmpf-forma-maioria-para-manter-gonet-no-caso-master" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer">Agência Brasil</a>.</p>

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		<item>
		<title>Conselho Superior do MPF vota nesta sexta se investiga Gonet por citações em mensagens de Vorcaro</title>
		<link>https://weeknews.online/conselho-superior-do-mpf-vota-nesta-sexta-se-investiga-gonet-por-citacoes-em-mensagens-de-vorcaro/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 25 Sep 2026 10:04:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticías]]></category>
		<category><![CDATA[canal do MPF no Youtube]]></category>
		<category><![CDATA[Caso Master]]></category>
		<category><![CDATA[Dino manda Polícia Federal investigar atuação da CVM no caso Master]]></category>
		<category><![CDATA[investigação]]></category>
		<category><![CDATA[Justiça]]></category>
		<category><![CDATA[Ministério Público Federal]]></category>
		<category><![CDATA[Paulo Gonet]]></category>
		<category><![CDATA[Paulo Gonet nega proximidade com Daniel Vorcaro]]></category>
		<category><![CDATA[proximidade com Vorcaro]]></category>
		<category><![CDATA[STF: Gilmar critica exposição de Gonet no caso Master por Mendonça]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Fonte da imagem: Agência Brasil O Conselho Superior do Ministério Público Federal (CSMPF) se reúne nesta sexta-feira (25) para decidir se abre investigação contra o procurador-geral da República, Paulo Gonet, por crime comum. A sessão está marcada para começar às 10h e será transmitida pelo canal do MPF no YouTube. Gonet preside o conselho, mas a condução da sessão caberá ao vice-presidente, Nicolau Dino. Após a abertura dos trabalhos, Dino passará a palavra ao subprocurador Francisco Sanseverino, relator do caso. Em seguida, será aberta a votação, da qual poderão participar mais oito conselheiros. Se houver maioria pela abertura da apuração, um subprocurador será designado para relatar a investigação contra Gonet. Caso a maioria rejeite a medida, o caso poderá ser arquivado. A decisão do conselho&#8230;</p>
<p class="excerpt-more"><a class="blog-excerpt button" href="https://weeknews.online/conselho-superior-do-mpf-vota-nesta-sexta-se-investiga-gonet-por-citacoes-em-mensagens-de-vorcaro/">Leia mais...</a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure class="weeknews-ai-media" style="margin:24px 0;max-width:100%;clear:both;"><img loading="lazy" style="max-width:100%;height:auto;display:block;" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/09/54972770217_96631972f9_o-1024x512.jpg" alt="Conselho Superior do MPF vota nesta sexta se investiga Gonet por citações em mensagens de Vorcaro" decoding="async"><figcaption class="weeknews-ai-credit" style="font-size:13px;line-height:1.45;margin-top:8px;color:#666;text-align:center;">Fonte da imagem: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/justica/noticia/2026-09/conselho-do-mpf-decide-se-abre-investigacao-contra-gonet" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer">Agência Brasil</a></figcaption></figure>
<p><a style="display:block;" href="https://weeknews.online/" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer"></p>
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<p>O Conselho Superior do Ministério Público Federal (CSMPF) se reúne nesta sexta-feira (25) para decidir se abre investigação contra o procurador-geral da República, Paulo Gonet, por crime comum. A sessão está marcada para começar às 10h e será transmitida pelo canal do MPF no YouTube.</p>
<p>Gonet preside o conselho, mas a condução da sessão caberá ao vice-presidente, Nicolau Dino. Após a abertura dos trabalhos, Dino passará a palavra ao subprocurador Francisco Sanseverino, relator do caso. Em seguida, será aberta a votação, da qual poderão participar mais oito conselheiros.</p>
<p>Se houver maioria pela abertura da apuração, um subprocurador será designado para relatar a investigação contra Gonet. Caso a maioria rejeite a medida, o caso poderá ser arquivado.</p>
<p>A decisão do conselho foi motivada por citações ao nome de Gonet em conversas encontradas pela Polícia Federal no celular do ex-banqueiro Daniel Vorcaro, que está preso e teve o aparelho apreendido. As mensagens vieram à tona depois que o ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), retirou o sigilo da parte da investigação que também cita mensagens do ex-banqueiro a um celular atribuído ao ministro Alexandre de Moraes.</p>
<p>Segundo a PF, Vorcaro intensificou o envio de mensagens ao número atribuído a Moraes nos dias anteriores à sua prisão, ocorrida em 17 de novembro do ano passado. Em 15 de novembro de 2025, o ex-banqueiro demonstrou preocupação com o avanço das investigações da PF, que ainda tramitavam na primeira instância da Justiça Federal em Brasília, e citou os nomes de Gonet e do diretor-geral da corporação, Andrei Rodrigues. Na mensagem, escreveu: &#8220;Não conseguimos reverter isso com Paulo ou Andrei? Muita sacanagem isso. Isso em Brasília?&#8221;. Apesar da citação, não há indícios de que Gonet e Andrei tenham interferido nas investigações.</p>
<p>Na semana passada, o jornal O Globo publicou foto na qual Gonet aparece fumando charuto com Vorcaro e outras pessoas ligadas ao ex-banqueiro, durante evento jurídico promovido pelo Master em abril de 2024, em Londres.</p>
<p>Após o surgimento das conversas, Gonet pediu ao STF a anulação do relatório da PF que encontrou as citações. Segundo o procurador, André Mendonça investigou Moraes ilegalmente ao determinar o aprofundamento da apuração sobre o caso Master para esmiuçar as conversas envolvendo o ministro e o ex-banqueiro. No entendimento de Gonet, esse aprofundamento só poderia ocorrer após autorização do plenário da Corte. A análise do pedido de anulação estava prevista para a última quarta-feira (23), mas a sessão foi desmarcada.</p>
<p>Gonet negou proximidade com Vorcaro e afirmou que sua interação com ele ocorreu de forma &#8220;brevíssima e banal&#8221;.</p>
<p>Análise WeekNews: A sessão desta sexta coloca o próprio presidente do CSMPF na condição de alvo de uma decisão que ele normalmente conduziria. O desfecho depende de maioria entre os conselheiros e pode resultar tanto na designação de um subprocurador para relatar o caso quanto no arquivamento. O episódio também mantém em aberto, no STF, o pedido de Gonet para anular o relatório da PF, cuja análise foi adiada.</p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/justica/noticia/2026-09/conselho-do-mpf-decide-se-abre-investigacao-contra-gonet" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer">Agência Brasil</a>.</p>

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			</item>
		<item>
		<title>Decisão judicial garante a idosos compra de passagem interestadual com 50% de desconto sem prazo de antecedência</title>
		<link>https://weeknews.online/decisao-judicial-garante-a-idosos-compra-de-passagem-interestadual-com-50-de-desconto-sem-prazo-de-antecedencia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 25 Aug 2026 19:00:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Pesquisa e Inovação]]></category>
		<category><![CDATA[Aumento do eleitorado idoso pauta campanhas]]></category>
		<category><![CDATA[Cidade Amiga do Idoso reconhece políticas públicas municipais]]></category>
		<category><![CDATA[direito de idosos]]></category>
		<category><![CDATA[Justiça]]></category>
		<category><![CDATA[Lei nº 10.741/2003]]></category>
		<category><![CDATA[mas abstenção é desafio]]></category>
		<category><![CDATA[Ministério Público Federal]]></category>
		<category><![CDATA[passagens interestaduais]]></category>
		<category><![CDATA[TRE de Alagoas lança HQ para orientar idosos contra desinformação]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Fonte da imagem: Agência Brasil Uma decisão da Justiça Federal em Rondônia reafirmou o direito de idosos de baixa renda à compra de passagens interestaduais de ônibus com 50% de desconto, sem a imposição de prazos de antecedência. A medida, que tem abrangência nacional, foi tomada em ação movida pelo Ministério Público Federal (MPF) e anula a exigência de que os beneficiários adquirissem os bilhetes com até seis ou doze horas de antecedência, conforme a distância da viagem. O desconto é garantido pelo Estatuto do Idoso (Lei nº 10.741/2003) e regulamentado pelo decreto presidencial nº 5.934. Pela legislação, pessoas com 60 anos ou mais e renda igual ou inferior a dois salários mínimos — atualmente R$ 3.242 — têm direito à gratuidade em duas vagas&#8230;</p>
<p class="excerpt-more"><a class="blog-excerpt button" href="https://weeknews.online/decisao-judicial-garante-a-idosos-compra-de-passagem-interestadual-com-50-de-desconto-sem-prazo-de-antecedencia/">Leia mais...</a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure class="weeknews-ai-media" style="margin:24px 0;max-width:100%;clear:both;"><img loading="lazy" style="max-width:100%;height:auto;display:block;" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/08/img_6852-1024x512.jpg" alt="Decisão judicial garante a idosos compra de passagem interestadual com 50% de desconto sem prazo de antecedência" decoding="async"><figcaption class="weeknews-ai-credit" style="font-size:13px;line-height:1.45;margin-top:8px;color:#666;text-align:center;">Fonte da imagem: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/justica/noticia/2026-08/justica-preserva-direito-de-idosos-passagens-interestaduais" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer">Agência Brasil</a></figcaption></figure>
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<p>Uma decisão da Justiça Federal em Rondônia reafirmou o direito de idosos de baixa renda à compra de passagens interestaduais de ônibus com 50% de desconto, sem a imposição de prazos de antecedência. A medida, que tem abrangência nacional, foi tomada em ação movida pelo Ministério Público Federal (MPF) e anula a exigência de que os beneficiários adquirissem os bilhetes com até seis ou doze horas de antecedência, conforme a distância da viagem.</p>
<p>O desconto é garantido pelo Estatuto do Idoso (Lei nº 10.741/2003) e regulamentado pelo decreto presidencial nº 5.934. Pela legislação, pessoas com 60 anos ou mais e renda igual ou inferior a dois salários mínimos — atualmente R$ 3.242 — têm direito à gratuidade em duas vagas por veículo e ao desconto de 50% em passagens para viagens interestaduais, sem restrição de horário de compra.</p>
<p>A decisão da 2ª Vara Cível de Porto Velho, confirmada pelo desembargador federal Alexandre Jorge Fontes Laranjeira, considerou que a limitação temporal imposta por norma infralegal extrapolava o poder regulamentar, criando barreira não prevista no Estatuto do Idoso. O magistrado citou acórdão de novembro de 2025 que já havia apontado a ilegalidade das restrições.</p>
<p>A Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) informou que, na prática, os prazos restritivos já estavam suspensos e que, com a nova decisão, o passageiro pode solicitar o benefício assim que a viagem estiver disponível para venda. A agência também lembrou que as empresas de transporte rodoviário, ferroviário e aquaviário interestadual devem reservar as vagas gratuitas e informar, em canais eletrônicos, a disponibilidade e ocupação dos assentos.</p>
<p>Para obter o benefício, o idoso deve apresentar documento oficial com foto, CPF e comprovante de renda no guichê da companhia. Caso a empresa se recuse a conceder a gratuidade ou o desconto, deve fornecer documento explicando o motivo. Denúncias podem ser registradas na ANTT pelo telefone 166, pelo WhatsApp (61) 99688-4306 ou pelo canal Fale Conosco.</p>
<p>Análise WeekNews: A decisão reforça a interpretação de que o Estatuto do Idoso deve prevalecer sobre normas infralegais que criem restrições não previstas em lei. Ao eliminar a exigência de antecedência, a Justiça amplia na prática o acesso ao benefício, permitindo que idosos de baixa renda planejem viagens com mais flexibilidade. A medida também sinaliza um controle mais rigoroso sobre a atuação regulatória da ANTT, que já havia suspendido os prazos, e tende a uniformizar o tratamento do tema em todo o país.</p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/justica/noticia/2026-08/justica-preserva-direito-de-idosos-passagens-interestaduais" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer">Agência Brasil</a>.</p>

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		<title>MPF denuncia duas empresas de reparo naval por despejo de resíduos na Baía de Guanabara</title>
		<link>https://weeknews.online/mpf-denuncia-duas-empresas-de-reparo-naval-por-despejo-de-residuos-na-baia-de-guanabara/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 05 Aug 2026 22:35:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Pesquisa e Inovação]]></category>
		<category><![CDATA[Baía de Guanabara]]></category>
		<category><![CDATA[Crime Ambiental]]></category>
		<category><![CDATA[Estudo propõe avanços na rastreabilidade ambiental da soja e da carne]]></category>
		<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Ministério Público Federal]]></category>
		<category><![CDATA[MPF]]></category>
		<category><![CDATA[MPF pede suspensão do programa Tolerância Zero na orla do Rio]]></category>
		<category><![CDATA[Polícia do Rio faz operações para prender dezenas de integrantes do CV]]></category>
		<category><![CDATA[Rio de Janeiro]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Fonte da imagem: Agência Brasil O Ministério Público Federal (MPF) denunciou duas empresas do setor de reparo naval, a Selano Trade Reparos Navais e a PSA Reparos Navais, por crimes ambientais decorrentes do despejo de resíduos perigosos na Baía de Guanabara. Segundo a denúncia, as companhias operaram um estaleiro sem licença ambiental no bairro do Caju, na zona portuária do Rio de Janeiro, durante sete anos, período em que resíduos teriam sido armazenados e abandonados de forma irregular, permitindo que parte deles atingisse as águas da baía. A Agência Brasil não conseguiu contato com as empresas denunciadas e mantém o espaço aberto a suas manifestações. Na ação penal, o MPF pede a fixação de valor mínimo de R$ 1,45 milhão para reparação dos danos ambientais.&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure class="weeknews-ai-media" style="margin:24px 0;max-width:100%;clear:both;"><img loading="lazy" style="max-width:100%;height:auto;display:block;" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/08/trbr1697-1024x512.jpg" alt="MPF denuncia duas empresas de reparo naval por despejo de resíduos na Baía de Guanabara" decoding="async"><figcaption class="weeknews-ai-credit" style="font-size:13px;line-height:1.45;margin-top:8px;color:#666;text-align:center;">Fonte da imagem: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/meio-ambiente/noticia/2026-08/mpf-denuncia-empresas-por-despejo-de-residuos-na-baia-de-guanabara" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer">Agência Brasil</a></figcaption></figure>
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<p>O Ministério Público Federal (MPF) denunciou duas empresas do setor de reparo naval, a Selano Trade Reparos Navais e a PSA Reparos Navais, por crimes ambientais decorrentes do despejo de resíduos perigosos na Baía de Guanabara. Segundo a denúncia, as companhias operaram um estaleiro sem licença ambiental no bairro do Caju, na zona portuária do Rio de Janeiro, durante sete anos, período em que resíduos teriam sido armazenados e abandonados de forma irregular, permitindo que parte deles atingisse as águas da baía.</p>
<p>A Agência Brasil não conseguiu contato com as empresas denunciadas e mantém o espaço aberto a suas manifestações. Na ação penal, o MPF pede a fixação de valor mínimo de R$ 1,45 milhão para reparação dos danos ambientais. O montante corresponde a 50% do rendimento que a promotoria estima ter sido obtido com a exploração comercial da área durante o período de funcionamento irregular do estaleiro.</p>
<p>De acordo com a denúncia, o funcionamento da instalação ocorreu entre fevereiro de 2018 e fevereiro de 2025. Durante esse período, as empresas teriam guardado e abandonado resíduos oleosos, cilindros de gases inflamáveis e outras substâncias perigosas em desacordo com a legislação ambiental. Segundo o MPF, o descarte irregular desses materiais atingiu a Baía de Guanabara, provocando danos irreparáveis ao meio ambiente.</p>
<p>A investigação foi iniciada após fiscalização do Instituto Estadual do Ambiente (Inea), com apoio da Delegacia de Proteção ao Meio Ambiente (DPMA), em fevereiro de 2025. Os agentes constataram que o estaleiro funcionava normalmente, realizando serviços de manutenção em embarcações, apesar da inexistência de licença ambiental. Durante a inspeção, a equipe verificou o reparo de uma embarcação, evidenciando a continuidade da atividade econômica desenvolvida no local.</p>
<p>Laudo produzido pelo Instituto de Criminalística Carlos Éboli (ICCE) confirmou a ausência de licença ambiental e identificou diversas irregularidades na gestão de resíduos. Os peritos encontraram isotanques com resíduos oleosos armazenados de forma inadequada, cilindros de gás liquefeito de petróleo (GLP) espalhados pelo terreno, pontos de abastecimento de óleo diesel e oxigênio utilizados nas atividades de soldagem, além de resíduos perigosos depositados próximos aos contêineres e às margens da Baía de Guanabara, ocasionando poluição hídrica.</p>
<p>Ainda segundo a denúncia, o administrador das empresas admitiu, em depoimento prestado à polícia e ao MPF, que o estaleiro funcionava sem licença ambiental. Embora tenha alegado dificuldades relacionadas à situação da área onde o empreendimento operava, o MPF sustenta que cabia exclusivamente às empresas e ao seu administrador obter o licenciamento ambiental e garantir a destinação adequada dos resíduos perigosos gerados pela atividade.</p>
<p>O caso segue agora na esfera judicial, com o MPF buscando a responsabilização criminal das empresas e a reparação dos danos causados ao meio ambiente. A denúncia reforça a preocupação com a proteção da Baía de Guanabara, um dos principais ecossistemas do estado do Rio de Janeiro, e com a fiscalização de atividades potencialmente poluidoras na região portuária.</p>
<p>A ação penal também destaca a importância do licenciamento ambiental como instrumento de controle e prevenção de danos, além da necessidade de destinação adequada de resíduos perigosos por parte de empresas que atuam em setores de alto impacto, como o de reparo naval. O MPF, por meio da denúncia, busca não apenas a punição dos responsáveis, mas também a garantia de que medidas de reparação sejam adotadas para minimizar os impactos já causados ao ambiente.</p>
<p>Enquanto isso, a população e as autoridades ambientais permanecem atentas aos desdobramentos do caso, que pode servir de precedente para o fortalecimento da fiscalização e da responsabilização de empresas que atuam à margem da legislação ambiental. A Baía de Guanabara, que já sofre com décadas de poluição, agora enfrenta mais um capítulo de degradação, cujos efeitos podem ser sentidos por anos.</p>
<p>A reportagem da Agência Brasil tentou contato com as empresas denunciadas, mas não obteve resposta até o fechamento desta matéria. O espaço segue aberto para manifestações. O MPF, por sua vez, não detalhou o andamento processual, mas a denúncia já foi protocolada e deverá ser analisada pela Justiça Federal.</p>
<p>A ação do MPF é mais um passo na tentativa de coibir práticas ilegais que afetam diretamente a saúde do ecossistema da Baía de Guanabara e, consequentemente, a qualidade de vida das comunidades que dependem de suas águas para sobrevivência e lazer. A expectativa é de que o caso contribua para o fortalecimento das políticas de proteção ambiental na região.</p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/meio-ambiente/noticia/2026-08/mpf-denuncia-empresas-por-despejo-de-residuos-na-baia-de-guanabara" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer">Agência Brasil</a>.</p>

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		<title>Documentos históricos do antigo IML do Rio são retirados de prédio na Lapa em nova etapa de preservação</title>
		<link>https://weeknews.online/documentos-historicos-do-antigo-iml-do-rio-sao-retirados-de-predio-na-lapa-em-nova-etapa-de-preservacao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 Jul 2026 20:50:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticías]]></category>
		<category><![CDATA[Anistia: conselheiro quer que empresas paguem por apoio à ditadura]]></category>
		<category><![CDATA[Arquivo Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Arquivo Público do Rio de Janeiro]]></category>
		<category><![CDATA[Direitos Humanos]]></category>
		<category><![CDATA[Estado Novo]]></category>
		<category><![CDATA[Estado pede desculpas por desaparecimento de aluno da UnB na ditadura]]></category>
		<category><![CDATA[Famílias de vítimas da ditadura recebem novas certidões retificadas]]></category>
		<category><![CDATA[Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Iphan]]></category>
		<category><![CDATA[Ministério Público Federal]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Fonte da imagem: Agência Brasil O Arquivo Público do Rio de Janeiro, o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) e organizações de direitos humanos concluíram mais uma etapa do resgate do acervo histórico que estava armazenado no antigo prédio do Instituto Médico Legal (IML), na Lapa, região central da capital fluminense. A ação, realizada nesta quarta-feira (23), contou com o acompanhamento do Ministério Público Federal (MPF) e a participação do Coletivo Memória, Verdade, Justiça e Reparação e do Programa Pró Memórias, do Instituto Galo da Manhã. A iniciativa integra o cumprimento de decisões judiciais obtidas pelo MPF para garantir a retirada integral e a preservação dos documentos, que estavam em condições precárias no imóvel. O material recolhido agora inclui pastas funcionais de agentes&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure class="weeknews-ai-media" style="margin:24px 0;max-width:100%;clear:both;"><img loading="lazy" style="max-width:100%;height:auto;display:block;" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/07/174352228867ec09f0b22aa_1743522288_3x2_rt-1024x512.jpg" alt="Documentos históricos do antigo IML do Rio são retirados de prédio na Lapa em nova etapa de preservação" decoding="async"><figcaption class="weeknews-ai-credit" style="font-size:13px;line-height:1.45;margin-top:8px;color:#666;text-align:center;">Fonte da imagem: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/direitos-humanos/noticia/2026-07/acervo-historico-do-antigo-iml-do-rio-e-retirado-de-predio-na-lapa" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer">Agência Brasil</a></figcaption></figure>
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<p>O Arquivo Público do Rio de Janeiro, o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) e organizações de direitos humanos concluíram mais uma etapa do resgate do acervo histórico que estava armazenado no antigo prédio do Instituto Médico Legal (IML), na Lapa, região central da capital fluminense. A ação, realizada nesta quarta-feira (23), contou com o acompanhamento do Ministério Público Federal (MPF) e a participação do Coletivo Memória, Verdade, Justiça e Reparação e do Programa Pró Memórias, do Instituto Galo da Manhã.</p>
<p>A iniciativa integra o cumprimento de decisões judiciais obtidas pelo MPF para garantir a retirada integral e a preservação dos documentos, que estavam em condições precárias no imóvel. O material recolhido agora inclui pastas funcionais de agentes da extinta Delegacia Especial de Segurança Política e Social (Desps), órgão que funcionou como polícia política durante o Estado Novo, além de microfilmes com laudos cadavéricos produzidos entre 1965 e 1982.</p>
<p>O conjunto amplia o volume de documentos históricos retirados do antigo IML desde maio deste ano. As pastas funcionais da Desps podem contribuir para pesquisas sobre a estrutura da repressão estatal durante o Estado Novo, enquanto os microfilmes preservam registros periciais de quase duas décadas. “Cada etapa concluída representa avanço na proteção de um patrimônio documental indispensável para preservar a memória histórica do país e garantir o direito à verdade”, afirmou o procurador regional dos Direitos do Cidadão adjunto Julio Araujo.</p>
<p>O trabalho do MPF no caso começou em março de 2025, depois que inspeções no prédio do antigo IML identificaram um cenário de abandono. Os documentos estavam expostos à umidade, infiltrações, fezes de pombos, riscos de incêndio, invasões e deterioração acelerada. Ao longo do processo, a Justiça Federal e o Tribunal Regional Federal da 2ª Região determinaram medidas para proteger o imóvel, reforçar a segurança e assegurar a transferência do acervo para instalações adequadas.</p>
<p>Em março de 2026, uma sentença da Justiça Federal determinou que a União concluísse a reversão do imóvel e que o estado do Rio de Janeiro promovesse a retirada e o tratamento técnico de toda a documentação. A primeira etapa do recolhimento ocorreu em maio deste ano, quando foram retirados livros de registro de entrada e saída de corpos do IML, livros de registro de óbitos das décadas de 1960, 1970 e 1980, objetos tridimensionais, mapas e fotografias.</p>
<p>A ação desta quarta-feira representa mais um passo no cumprimento dessas determinações judiciais. O material retirado agora, composto por documentos funcionais da Desps e microfilmes de laudos cadavéricos, se soma ao que já havia sido resgatado, formando um acervo de grande valor para a memória histórica do país. A participação do Coletivo Memória, Verdade, Justiça e Reparação e do Programa Pró Memórias reforça o caráter de defesa dos direitos humanos envolvido na operação.</p>
<p>O prédio do antigo IML, localizado na Lapa, vinha sendo alvo de preocupação de historiadores e ativistas devido ao estado de abandono. As condições insalubres ameaçavam a integridade de documentos que registram desde períodos autoritários, como o Estado Novo, até a rotina pericial das décadas seguintes. A atuação conjunta do MPF, do Arquivo Público do Rio e do Iphan busca garantir que esse patrimônio não se perca.</p>
<p>A retirada dos documentos é vista como fundamental para o direito à verdade e à memória, especialmente no que se refere à atuação da polícia política durante o Estado Novo. As pastas funcionais dos agentes da Desps podem revelar detalhes sobre a estrutura repressiva da época, enquanto os microfilmes de laudos cadavéricos oferecem um registro pericial de longo prazo. A expectativa é que, após o tratamento técnico, o material fique disponível para consulta de pesquisadores e do público.</p>
<p>O MPF continua acompanhando o processo para assegurar que todas as etapas determinadas pela Justiça sejam cumpridas. A reversão do imóvel para a União e a transferência completa do acervo para locais adequados seguem como próximos passos. Enquanto isso, o material já retirado passa por avaliação e catalogação, com o objetivo de preservar a memória histórica do país e garantir o acesso à informação.</p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/direitos-humanos/noticia/2026-07/acervo-historico-do-antigo-iml-do-rio-e-retirado-de-predio-na-lapa" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer">Agência Brasil</a>.</p>

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		<title>Justiça manda União demarcar Terra Indígena do povo Kajkwakratxi</title>
		<link>https://weeknews.online/justica-manda-uniao-demarcar-terra-indigena-do-povo-kajkwakratxi/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 12 Jun 2026 19:30:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticías]]></category>
		<category><![CDATA[Defensoria Pública da União]]></category>
		<category><![CDATA[Fachin determina desintrusão da Terra Indígena Cachoeira Seca]]></category>
		<category><![CDATA[Justiça]]></category>
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		<category><![CDATA[Povos Indígenas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Feed Últimas. A Justiça Federal em Mato Grosso determinou que a União e a Fundação Nacional dos Povos Indígenas (Funai) concluam o processo de demarcação da terra indígena do povo Kajkwakratxi (Tapayuna) num prazo de 24 meses. O juiz federal Pablo Kipper Aguilar ordenou ainda o pagamento de R$ 10 milhões em danos morais coletivos e a realização de uma cerimônia pública de pedido de desculpas aos indígenas. Na decisão, o magistrado reconheceu violações de direitos humanos cometidas contra o povo Kajkwakratxi. O juiz mandou a União reunir toda a documentação disponível no Arquivo Nacional sobre violências ocorridas durante o processo de colonização da região do Rio Arinos e a remoção forçada desse povo ao Parque Indígena do Xingu. No processo, os indígenas contaram com o apoio&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div class="welcome-container" style="text-align:center; margin:35px 0 15px 0;">
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<p>Feed Últimas.</p>

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<p><strong>A Justiça Federal em Mato Grosso determinou que a União e a Fundação Nacional dos Povos Indígenas (Funai) concluam o processo de demarcação da terra indígena do povo Kajkwakratxi (Tapayuna) num prazo de 24 meses.</strong></p>
<p><strong>O juiz federal Pablo Kipper Aguilar ordenou ainda o pagamento de R$ 10 milhões em danos morais coletivos e a realização de uma cerimônia pública de pedido de desculpas aos indígenas.</strong></p>
<p>Na decisão, o magistrado reconheceu violações de direitos humanos cometidas contra o povo Kajkwakratxi. O juiz mandou a União reunir toda a documentação disponível no Arquivo Nacional sobre violências ocorridas durante o processo de colonização da região do Rio Arinos e a remoção forçada desse povo ao Parque Indígena do Xingu.</p>
<p>No processo, os indígenas contaram com o apoio da Defensoria Pública da União (DPU) e do Ministério Público Federal (MPF).</p>
<p>O magistrado afastou o argumento da Funai e da União de que o Supremo Tribunal Federal (STF) já estabeleceu prazo de dez anos para a conclusão das demarcações em andamento. Para ele, tal prazo tem natureza administrativa e não impede a atuação da Justiça quando há demora excessiva.</p>
<p>“Agradeço a luta coletiva, fico muito feliz, a comunidade fica muito feliz, é uma surpresa”, disse Wetaktxi Tapayuna, presidente da Associação Indígena Tapayuna (AIT), de acordo com mensagem divulgada pela DPU. </p>
<p>Ele acrescentou que a comunidade considera a decisão “emocionante”. “É muita alegria ver toda essa trajetória que passamos até chegar nesse ponto tão importante, com relação ao nosso povo, com as gerações que estão lutando pelo território tradicional, para demarcação do território tradicional, com expectativa de viver em cima dos seus parentes que deixaram naquele tempo. Para defender nossa ancestralidade, para viver com a alma dos parentes”, completou Wetaktxi Tapayuna.</p>
<p><strong>De acordo com o MPF, os indígenas Kajkwakratxi foram alvo de uma série de violências ao longo do século 20, que resultaram na desestruturação social do grupo.</strong> Na década de 1970, eles foram removidos à força, pelo Estado, de seu território tradicional para o Parque Nacional do Xingu.</p>
<p>Em seguida, uma Reserva Indígena Tapayuna chegou a ser criada em 1968, mas foi extinta em 1976 sob o argumento de que não haveria indígenas na área. Há indícios, porém, de que até o presente momento existem indígenas da etnia isolada na região de ocupação tradicional.</p>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p></p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/justica/noticia/2026-06/justica-manda-uniao-demarcar-terra-indigena-do-povo-kajkwakratxi" target="_blank" rel="nofollow noopener">Agência Brasil EBC</a></p>
<p></p>
<p>Fri, 12 Jun 2026 15:47:00 -0300</p>
<p></p>

<p>O post <a href="https://weeknews.online/justica-manda-uniao-demarcar-terra-indigena-do-povo-kajkwakratxi/">Justiça manda União demarcar Terra Indígena do povo Kajkwakratxi</a> apareceu primeiro em <a href="https://weeknews.online">WeekNews</a>.</p>
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		<item>
		<title>Justiça condena Marinha a pagar R$ 200 mil por ofensas a João Cândido</title>
		<link>https://weeknews.online/justica-condena-marinha-a-pagar-r-200-mil-por-ofensas-a-joao-candido/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 21 May 2026 22:10:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticías]]></category>
		<category><![CDATA[ação civil pública ajuizada pelo Ministério Público Federal]]></category>
		<category><![CDATA[Filho de João Cândido rebate Marinha: “meu pai é um herói popular”]]></category>
		<category><![CDATA[inscrição de João Cândido no Livro de Heróis e Heroínas da Pátria]]></category>
		<category><![CDATA[João Cândito]]></category>
		<category><![CDATA[Justiça]]></category>
		<category><![CDATA[Marinha]]></category>
		<category><![CDATA[Ministério Público Federal]]></category>
		<category><![CDATA[MPF cobra julgamento da Marinha por ofensas ao legado de João Cândido]]></category>
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		<category><![CDATA[Revolta da Chibata]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Feed Últimas. A 4ª Vara Federal do Rio de Janeiro condenou a União a pagar uma indenização de R$ 200 mil por danos morais coletivos por causa de ofensas a João Cândido Felisberto e aos participantes da Revolta da Chibata feitas pela Marinha do Brasil.  A sentença foi proferida pelo juiz federal substituto Mario Victor Braga Pereira Francisco de Souza, nos autos de ação civil pública ajuizada pelo Ministério Público Federal (MPF).   A ação questionava manifestações institucionais da Marinha do Brasil relacionadas ao Projeto de Lei nº 4.046/2021, que propõe a inscrição de João Cândido no Livro de Heróis e Heroínas da Pátria.   Segundo o MPF, em ofício encaminhado à Comissão de Cultura da Câmara dos Deputados, a Marinha teria classificado a Revolta da&#8230;</p>
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<p>    </a>
</div>

<p>Feed Últimas.</p>

<p></p>
<div>
<p><strong>A 4ª Vara Federal do Rio de Janeiro condenou a União a pagar uma indenização de R$ 200 mil por danos morais coletivos por causa de ofensas a João Cândido Felisberto e aos participantes da Revolta da Chibata feitas pela Marinha do Brasil. </strong></p>
<p>A sentença foi proferida pelo juiz federal substituto Mario Victor Braga Pereira Francisco de Souza, nos autos de <a rel="nofollow" target="_blank" href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/justica/noticia/2026-05/mpf-cobra-julgamento-da-marinha-por-ofensas-ao-legado-de-joao-candido">ação civil pública ajuizada pelo Ministério Público Federal </a>(MPF).  </p>
<p>A ação questionava manifestações institucionais da Marinha do Brasil relacionadas ao Projeto de Lei nº 4.046/2021, que propõe a <a rel="nofollow" target="_blank" href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2024-04/filho-de-joao-candido-rebate-marinha-meu-pai-e-um-heroi-popular">inscrição de João Cândido no Livro de Heróis e Heroínas da Pátria</a>.  </p>
<p>Segundo o MPF, em ofício encaminhado à Comissão de Cultura da Câmara dos Deputados,<strong> a Marinha teria classificado a Revolta da Chibata como “deplorável página da história nacional”, além de utilizar expressões como “abjetos” e “reprovável exemplo” para se referir aos marinheiros envolvidos no movimento. </strong></p>
<p>Na sentença, segundo a Justiça, o magistrado reconheceu que a Marinha tem legitimidade para apresentar ao Parlamento sua interpretação técnico-histórica sobre os fatos ocorridos em 1910, inclusive posicionando-se contra a concessão da honraria. <strong>Contudo, destacou que a liberdade de expressão institucional não autoriza o uso de linguagem ofensiva ou discriminatória.</strong></p>
<p>A decisão estabelece que a indenização por dano moral coletivo de R$ 200 mil deverá ser destinada a projetos de valorização e preservação da memória de João Cândido e da Revolta da Chibata. </p>
<p>Além de fixar a indenização, a Justiça determinou que a União se abstenha de utilizar linguagem considerada estigmatizante ou pejorativa em manifestações oficiais sobre João Cândido Felisberto e os participantes da Revolta da Chibata.</p>
<h2>Revolta da Chibata</h2>
<p><strong>Em 1910, a Revolta da Chibata, liderada por João Cândido, mobilizou marinheiros, a maioria negros e pobres, contra açoites e condições degradantes na Marinha. </strong>O movimento emergiu após um homem receber 250 chibatadas. Em quatro dias de levante, os castigos foram abolidos.</p>
<p>Filho de ex-escravos, João Cândido nasceu em 1880 em uma fazenda cuja localização situa-se dentro dos atuais limites do município de Encruzilhada do Sul (RS). Ele ingressou na Marinha aos 15 anos de idade. Por sua atuação à frente da Revolta da Chibata, foi apelidado de almirante negro.</p>
<p>A revolta envolveu a tomada de embarcações atracadas na Baía de Guanabara, entre os dias 22 e 27 de novembro de 1910, em protesto contra os baixos salários, a ausência de um plano de carreira e, sobretudo, as chicotadas aplicadas como punições.</p>
<p>A decisão da Justiça também ressaltou que a Lei nº 11.756/2008, que concedeu anistia post mortem a João Cândido e aos demais participantes da revolta, reconheceu formalmente os “valores de justiça e igualdade” defendidos pelos revoltosos.</p>
<p>Segundo o magistrado, esse reconhecimento impõe à Administração Pública o dever de observar linguagem compatível com os princípios da dignidade humana e da impessoalidade. </p>
<p>A <strong>Agência Brasil </strong>entrou em contato com a Marinha do Brasil e mantém espaço aberto para incluir um posicionamento.</p>
<p><strong>Saiba mais na reportagem do Repórter Brasil Tarde, da TV Brasil:</strong></p>
<p><iframe title="Repórter Brasil Tarde, 21/05/2026" width="700" height="394" src="https://www.youtube.com/embed/cVFPyTv681Q?feature=oembed&#038;enablejsapi=1" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p></p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/justica/noticia/2026-05/justica-condena-marinha-pagar-r-200-mil-por-ofensas-joao-candido" target="_blank" rel="nofollow noopener">Agência Brasil EBC</a></p>
<p></p>
<p>Thu, 21 May 2026 19:02:00 -0300</p>
<p></p>

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			</item>
		<item>
		<title>MPF denuncia 10 investigados por fraudes em concursos públicos</title>
		<link>https://weeknews.online/mpf-denuncia-10-investigados-por-fraudes-em-concursos-publicos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 29 Apr 2026 17:51:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Segurança]]></category>
		<category><![CDATA[Baixar]]></category>
		<category><![CDATA[Concurso Público]]></category>
		<category><![CDATA[Fraude]]></category>
		<category><![CDATA[Ministério Público Federal]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Feed Editoria Radioagência Nacional. Dez pessoas foram denunciadas pelo Ministério Público Federal como integrantes ou colaboradores de uma organização criminosa montada para fraudar concursos públicos em diferentes estados. Entre os denunciados estão os gestores do esquema, os intermediários, quem fotografava as questões, quem respondia, e os beneficiários. Um deles, inclusive, tem vínculo direto com o núcleo criminoso. O esquema funcionava de forma coordenada, com as tarefas divididas em três estados: Paraíba, Pernambuco e Alagoas. O grupo infiltrava pessoas para fotografar as provas, enviava as imagens para especialistas e depois vendia os gabaritos por até R$ 280 mil por candidato. As investigações apontaram fraudes no Concurso Público Nacional Unificado de 2024; das Polícias Civis de Pernambuco e Alagoas; de Tribunais; da Universidade Federal da Paraíba; Caixa Econômica Federal e Banco&#8230;</p>
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</div>
<p>
Feed Editoria Radioagência Nacional.<br />
<br />
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<p>Dez pessoas foram denunciadas pelo Ministério Público Federal como integrantes ou colaboradores de uma organização criminosa montada para fraudar concursos públicos em diferentes estados.<img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/04/1777485109_934_ebc.png" style="width:1px;height:1px;display:inline" /><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/04/1777485109_886_ebc.gif" style="width:1px;height:1px;display:inline" /></p>
<p>Entre os denunciados estão os gestores do esquema, os intermediários, quem fotografava as questões, quem respondia, e os beneficiários. Um deles, inclusive, tem vínculo direto com o núcleo criminoso.</p>
<p>O esquema funcionava de forma coordenada, com as tarefas divididas em três estados: Paraíba, Pernambuco e Alagoas.</p>
<p>O grupo infiltrava pessoas para fotografar as provas, enviava as imagens para especialistas e depois vendia os gabaritos por até R$ 280 mil por candidato.</p>
<p>As investigações apontaram fraudes no Concurso Público Nacional Unificado de 2024; das Polícias Civis de Pernambuco e Alagoas; de Tribunais; da Universidade Federal da Paraíba; Caixa Econômica Federal e Banco do Brasil.</p>
<p>No concurso da Polícia Federal, em 2025, por exemplo, foi identificada fraude na prova para delegado.</p>
<p>Os candidatos investigados foram excluídos dos processos seletivos, e afastados dos cargos públicos já ocupados.</p>
<p>O MPF também vai pedir a revogação dos benefícios de colaboração de dois denunciados, que omitiram informações e continuaram a praticar atividades ilícitas.</p>
<p>  <span class="hms hms-format-m-ss">1:20</span> Gabriel Corrêa &#8211; repórter da Rádio Nacional , Feed Editoria Radioagência Nacional. </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/radioagencia-nacional/seguranca/audio/2026-04/mpf-denuncia-10-investigados-por-fraudes-em-concursos-publicos">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Wed, 29 Apr 2026 13:56:00 -0300 </p>

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			</item>
		<item>
		<title>MPF denuncia mineração ilegal na Amazônia à CIDH</title>
		<link>https://weeknews.online/mpf-denuncia-mineracao-ilegal-na-amazonia-a-cidh/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 27 Apr 2026 20:18:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Pesquisa e Inovação]]></category>
		<category><![CDATA[Amazônia]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil é denunciado à OEA por ações policiais do governo de SP]]></category>
		<category><![CDATA[CIDH]]></category>
		<category><![CDATA[CIDH realiza audiência sobre operações policiais no Rio de Janeiro]]></category>
		<category><![CDATA[Comissão Interamericana de Direitos Humanos]]></category>
		<category><![CDATA[de 2024]]></category>
		<category><![CDATA[Garimpo Ilegal]]></category>
		<category><![CDATA[Ibama]]></category>
		<category><![CDATA[Instrução Normativa Ibama nº 26]]></category>
		<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Ministério Público Federal]]></category>
		<category><![CDATA[MPF]]></category>
		<category><![CDATA[nº 97.507/1989]]></category>
		<category><![CDATA[nº 97.634/1989]]></category>
		<category><![CDATA[Organização dos Estados Americanos]]></category>
		<category><![CDATA[PF combate venda de diesel para garimpos ilegais em terra indígena]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Feed Últimas. Os prejuízos à saúde e ao meio ambiente causados pelo mercúrio usado em garimpos ilegais na Amazônia foi denunciado à Comissão Interamericana de Direitos Humanos (CIDH), com a apresentação de um estudo pelo Ministério Público Federal (MPF). O órgão autônomo internacional é vinculado à Organização dos Estados Americanos (OEA). O documento, apresentado na semana passada, é complementar à exposição que o MPF fez, em março, à Relatoria Especial sobre Direitos Econômicos, Sociais, Culturais e Ambientais (Redesca), ligada à CIDH. Contaminação do ecossistema Notícias relacionadas: PF combate venda de diesel para garimpos ilegais em terra indígena. CIDH realiza audiência sobre operações policiais no Rio de Janeiro. Brasil é denunciado à OEA por ações policiais do governo de SP. A substância líquida é recorrentemente utilizada em garimpos ilegais,&#8230;</p>
<p class="excerpt-more"><a class="blog-excerpt button" href="https://weeknews.online/mpf-denuncia-mineracao-ilegal-na-amazonia-a-cidh/">Leia mais...</a></p>
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Feed Últimas.<br />
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<p><p style="text-align:center">
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				</p>
<p>Os prejuízos à saúde e ao meio ambiente causados pelo mercúrio usado em garimpos ilegais na Amazônia foi denunciado à Comissão Interamericana de Direitos Humanos (CIDH), com a apresentação de um estudo pelo Ministério Público Federal (MPF). O órgão autônomo internacional é vinculado à Organização dos Estados Americanos (OEA).<img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/04/1777321131_382_ebc.png" style="width:1px;height:1px;display:inline" /><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/04/1777321131_944_ebc.gif" style="width:1px;height:1px;display:inline" /></p>
<p>O documento, apresentado na semana passada, é complementar à exposição que o MPF fez, em março, à Relatoria Especial sobre Direitos Econômicos, Sociais, Culturais e Ambientais (Redesca), ligada à CIDH.</p>
<h2>Contaminação do ecossistema</h2>
<p><h3>Notícias relacionadas:</h3>
<ul>
<li>PF combate venda de diesel para garimpos ilegais em terra indígena.</li>
<li>CIDH realiza audiência sobre operações policiais no Rio de Janeiro.</li>
<li>Brasil é denunciado à OEA por ações policiais do governo de SP.</li>
</ul>
<p>A substância líquida é recorrentemente utilizada em garimpos ilegais, porque tem a propriedade de se juntar facilmente a partículas de ouro, formando a chamada “amálgama”.</p>
<p>Após a formação dessa liga metálica, ela é aquecida por um maçarico. Com o aumento da temperatura, o mercúrio evapora e resta apenas o ouro garimpado.</p>
<p><strong>O mercúrio vaporizado se espalha pelo ar e cai no solo e na água, contaminando rios, cursos d’água e peixes ─ base da alimentação de indígenas e das populações ribeirinhas, podendo causar problemas neurológicos.</strong></p>
<p>Além da contaminação por mercúrio, o garimpo ilegal provoca degradação de ecossistemas com desmatamento, remoção intensiva de solos e alteração do curso dos leitos dos rios.</p>
<p>O problema da mineração ilegal na Amazônia no Brasil e em outros países é conhecido pela relatoria da CIDH. Há pouco mais de um mês, a Redesca alertou para a garantia do “direito humano à água nas Américas”, em especial no chamado “Planalto” ou “Escudo” das Guianas, formado por áreas da Guiana, Guiana Francesa, Suriname, Venezuela e Brasil.</p>
<h2>Norma e decretos</h2>
<p>Em nota à <strong>Agência Brasil</strong>, o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) afirmou que “tem atuado diretamente na restrição do uso de mercúrio em garimpos ilegais.”</p>
<p>O instituto descreve que “estabeleceu critérios mais rigorosos para o acesso ao mercúrio importado legalmente, por meio da <a rel="nofollow" target="_blank" href="https://www.ibama.gov.br/component/legislacao/?view=legislacao&amp;legislacao=139445" target="_blank">Instrução Normativa Ibama nº 26, de 2024</a>, além de realizar constantemente ações de fiscalização ambiental para coibir a utilização de mercúrio contrabandeado, utilizado em garimpos de ouro”.</p>
<p>A instrução normativa exige “a habilitação de pessoas físicas e jurídicas que operam com mercúrio metálico, além da necessidade de que elas portem o Documento de Operações com Mercúrio Metálico, que garante que importação, venda, revenda e transferência de mercúrio ocorram apenas entre pessoas previamente habilitadas.”</p>
<p>A norma, no entanto, não tem força de lei, como é o caso dos decretos presidenciais <a rel="nofollow" target="_blank" href="https://legislacao.presidencia.gov.br/atos/?tipo=DEC&amp;numero=97507&amp;ano=1989&amp;ato=eb3cXSq5EeFpWT72f" target="_blank">nº 97.507/1989</a> e <a rel="nofollow" target="_blank" href="https://legislacao.presidencia.gov.br/atos/?tipo=DEC&amp;numero=97634&amp;ano=1989&amp;ato=2f4MTU65EeFpWT7d6" target="_blank">nº 97.634/1989</a>, que “se encontram vigentes e estabelecem, respectivamente, a vedação de mercúrio na extração de ouro, exceto em atividade licenciada pelo órgão ambiental”, como assinala o Ibama.</p>
<p> Gilberto Costa &#8211;  Repórter da Agência Brasil , Feed Últimas. </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/meio-ambiente/noticia/2026-04/mpf-denuncia-mineracao-ilegal-na-amazonia-cidh">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Mon, 27 Apr 2026 17:10:00 -0300 </p>

<p>O post <a href="https://weeknews.online/mpf-denuncia-mineracao-ilegal-na-amazonia-a-cidh/">MPF denuncia mineração ilegal na Amazônia à CIDH</a> apareceu primeiro em <a href="https://weeknews.online">WeekNews</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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