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	<title>Arquivo de plataformas digitais - WeekNews</title>
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	<title>Arquivo de plataformas digitais - WeekNews</title>
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		<title>Lula é reeleito com mais de 64 milhões de votos e promete regular plataformas digitais</title>
		<link>https://weeknews.online/lula-e-reeleito-com-mais-de-64-milhoes-de-votos-e-promete-regular-plataformas-digitais/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 26 Oct 2026 02:59:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticías]]></category>
		<category><![CDATA[“Vamos mudar o jeito de governar este país”]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Fonte da imagem: Agência Brasil O presidente Luiz Inácio Lula da Silva foi reeleito neste domingo (25) com mais de 64 milhões de votos e, no primeiro discurso após a confirmação do resultado, afirmou que precisou superar a interferência de plataformas digitais vindas do exterior. A fala foi feita por volta das 22h20, em um auditório do hotel InterContinental, na capital paulista, antes de o presidente seguir para a avenida Paulista, onde apoiadores realizavam uma grande comemoração. Lula disse que a regulação das plataformas digitais será uma tarefa de seu novo mandato. “É uma eleição em que a gente teve que vencer a intromissão vinda de fora para dentro através de plataformas digitais, que nós vamos ter que regulá-las. Não é possível que a gente&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure class="weeknews-ai-media" style="margin:24px 0;max-width:100%;clear:both;"><img loading="lazy" style="max-width:100%;height:auto;display:block;" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/10/int0535.jpg-1024x512.jpeg" alt="Lula é reeleito com mais de 64 milhões de votos e promete regular plataformas digitais" decoding="async"><figcaption class="weeknews-ai-credit" style="font-size:13px;line-height:1.45;margin-top:8px;color:#666;text-align:center;">Fonte da imagem: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/politica/noticia/2026-10/lula-agradece-votos-e-diz-que-teve-de-vencer-intromissao-vinda-de-fora" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer">Agência Brasil</a></figcaption></figure>
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<p>O presidente Luiz Inácio Lula da Silva foi reeleito neste domingo (25) com mais de 64 milhões de votos e, no primeiro discurso após a confirmação do resultado, afirmou que precisou superar a interferência de plataformas digitais vindas do exterior. A fala foi feita por volta das 22h20, em um auditório do hotel InterContinental, na capital paulista, antes de o presidente seguir para a avenida Paulista, onde apoiadores realizavam uma grande comemoração.</p>
<p>Lula disse que a regulação das plataformas digitais será uma tarefa de seu novo mandato. “É uma eleição em que a gente teve que vencer a intromissão vinda de fora para dentro através de plataformas digitais, que nós vamos ter que regulá-las. Não é possível que a gente não tenha consciência que o crime no mundo digital tem que ser tratado igual crime na vida real”, declarou.</p>
<p>O presidente também criticou a atuação econômica dessas empresas. “Nós não podemos ter empresas monstruosas de grande, ganhando bilhões e bilhões, não pagando nenhum imposto para esse país e tentando direcionar o resultado eleitoral desse país”, acrescentou.</p>
<p>Aos 80 anos — completará 81 na próxima terça-feira (27) —, Lula foi eleito para o quarto mandato. Ele já governou o país de 2003 a 2010 e de 2023 a 2026. No discurso, destacou ser o único presidente sem diploma a conquistar quatro eleições.</p>
<p>O agradecimento aos eleitores ocupou boa parte da fala. Lula citou a generosidade do povo brasileiro e, especificamente, a participação da juventude no segundo turno. “Quero agradecer a generosidade da juventude brasileira que foi para rua para defender a democracia, quero agradecer às pessoas idosas”, afirmou.</p>
<p>O presidente mencionou cenas que testemunhou ao longo do dia. “Eu vi muitas cenas hoje de pessoas sendo carregadas pelos seus netos para ir votar, pessoas impossibilitadas de se locomover, pessoas com câncer e com outros tipos de doença, e as pessoas foram votar porque nós conseguimos convencê-las de que o voto era muito importante para assegurar a democracia do país”, disse.</p>
<p>Sobre a estrutura do próximo governo, Lula afirmou que as eleições de 2026 deixaram lições e defendeu maior participação popular nas decisões. Ele agradeceu ao deputado federal André Janones, que coordenou uma campanha nas redes sociais de apoio à reeleição. “Eu posso garantir para vocês que nós vamos mudar o jeito de governar esse país. Quero dizer para vocês que nós vamos fazer o povo participar mais nas nossas decisões. E quero dizer para vocês que a comunicação digital vai ganhar um espaço muito grande no meu governo”, declarou.</p>
<p>O presidente também rebateu o que classificou como má-fé no tratamento de suas declarações. “Não vou ficar permitido ser interpretado por jornalista com má fé. Eu vou dizer o que eu penso, o que eu faço”, afirmou.</p>
<p>Análise WeekNews: A vitória com mais de 64 milhões de votos e o quarto mandato consolidam Lula como o presidente com maior longevidade eleitoral no período democrático recente. O discurso de agradecimento, no entanto, veio acompanhado de um anúncio de agenda: a regulação das plataformas digitais aparece como compromisso explícito do novo governo, tema que o presidente vinculou diretamente ao processo eleitoral que acabou de vencer. A menção à comunicação digital como área que ganhará espaço na nova gestão sugere que o assunto deve ocupar posição central na estrutura do próximo mandato.</p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/politica/noticia/2026-10/lula-agradece-votos-e-diz-que-teve-de-vencer-intromissao-vinda-de-fora" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer">Agência Brasil</a>.</p>

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		<title>Entidades levam ao TSE alerta sobre bloqueios e queda de alcance nas redes</title>
		<link>https://weeknews.online/entidades-levam-ao-tse-alerta-sobre-bloqueios-e-queda-de-alcance-nas-redes/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 23 Oct 2026 22:09:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticías]]></category>
		<category><![CDATA[>> TSE dá 24h para Meta e X explicarem distribuição de material político]]></category>
		<category><![CDATA[big techs]]></category>
		<category><![CDATA[Caso Ana Clara: ativistas protestam no TSE contra decisão de Mendonça]]></category>
		<category><![CDATA[decidiu que o canal "Exército do Lula" não poderá ser suspenso ou restringido novamente por decisões individuais dos membros da Corte]]></category>
		<category><![CDATA[determinou um pente-fino nas publicações do canal]]></category>
		<category><![CDATA[do TSE]]></category>
		<category><![CDATA[eleições 2026]]></category>
		<category><![CDATA[Justiça Eleitoral]]></category>
		<category><![CDATA[Ministro do TSE proíbe suspensão do canal Exército do Lula]]></category>
		<category><![CDATA[o ministro Floriano de Azevedo Marques]]></category>
		<category><![CDATA[plataformas digitais]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[redes sociais]]></category>
		<category><![CDATA[Tribunal Superior Eleitoral]]></category>
		<category><![CDATA[TSE]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Fonte da imagem: Agência Brasil Cinquenta organizações sociais, movimentos populares e sindicatos ligados ao DiraCom – Direito à Comunicação e Democracia entregaram nesta sexta-feira (23) ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) uma nota pública em que manifestam preocupação com riscos de censura por parte das plataformas que operam as redes sociais. O documento foi protocolado em Brasília e também foi dirigido ao corregedor da Justiça Eleitoral, ministro Ricardo Villas Bôas Curva. As entidades acusam as plataformas digitais de falta de transparência na moderação e na distribuição de conteúdos. Segundo as organizações, usuários, comunicadores e perfis políticos relataram bloqueio de contas e redução do alcance de publicações. A nota cita ainda a desativação da ferramenta de anúncios da conta oficial do candidato à reeleição Luiz Inácio Lula&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure class="weeknews-ai-media" style="margin:24px 0;max-width:100%;clear:both;"><img loading="lazy" style="max-width:100%;height:auto;display:block;" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/10/int2702-1024x512.jpg" alt="Entidades levam ao TSE alerta sobre bloqueios e queda de alcance nas redes" decoding="async"><figcaption class="weeknews-ai-credit" style="font-size:13px;line-height:1.45;margin-top:8px;color:#666;text-align:center;">Fonte da imagem: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/politica/noticia/2026-10/sociedade-civil-manifesta-preocupacao-ao-tse-por-censura-nas-redes" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer">Agência Brasil</a></figcaption></figure>
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<p>Cinquenta organizações sociais, movimentos populares e sindicatos ligados ao DiraCom – Direito à Comunicação e Democracia entregaram nesta sexta-feira (23) ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) uma nota pública em que manifestam preocupação com riscos de censura por parte das plataformas que operam as redes sociais. O documento foi protocolado em Brasília e também foi dirigido ao corregedor da Justiça Eleitoral, ministro Ricardo Villas Bôas Curva.</p>
<p>As entidades acusam as plataformas digitais de falta de transparência na moderação e na distribuição de conteúdos. Segundo as organizações, usuários, comunicadores e perfis políticos relataram bloqueio de contas e redução do alcance de publicações. A nota cita ainda a desativação da ferramenta de anúncios da conta oficial do candidato à reeleição Luiz Inácio Lula da Silva (PT).</p>
<p>No texto entregue ao TSE, o grupo afirma que &#8220;forças poderosas atuam contra as eleições de 2026 no Brasil, com o objetivo de desestabilizar a integridade do processo eleitoral e impedir o livre e soberano exercício do voto pelo povo brasileiro&#8221;. As entidades defendem que as medidas da Corte contra desinformação sejam fundamentadas em provas, com respeito ao devido processo legal e à liberdade de expressão.</p>
<p>A manifestação também expressa preocupação com decisões do presidente do TSE, ministro Kassio Nunes Marques. As organizações mencionam a tentativa de suspensão do canal de WhatsApp &#8220;Exército do Lula&#8221;, criado pelo deputado federal André Janones (Rede-MG).</p>
<p>A questão do canal foi objeto de decisões divergentes na Corte nesta sexta-feira. Mais cedo, o ministro Floriano de Azevedo Marques determinou que o &#8220;Exército do Lula&#8221; não poderá ser suspenso ou restringido novamente por decisões individuais de membros do tribunal, o que impede nova suspensão por Nunes Marques. Na véspera, o presidente do TSE havia atendido a pedido da campanha de Flávio Bolsonaro (PL) e determinado uma revisão das publicações do canal.</p>
<p>Análise WeekNews: O episódio reúne, no mesmo dia, uma manifestação da sociedade civil sobre moderação de conteúdo e decisões individuais de ministros do TSE que se sobrepõem sobre um mesmo canal. A decisão de Floriano de Azevedo Marques restringe o alcance de medidas monocráticas sobre o &#8220;Exército do Lula&#8221;, enquanto a nota das entidades cobra critérios de transparência e fundamentação para ações contra desinformação. Na prática, o tribunal passa a concentrar a disputa sobre os limites da atuação das plataformas e das próprias decisões da Corte no período eleitoral.</p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/politica/noticia/2026-10/sociedade-civil-manifesta-preocupacao-ao-tse-por-censura-nas-redes" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer">Agência Brasil</a>.</p>

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		<item>
		<title>Bancos têm até esta quarta para devolver R$ 1,325 bilhão a apostadores de bets</title>
		<link>https://weeknews.online/bancos-tem-ate-esta-quarta-para-devolver-r-1325-bilhao-a-apostadores-de-bets/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 14 Oct 2026 10:34:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Pesquisa e Inovação]]></category>
		<category><![CDATA[>> Mais de R$ 1 bilhão foi devolvido a apostadores até sábado]]></category>
		<category><![CDATA[3 bilhão a apostadores de bets]]></category>
		<category><![CDATA[Apostas online]]></category>
		<category><![CDATA[Bancos começam a devolver R$ 1]]></category>
		<category><![CDATA[bets]]></category>
		<category><![CDATA[Bets: mais de R$ 1 bilhão foram devolvidos a apostadores]]></category>
		<category><![CDATA[Caixa Econômica Federal]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Medida Provisória (MP) 1.394/2026]]></category>
		<category><![CDATA[Ministério da Fazenda]]></category>
		<category><![CDATA[O prazo para retirar voluntariamente os valores nas plataformas terminou às 23h59 de do último dia 5]]></category>
		<category><![CDATA[plataformas digitais]]></category>
		<category><![CDATA[Polícia de SP prende três suspeitos de explorar bets]]></category>
		<category><![CDATA[que começou na última sexta-feira (9)]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Fonte da imagem: Agência Brasil Os bancos e instituições financeiras têm até esta quarta-feira (14) para concluir a devolução de cerca de R$ 1,325 bilhão que permaneceu nas contas de apostadores após o encerramento das plataformas de apostas on-line, determinado pela Medida Provisória (MP) 1.394/2026. A restituição começou na última sexta-feira (9) e deve alcançar aproximadamente 26,5 milhões de apostadores. O prazo para que os próprios usuários retirassem voluntariamente os valores nas plataformas terminou às 23h59 do dia 5 de outubro. No dia seguinte, os sites e aplicativos afetados pela medida começaram a sair do ar. As empresas de apostas tiveram até a última quinta-feira (8) para encaminhar às instituições financeiras os dados dos saldos vinculados aos CPFs e às contas bancárias usadas nos depósitos.&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure class="weeknews-ai-media" style="margin:24px 0;max-width:100%;clear:both;"><img loading="lazy" style="max-width:100%;height:auto;display:block;" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/08/1785861251_20260121200144_1746e8d4ccfa91d6a6464d5ca54b4e6de8f5294fad9fbe53b45b655587a568c1-1024x512.jpg" alt="Bancos têm até esta quarta para devolver R$ 1,325 bilhão a apostadores de bets" decoding="async"><figcaption class="weeknews-ai-credit" style="font-size:13px;line-height:1.45;margin-top:8px;color:#666;text-align:center;">Fonte da imagem: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2026-10/prazo-pra-bancos-devolverem-r-13-bilhao-de-bets-acaba-nesta-quarta" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer">Agência Brasil</a></figcaption></figure>
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<p>Os bancos e instituições financeiras têm até esta quarta-feira (14) para concluir a devolução de cerca de R$ 1,325 bilhão que permaneceu nas contas de apostadores após o encerramento das plataformas de apostas on-line, determinado pela Medida Provisória (MP) 1.394/2026. A restituição começou na última sexta-feira (9) e deve alcançar aproximadamente 26,5 milhões de apostadores.</p>
<p>O prazo para que os próprios usuários retirassem voluntariamente os valores nas plataformas terminou às 23h59 do dia 5 de outubro. No dia seguinte, os sites e aplicativos afetados pela medida começaram a sair do ar. As empresas de apostas tiveram até a última quinta-feira (8) para encaminhar às instituições financeiras os dados dos saldos vinculados aos CPFs e às contas bancárias usadas nos depósitos.</p>
<p>A devolução está sendo feita pelas instituições financeiras, conforme cronograma definido pelo governo. Os apostadores devem acompanhar as movimentações da conta bancária utilizada para depositar dinheiro nas plataformas.</p>
<p>A partir desta quarta-feira, a Caixa Econômica Federal assume os casos em que houver impedimentos operacionais. Se a devolução não for concluída por dificuldades dessa natureza, os valores remanescentes serão encaminhados ao banco, que ficará responsável por intermediar os pagamentos pendentes. Segundo o Ministério da Fazenda, as orientações para os apostadores nessa etapa serão divulgadas pelos canais oficiais, por isso é importante acompanhar os comunicados do governo e da instituição financeira.</p>
<p>Parte significativa dos recursos está distribuída em contas com valores muito baixos. De acordo com o governo, 86,2 milhões de contas mantinham saldos entre R$ 0,01 e R$ 0,99, que somavam R$ 15,5 milhões. O número de contas é superior ao de apostadores porque uma mesma pessoa pode ter cadastro em diferentes plataformas.</p>
<p>O governo também acompanha os saldos elevados que permaneceram nas plataformas. Segundo o ministro da Fazenda, Dario Durigan, cerca de 40 CPFs estão sob análise devido aos montantes mantidos nas contas, para apurar possíveis irregularidades, incluindo suspeitas de lavagem de dinheiro.</p>
<p>A medida provisória que determinou o encerramento das operações abrangidas pela decisão foi publicada em 25 de setembro e ainda precisa ser aprovada pelo Congresso Nacional dentro do prazo legal para continuar em vigor.</p>
<p>Para evitar fraudes durante a devolução dos recursos, os apostadores devem consultar os canais oficiais do governo e dos bancos, desconfiar de mensagens que cobrem taxas para liberar o dinheiro, não fornecer senhas ou códigos bancários a terceiros e confirmar diretamente com a instituição financeira qualquer informação sobre o pagamento. A restituição segue o cronograma oficial e não há necessidade de pagar valores antecipados para receber o saldo.</p>
<p>Análise WeekNews: O calendário escalonado da devolução concentra em poucos dias a movimentação de um volume expressivo de recursos, o que exige atenção redobrada dos apostadores ao acompanhamento das contas bancárias. A transferência dos casos com impedimentos operacionais para a Caixa Econômica Federal a partir desta quarta-feira indica que o governo prevê a existência de saldos não devolvidos dentro do prazo, e a análise de cerca de 40 CPFs com valores elevados mostra que a fiscalização sobre montantes maiores segue em curso mesmo após o encerramento das plataformas.</p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2026-10/bancos-comecam-devolver-r-13-bilhao-apostadores-de-bets" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer">Agência Brasil</a>.</p>

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			</item>
		<item>
		<title>Governo pede bloqueio de 5.209 domínios de apostas ilegais e notifica 186 aplicativos</title>
		<link>https://weeknews.online/governo-pede-bloqueio-de-5-209-dominios-de-apostas-ilegais-e-notifica-186-aplicativos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 29 Sep 2026 20:42:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticías]]></category>
		<category><![CDATA[AGU pede 72 horas para se manifestar sobre ações para liberar bets]]></category>
		<category><![CDATA[apostas irregulares]]></category>
		<category><![CDATA[bets]]></category>
		<category><![CDATA[Governo cobra na Justiça gastos do SUS com tratamento de apostadores]]></category>
		<category><![CDATA[Governo monitora rede de divulgação de bets e derruba 506 sites]]></category>
		<category><![CDATA[jogos online]]></category>
		<category><![CDATA[Justiça]]></category>
		<category><![CDATA[Medida Provisória (MP) 1.394/2026]]></category>
		<category><![CDATA[Ministério da Fazenda]]></category>
		<category><![CDATA[Ministério da Justiça]]></category>
		<category><![CDATA[plataformas digitais]]></category>
		<category><![CDATA[proibição de bets]]></category>
		<category><![CDATA[redes sociais]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Fonte da imagem: Agência Brasil Os ministérios da Justiça e Segurança Pública (MJSP) e da Fazenda pediram, até esta terça-feira (29), a derrubada de 5.209 domínios ligados à exploração ilegal de apostas no ambiente digital. Do total, 1.386 foram indicados pela Secretaria Nacional de Direitos Digitais (Sedigi/MJSP) e 3.823 pela Secretaria de Prêmios e Apostas (SPA), da Fazenda. A Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) já determinou o bloqueio de 2.387 desses domínios. As medidas integram a implementação da Medida Provisória (MP) 1.394/2026, que proibiu a exploração, a oferta, a intermediação e a publicidade de loterias de apostas de quota fixa no território nacional. Segundo o governo, a lista de domínios identificados pelos dois ministérios está sendo consolidada em articulação entre os órgãos para subsidiar novas&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure class="weeknews-ai-media" style="margin:24px 0;max-width:100%;clear:both;"><img loading="lazy" style="max-width:100%;height:auto;display:block;" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/08/pzzb3518-1024x512.jpg" alt="Governo pede bloqueio de 5.209 domínios de apostas ilegais e notifica 186 aplicativos" decoding="async"><figcaption class="weeknews-ai-credit" style="font-size:13px;line-height:1.45;margin-top:8px;color:#666;text-align:center;">Fonte da imagem: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/justica/noticia/2026-09/ministerios-pedem-derrubada-de-5209-sites-de-apostas-ilegais" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer">Agência Brasil</a></figcaption></figure>
<p><a style="display:block;" href="https://weeknews.online/" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer"></p>
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<p>Os ministérios da Justiça e Segurança Pública (MJSP) e da Fazenda pediram, até esta terça-feira (29), a derrubada de 5.209 domínios ligados à exploração ilegal de apostas no ambiente digital. Do total, 1.386 foram indicados pela Secretaria Nacional de Direitos Digitais (Sedigi/MJSP) e 3.823 pela Secretaria de Prêmios e Apostas (SPA), da Fazenda. A Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) já determinou o bloqueio de 2.387 desses domínios.</p>
<p>As medidas integram a implementação da Medida Provisória (MP) 1.394/2026, que proibiu a exploração, a oferta, a intermediação e a publicidade de loterias de apostas de quota fixa no território nacional. Segundo o governo, a lista de domínios identificados pelos dois ministérios está sendo consolidada em articulação entre os órgãos para subsidiar novas ações de bloqueio e responsabilização.</p>
<p>A ofensiva não se limita a sites. A operação removeu 300 páginas do Facebook e 90 perfis do Instagram usados para divulgar, promover ou facilitar o acesso a apostas irregulares. O Laboratório de Operações Cibernéticas (Ciberlab), da Secretaria Nacional de Segurança Pública (Senasp/MJSP), iniciou nesta terça-feira uma atuação voltada à remoção de conteúdos do mesmo tipo no TikTok. No Telegram, as ações alcançaram 1.014.722 membros e usuários de canais, grupos e perfis relacionados a bets ilegais.</p>
<p>As autoridades notificaram 186 aplicativos para retirada das lojas da Apple e do Google, com prazo para remoção até 6 de outubro. Outras oito grandes plataformas foram notificadas para retirar do ar publicidade relacionada às apostas irregulares, com prazo de dez dias. As plataformas notificadas são Google, Meta, YouTube, X, Telegram, TikTok, Kwai e Discord.</p>
<p>A atuação inclui monitoramento contínuo do ambiente digital, compartilhamento de informações entre órgãos públicos e identificação dos responsáveis pelas operações, segundo o governo, que afirma que o trabalho conjunto busca ampliar a fiscalização do ambiente digital e garantir o cumprimento das regras da MP 1.394/2026.</p>
<p>A Polícia Federal também atua no combate a crimes ligados ao mercado de apostas, com investigações voltadas à responsabilização criminal dos envolvidos e à identificação de patrimônio vinculado a atividades ilícitas. Entre março de 2023 e agosto de 2026, foram realizadas 12 operações policiais em diferentes estados e no Distrito Federal, com pelo menos 73 mandados de busca e apreensão e 15 mandados de prisão expedidos. Nos casos em que houve registro de valores, os pedidos de sequestro de bens e recursos somam aproximadamente R$ 4,17 bilhões. Entre as ações estão as operações Narco Bet, Dark Bet, Dark Bet II, Véu de Maia, Última Aposta e Arena.</p>
<p>Análise WeekNews: O volume de domínios indicados para bloqueio em um único dia e a diversificação das frentes — sites, redes sociais, aplicativos e publicidade — indicam que a fiscalização passou a tratar as apostas irregulares como um problema distribuído por várias camadas do ambiente digital, e não apenas como um conjunto de páginas isoladas. A consolidação de listas entre Justiça e Fazenda e os prazos fixados para plataformas sugerem uma tentativa de padronizar a resposta estatal, enquanto os números da Polícia Federal, que somam bilhões em pedidos de sequestro, dimensionam o valor econômico envolvido nas investigações já em curso.</p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/justica/noticia/2026-09/ministerios-pedem-derrubada-de-5209-sites-de-apostas-ilegais" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer">Agência Brasil</a>.</p>

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		<title>Guia do CGI.br aponta vídeos com IA como principal ameaça digital às eleições</title>
		<link>https://weeknews.online/guia-do-cgi-br-aponta-videos-com-ia-como-principal-ameaca-digital-as-eleicoes/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 23 Sep 2026 00:04:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Pesquisa e Inovação]]></category>
		<category><![CDATA[CGI.Br]]></category>
		<category><![CDATA[Disponível no site do CGI.br]]></category>
		<category><![CDATA[diz Lula em discurso na ONU]]></category>
		<category><![CDATA[eleições]]></category>
		<category><![CDATA[eleições 2026]]></category>
		<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[inteligência artificial]]></category>
		<category><![CDATA[o Brasil “não cabe no quintal de ninguém”]]></category>
		<category><![CDATA[plataformas digitais]]></category>
		<category><![CDATA[Trump rejeita limitar IA e critica governança global da tecnologia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Fonte da imagem: Agência Brasil Vídeos falsos produzidos com inteligência artificial e a informação de baixa qualidade deslocaram as tradicionais fake news do posto de principal ameaça digital às eleições e à democracia. A avaliação consta do Guia Internet, Democracia e Eleições, publicado nesta terça-feira (22) pelo Comitê Gestor da Internet no Brasil (CGI.br). O documento registra uma mudança abrupta no cenário entre 2018, ano de sua primeira edição, e o atual ciclo eleitoral. Naquele período, as redes abertas, como o Facebook, eram os meios prioritários de circulação de conteúdo falso. Agora, redes mais restritas, como o WhatsApp, assumiram o papel de principal via de difusão. Segundo os especialistas do CGI.br, a disseminação de desinformação também se tornou mais distribuída, com circulação simultânea em múltiplas&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure class="weeknews-ai-media" style="margin:24px 0;max-width:100%;clear:both;"><img loading="lazy" style="max-width:100%;height:auto;display:block;" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/09/d6a4447_1-1024x512.jpg" alt="Guia do CGI.br aponta vídeos com IA como principal ameaça digital às eleições" decoding="async"><figcaption class="weeknews-ai-credit" style="font-size:13px;line-height:1.45;margin-top:8px;color:#666;text-align:center;">Fonte da imagem: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2026-09/ia-e-videos-falsos-superam-fake-news-como-maior-ameaca-democracia" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer">Agência Brasil</a></figcaption></figure>
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<p>Vídeos falsos produzidos com inteligência artificial e a informação de baixa qualidade deslocaram as tradicionais fake news do posto de principal ameaça digital às eleições e à democracia. A avaliação consta do Guia Internet, Democracia e Eleições, publicado nesta terça-feira (22) pelo Comitê Gestor da Internet no Brasil (CGI.br).</p>
<p>O documento registra uma mudança abrupta no cenário entre 2018, ano de sua primeira edição, e o atual ciclo eleitoral. Naquele período, as redes abertas, como o Facebook, eram os meios prioritários de circulação de conteúdo falso. Agora, redes mais restritas, como o WhatsApp, assumiram o papel de principal via de difusão.</p>
<p>Segundo os especialistas do CGI.br, a disseminação de desinformação também se tornou mais distribuída, com circulação simultânea em múltiplas plataformas. &#8220;Em termos de formato, o vídeo passou a ser o principal vetor, quase sempre acompanhado de um texto curto que ancora e legitima a narrativa falsa&#8221;, aponta o guia. O estudo lembra que a desinformação já era considerada um dos maiores riscos globais por instituições como o Fórum Econômico Mundial em 2025.</p>
<p>As ferramentas de inteligência artificial generativa estrearam no ciclo eleitoral de 2022, mas a expectativa é de que tenham impacto ainda maior neste ano, combinadas a mecanismos de difusão com direcionamento cada vez mais atrelado a perfis específicos de usuários e a roteiros mais complexos, com maior apelo de verossimilhança.</p>
<p>Para a coordenadora do CGI.br, Renata Mielli, as plataformas digitais ocupam hoje um lugar central na forma como os brasileiros se informam sobre o que acontece no mundo, no país e nas cidades onde vivem. Ela destaca que se trata de empresas privadas orientadas por objetivos econômicos, e não pela perspectiva do interesse público.</p>
<p>&#8220;Compreender como esses ambientes funcionam, como os conteúdos são distribuídos e quais impactos isso produzem sobre o debate público é fundamental para fortalecer a integridade da informação e a própria democracia. Esclarecer esses mecanismos é uma das finalidades do guia&#8221;, afirma.</p>
<p>Disponível no site do CGI.br, a publicação trata da operação dos sistemas de recomendação de conteúdo, do impacto da IA generativa no cenário eleitoral e do funcionamento de ferramentas avançadas, como deepfakes e modelos de linguagem conversacionais. Reúne ainda diretrizes para o combate institucional à desinformação e orientações para que o cidadão não se torne vítima nem propagador de conteúdos falsos ou enganosos.</p>
<p>O guia também analisa o papel dos influenciadores na divulgação de informação. Reconhece a posição de destaque que ocupam, mas alerta para uma diferença fundamental em relação ao jornalismo: esses comunicadores não seguem um código de ética e não respondem institucionalmente pela veracidade de suas afirmações, por imprecisões ou mesmo por erros deliberados naquilo que divulgam.</p>
<p>A principal preocupação apontada nos estudos do grupo diz respeito ao realismo ou à fidedignidade das deepfakes. Como esse tipo de conteúdo falso passa por aprimoramento constante, tem potencial para enganar até os eleitores mais experientes em avaliar informações. O material alerta que esse cenário pode fomentar a desconfiança generalizada sobre qualquer tipo de informação, inclusive as verdadeiras.</p>
<p>&#8220;A perda de confiança em instituições como a imprensa e o Judiciário, somada à polarização política, também contribuem para esse cenário, fazendo com que convicções pessoais se sobreponham à verificação dos fatos&#8221;, adverte o guia. Outro efeito do clima de desconfiança é o consumo crescente de conteúdos que confirmem o que as pessoas já pensam. &#8220;Quando se deparam com informações que contrariam essas crenças, tendem a descartá-las — a chamada racionalidade motivada. Nesse sentido, podem produzir o efeito de reforço ideológico&#8221;, conclui o estudo.</p>
<p>Análise WeekNews: O diagnóstico do CGI.br desloca o foco do debate sobre desinformação eleitoral. Se em 2018 a preocupação central era o alcance das redes abertas, o guia indica que a combinação entre vídeo, inteligência artificial generativa e redes restritas como o WhatsApp tornou o problema mais difuso e mais difícil de monitorar. A observação sobre os influenciadores reforça essa complexidade: são atores centrais na circulação de informação, mas sem as obrigações institucionais que vinculam o jornalismo profissional. O alerta sobre a perda de confiança em instituições sugere que o impacto das deepfakes não se limita ao conteúdo falso em si, mas alcança a credibilidade de toda informação verificada.</p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2026-09/ia-e-videos-falsos-superam-fake-news-como-maior-ameaca-democracia" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer">Agência Brasil</a>.</p>

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		<title>AGU pede à Justiça que Discord cumpra medidas de proteção a mulheres e menores</title>
		<link>https://weeknews.online/agu-pede-a-justica-que-discord-cumpra-medidas-de-protecao-a-mulheres-e-menores/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 21 Sep 2026 20:33:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticías]]></category>
		<category><![CDATA[a AGU também pede a condenação da empresa por dano moral coletivo no valor de R$ 500 milhões]]></category>
		<category><![CDATA[Advocacia-Geral da União]]></category>
		<category><![CDATA[AGU]]></category>
		<category><![CDATA[big techs]]></category>
		<category><![CDATA[caso de uma adolescente que foi induzida a tirar a própria vida durante uma live transmitida pela plataforma]]></category>
		<category><![CDATA[Discord]]></category>
		<category><![CDATA[Discord suspende lives para atender medidas determinadas pela ANPD]]></category>
		<category><![CDATA[Discord terá dez dias para apresentar proposta de proteção a usuários]]></category>
		<category><![CDATA[ECA Digital]]></category>
		<category><![CDATA[Entidades publicam carta em defesa da suspensão de lives no Discord]]></category>
		<category><![CDATA[Justiça]]></category>
		<category><![CDATA[Justiça Federal]]></category>
		<category><![CDATA[Na ação civil pública]]></category>
		<category><![CDATA[No início deste mês]]></category>
		<category><![CDATA[o juízo da 14ª Vara Federal Cível da Justiça Federal do Distrito Federal deu prazo de dez dias para o Discord apresentar a proposta]]></category>
		<category><![CDATA[plataformas digitais]]></category>
		<category><![CDATA[redes sociais]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Fonte da imagem: Agência Brasil A Advocacia-Geral da União (AGU) voltou a pedir à Justiça Federal, em Brasília, que a plataforma Discord seja obrigada a adotar medidas efetivas de proteção a mulheres, crianças e adolescentes. O novo pedido foi apresentado nesta segunda-feira (21), depois que a empresa enviou uma proposta de conciliação que, segundo a AGU, é genérica e insuficiente. Na petição, a AGU afirma que a proposta apresentada pelo Discord tem &#8220;caráter genérico, com exceções e condicionantes dos mais diversos&#8221; e não é capaz de resolver, com a urgência e a extensão necessárias, os problemas apontados pelo governo federal. &#8220;[A proposta] não é apta a debelar a gravidade dos problemas associados, com a urgência e extensão que a demanda exige&#8221;, diz o texto. A&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure class="weeknews-ai-media" style="margin:24px 0;max-width:100%;clear:both;"><img loading="lazy" style="max-width:100%;height:auto;display:block;" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/08/sem_titulo-6-1024x512.jpg" alt="AGU pede à Justiça que Discord cumpra medidas de proteção a mulheres e menores" decoding="async"><figcaption class="weeknews-ai-credit" style="font-size:13px;line-height:1.45;margin-top:8px;color:#666;text-align:center;">Fonte da imagem: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/justica/noticia/2026-09/agu-reitera-acao-para-obrigar-discord-proteger-usuarios" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer">Agência Brasil</a></figcaption></figure>
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<p>A Advocacia-Geral da União (AGU) voltou a pedir à Justiça Federal, em Brasília, que a plataforma Discord seja obrigada a adotar medidas efetivas de proteção a mulheres, crianças e adolescentes. O novo pedido foi apresentado nesta segunda-feira (21), depois que a empresa enviou uma proposta de conciliação que, segundo a AGU, é genérica e insuficiente.</p>
<p>Na petição, a AGU afirma que a proposta apresentada pelo Discord tem &#8220;caráter genérico, com exceções e condicionantes dos mais diversos&#8221; e não é capaz de resolver, com a urgência e a extensão necessárias, os problemas apontados pelo governo federal. &#8220;[A proposta] não é apta a debelar a gravidade dos problemas associados, com a urgência e extensão que a demanda exige&#8221;, diz o texto.</p>
<p>A manifestação ocorre no âmbito de uma ação civil pública movida pelo governo federal para obrigar a plataforma a adotar as medidas de proteção. No processo, a AGU também pede a condenação da empresa por dano moral coletivo no valor de R$ 500 milhões.</p>
<p>No início deste mês, o juízo da 14ª Vara Federal Cível da Justiça Federal do Distrito Federal havia dado prazo de dez dias para o Discord apresentar uma proposta de conciliação. A decisão foi proferida depois que o governo entrou com a ação judicial.</p>
<p>A cobrança à plataforma ganhou força após a repercussão do caso de uma adolescente que foi induzida a tirar a própria vida durante uma live transmitida pelo Discord, em julho.</p>
<p>Procurada, a empresa ainda não havia se manifestado até a publicação desta matéria. O espaço segue aberto para retorno.</p>
<p>Análise WeekNews: o novo pedido da AGU mantém a disputa judicial em torno do Discord no campo das obrigações de proteção a grupos vulneráveis. Ao classificar a proposta da empresa como insuficiente, a AGU sinaliza que não aceita um acordo nos termos apresentados e pressiona a Justiça Federal a decidir sobre as medidas. O patamar de R$ 500 milhões pedido por dano moral coletivo indica que o governo trata o caso como falha estrutural da plataforma, e não como episódio isolado. O desfecho depende agora da avaliação do juízo da 14ª Vara Federal Cível sobre a proposta apresentada pela empresa.</p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/justica/noticia/2026-09/agu-reitera-acao-para-obrigar-discord-proteger-usuarios" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer">Agência Brasil</a>.</p>

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		<title>Pesquisadoras cobram regulação de algoritmos e fiscalização de IA nas eleições</title>
		<link>https://weeknews.online/pesquisadoras-cobram-regulacao-de-algoritmos-e-fiscalizacao-de-ia-nas-eleicoes/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 16 Sep 2026 01:32:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticías]]></category>
		<category><![CDATA[deepfake]]></category>
		<category><![CDATA[Democracia]]></category>
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		<category><![CDATA[eleições]]></category>
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		<category><![CDATA[Política]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Fonte da imagem: Agência Brasil A regulação das plataformas digitais e a fiscalização de conteúdos produzidos com inteligência artificial precisam ser ampliadas no Brasil. A avaliação é de pesquisadoras que participaram, nesta terça-feira (15), do webinário Tecnologias, IA e Eleições, promovido pela Articulação de Organizações de Mulheres Negras Brasileiras. Durante o evento, a diretora executiva do Instituto de Referência em Internet e Sociedade (IRIS), Fernanda Rodrigues, alertou para o papel dos algoritmos de recomendação, que definem quais conteúdos chegam aos usuários. Para ela, é necessária uma regulação mínima que garanta às pessoas a possibilidade de recusar conteúdos padronizados e que impeça que os mecanismos de recomendação operem com vieses discriminatórios. A cofundadora da plataforma de comunicação independente Blogueiras Negras, Larissa Santiago, afirmou que o Brasil&#8230;</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<figure class="weeknews-ai-media" style="margin:24px 0;max-width:100%;clear:both;"><img loading="lazy" style="max-width:100%;height:auto;display:block;" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/05/dedo-da-mao-do-robo-graficos-de-tecnologia-de-fundo-de-ia-1024x512.jpg" alt="Pesquisadoras cobram regulação de algoritmos e fiscalização de IA nas eleições" decoding="async"><figcaption class="weeknews-ai-credit" style="font-size:13px;line-height:1.45;margin-top:8px;color:#666;text-align:center;">Fonte da imagem: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/politica/noticia/2026-09/especialistas-defendem-maior-regulacao-de-plataformas-digitais" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer">Agência Brasil</a></figcaption></figure>
<p><a style="display:block;" href="https://weeknews.online/" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer"></p>
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<p>A regulação das plataformas digitais e a fiscalização de conteúdos produzidos com inteligência artificial precisam ser ampliadas no Brasil. A avaliação é de pesquisadoras que participaram, nesta terça-feira (15), do webinário Tecnologias, IA e Eleições, promovido pela Articulação de Organizações de Mulheres Negras Brasileiras.</p>
<p>Durante o evento, a diretora executiva do Instituto de Referência em Internet e Sociedade (IRIS), Fernanda Rodrigues, alertou para o papel dos algoritmos de recomendação, que definem quais conteúdos chegam aos usuários. Para ela, é necessária uma regulação mínima que garanta às pessoas a possibilidade de recusar conteúdos padronizados e que impeça que os mecanismos de recomendação operem com vieses discriminatórios.</p>
<p>A cofundadora da plataforma de comunicação independente Blogueiras Negras, Larissa Santiago, afirmou que o Brasil tem um bom sistema regulatório de inteligência artificial em comparação com outros países, mas defendeu o reforço da fiscalização e, sobretudo, da educação midiática. Segundo ela, boa parte da população não consegue distinguir uma pessoa real de uma criada por IA, o que torna a formação do público uma prioridade.</p>
<p>As pesquisadoras também criticaram o fato de o desenvolvimento da inteligência artificial não ser pautado pelas demandas da sociedade, com o debate sobre o tema monopolizado pelas grandes empresas de tecnologia.</p>
<p>Ao tratar do uso da IA no processo eleitoral, Larissa Santiago citou o impeachment da então presidenta Dilma Rousseff, em 2016, ocorrido antes da popularização das ferramentas atuais de inteligência artificial generativa. Ela lembrou que o processo foi marcado pela circulação de imagens e notícias distorcidas e afirmou que a tecnologia potencializa a violência política de gênero e raça por meio da desinformação e de deepfakes. “A gente viu isso com a presidenta Dilma. As imagens distorcidas, as notícias distorcidas, até chegar ao golpe”, disse.</p>
<p>Análise WeekNews: as falas das pesquisadoras apontam para uma agenda que combina regulação, fiscalização e educação midiática, sem concentrar a solução em um único instrumento. A referência ao impeachment de 2016, anterior às ferramentas generativas atuais, sugere que a preocupação com a distorção de conteúdos não é nova, mas ganha outra escala com a inteligência artificial. O debate, no entanto, permanece no campo das propostas: o material não indica medidas concretas em tramitação ou adotadas a partir do webinário.</p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/politica/noticia/2026-09/especialistas-defendem-maior-regulacao-de-plataformas-digitais" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer">Agência Brasil</a>.</p>

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		<item>
		<title>Celular é principal porta de entrada para leitura digital no Brasil, aponta pesquisa</title>
		<link>https://weeknews.online/celular-e-principal-porta-de-entrada-para-leitura-digital-no-brasil-aponta-pesquisa/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 02 Sep 2026 19:59:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Pesquisa e Inovação]]></category>
		<category><![CDATA[aos 83 anos]]></category>
		<category><![CDATA[celular]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Festival Favela Gourmet promove segunda edição em comunidades do Rio]]></category>
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		<category><![CDATA[Livro inspirado na trajetória de Helena Theodoro será lançado no Rio]]></category>
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		<category><![CDATA[o ator Gracindo Jr.]]></category>
		<category><![CDATA[plataformas digitais]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Fonte da imagem: Agência Brasil O celular consolidou-se como o principal meio de acesso à leitura digital no Brasil, segundo pesquisa divulgada nesta quarta-feira (2) pela Nielsen BookData. O levantamento, intitulado Perfil e Hábito do Leitor Digital Brasileiro, estima que cerca de 94 milhões de brasileiros utilizaram dispositivos eletrônicos para ler ou ouvir conteúdos nos últimos 12 meses, incluindo notícias, livros, audiolivros, quadrinhos e textos informativos. Realizada entre 1º e 11 de junho deste ano, a pesquisa ouviu 3 mil pessoas de todas as classes sociais e regiões do país. Os dados mostram que 72% dos leitores de livros eletrônicos ou ouvintes de audiolivros utilizam o smartphone para essa finalidade, enquanto 85% dos que consomem outros tipos de texto também preferem o aparelho. O perfil&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure class="weeknews-ai-media" style="margin:24px 0;max-width:100%;clear:both;"><img loading="lazy" style="max-width:100%;height:auto;display:block;" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/09/pzzb5438-1024x512.jpg" alt="Celular é principal porta de entrada para leitura digital no Brasil, aponta pesquisa" decoding="async"><figcaption class="weeknews-ai-credit" style="font-size:13px;line-height:1.45;margin-top:8px;color:#666;text-align:center;">Fonte da imagem: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/cultura/noticia/2026-09/pesquisa-mostra-que-celular-impulsiona-leitura-digital-no-brasil" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer">Agência Brasil</a></figcaption></figure>
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<p>O celular consolidou-se como o principal meio de acesso à leitura digital no Brasil, segundo pesquisa divulgada nesta quarta-feira (2) pela Nielsen BookData. O levantamento, intitulado Perfil e Hábito do Leitor Digital Brasileiro, estima que cerca de 94 milhões de brasileiros utilizaram dispositivos eletrônicos para ler ou ouvir conteúdos nos últimos 12 meses, incluindo notícias, livros, audiolivros, quadrinhos e textos informativos.</p>
<p>Realizada entre 1º e 11 de junho deste ano, a pesquisa ouviu 3 mil pessoas de todas as classes sociais e regiões do país. Os dados mostram que 72% dos leitores de livros eletrônicos ou ouvintes de audiolivros utilizam o smartphone para essa finalidade, enquanto 85% dos que consomem outros tipos de texto também preferem o aparelho.</p>
<p>O perfil predominante do leitor digital brasileiro é de jovens adultos entre 18 e 44 anos, com maioria feminina (56%). Em relação à cor, metade se declara branca, 37% parda e 11% preta. As classes C, D e E concentram 64% dos leitores digitais, sendo 46% da classe C e 18% das classes D e E; a classe B representa 29% e a classe A, 7%.</p>
<p>Entre os conteúdos mais acessados estão notícias e livros digitais, seguidos por artigos em blogs ou sites especializados e audiolivros. A facilidade de acesso foi o principal motivo apontado por 61% dos leitores de livros para optar pela versão digital. Outros 48% citaram a possibilidade de carregar vários títulos em um único dispositivo, e o preço mais baixo em relação ao livro impresso apareceu em terceiro lugar.</p>
<p>A pesquisa também revela que 48,8% dos entrevistados obtiveram livros ou audiolivros gratuitamente em sites, aplicativos ou links não oficiais, enquanto 46,4% recorreram a plataformas institucionais, como o MEC Livros, do Ministério da Educação, ou a obras de domínio público. Quase metade (46%) afirmou nem sempre saber se um livro digital gratuito é legal ou autorizado. Além disso, 43% dos leitores disseram ler “muito mais” graças às oportunidades digitais.</p>
<p>O caso da técnica de enfermagem Maria das Neves de Araújo Alves, de 60 anos, ilustra o impacto da tecnologia. Moradora de Valparaíso de Goiás, no Entorno do Distrito Federal, ela passa ao menos três horas diárias em transporte público entre casa e trabalho, em Brasília, e aproveita o tempo para ler romances e livros de ação no celular. “Prefiro ler no telefone porque ele está sempre comigo e posso ler no ônibus, no posto de saúde, em quase todo lugar”, contou. Ela destacou que a leitura digital eliminou barreiras práticas, como o peso dos livros físicos e a distância de bibliotecas ou livrarias.</p>
<p>Para Rodrigo Meinberg, executivo-chefe da plataforma digital de leitura Skeelo, que ajudou a viabilizar a pesquisa, as telas se tornaram aliadas na formação de leitores. Ele observou que as operadoras de telefonia têm parcerias com aplicativos de leitura e oferecem livros gratuitos a clientes, ampliando o acesso. Meinberg citou dados do IBGE de 2018 segundo os quais apenas 18% dos 5.570 municípios brasileiros possuíam livraria. “A rede móvel chega onde as livrarias não chegam”, afirmou.</p>
<p>Rafael Lunes, presidente do Instituto para a Democratização da Leitura Digital, avaliou que a tecnologia permite romper barreiras de exclusão física e ajudar a formar leitores habituais. Ele elogiou a plataforma MEC Livros, que em menos de seis meses superou 1,1 milhão de usuários e mais de 750 mil downloads, servindo de exemplo de como a tecnologia pode ampliar o acesso aos livros.</p>
<p>Análise WeekNews: A pesquisa indica que o celular, mais do que um concorrente do livro impresso, atua como um canal que amplia o alcance da leitura em um país de dimensões continentais e com carência de livrarias em grande parte dos municípios. Os números sobre consumo gratuito e a dúvida sobre a legalidade de algumas fontes sugerem que, embora o acesso digital tenha crescido, ainda há espaço para iniciativas que orientem o leitor e consolidem plataformas legítimas, como as institucionais.</p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/cultura/noticia/2026-09/pesquisa-mostra-que-celular-impulsiona-leitura-digital-no-brasil" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer">Agência Brasil</a>.</p>

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		<title>Sete em cada dez brasileiros temem comprar remédios pela internet</title>
		<link>https://weeknews.online/sete-em-cada-dez-brasileiros-temem-comprar-remedios-pela-internet/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 21 Aug 2026 21:49:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Anvisa]]></category>
		<category><![CDATA[Anvisa libera venda de medicamentos por plataformas como iFood e Rapp]]></category>
		<category><![CDATA[compras online]]></category>
		<category><![CDATA[Lei nº 15.357/2026]]></category>
		<category><![CDATA[Medicamentos]]></category>
		<category><![CDATA[plataformas digitais]]></category>
		<category><![CDATA[remédios]]></category>
		<category><![CDATA[revogou medidas que proibiam]]></category>
		<category><![CDATA[venda de medicamentos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Uma pesquisa realizada pelo Instituto QualiBest de Pesquisa de Mercado mostrou que 69% dos consumidores têm receio de adquirir medicamentos falsificados pela internet. Quando isso acontece, 85% dos entrevistados atribuem às plataformas de venda online a responsabilidade pela oferta de medicamentos falsificados, sem registro ou de procedência desconhecida. A sondagem foi feita por encomenda da Associação Brasileira de Redes de Farmácias e Drogarias (Abrafarma) e ouviu 2.024 pessoas que são responsáveis pela compra de medicamentos no domicílio e com hábito de realizar compras pelo menos uma vez a cada três meses. As entrevistas foram realizadas entre 13 e 17 de julho, em todas as regiões do país. Além da falsificação, 59% temem receber medicamentos vencidos ou armazenados de forma inadequada e 54% citam o risco de adquirir produtos&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div class="welcome-container" style="text-align:center; margin:35px 0 15px 0;">
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<p>Uma pesquisa realizada pelo Instituto QualiBest de Pesquisa de Mercado mostrou que 69% dos consumidores têm receio de adquirir medicamentos falsificados pela internet.</p>
<p>Quando isso acontece, 85% dos entrevistados atribuem às plataformas de venda <em>online</em> a responsabilidade pela oferta de medicamentos falsificados, sem registro ou de procedência desconhecida.</p>
<p>A sondagem foi feita por encomenda da Associação Brasileira de Redes de Farmácias e Drogarias (Abrafarma) e ouviu 2.024 pessoas que são responsáveis pela compra de medicamentos no domicílio e com hábito de realizar compras pelo menos uma vez a cada três meses. As entrevistas foram realizadas entre 13 e 17 de julho, em todas as regiões do país.</p>
<p>Além da falsificação, <strong>59% temem receber medicamentos vencidos ou armazenados de forma inadequada e 54% citam o risco de adquirir produtos sem registro na Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa)</strong>.</p>
<p>Na percepção dos consumidores entrevistados, as regras para a comercialização digital de medicamentos deve estar obrigatoriamente vinculada a uma farmácia ou drogaria autorizada (82%), enquanto 71% avaliam que medicamentos não devem ser tratados como mercadorias comuns em plataformas digitais.</p>
<h2>Anvisa</h2>
<p>Neste mês de agosto, a Anvisa <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2026-08/anvisa-libera-venda-de-medicamentos-por-plataformas-como-ifood-e-rapp" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer">revogou medidas que proibiam</a> a comercialização e a propaganda de medicamentos em plataformas como iFood, Rappi, Mercado Livre, Submarino, Americanas e Shopee.</p>
<p><strong>A agência esclareceu, entretanto, que a decisão não representa autorização automática para a venda de medicamentos nesses canais.</strong></p>
<p>A <a href="https://www.in.gov.br/web/dou/-/lei-n-15.357-de-20-de-marco-de-2026-694461081" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer">Lei nº 15.357/2026</a> passou a permitir que farmácias e drogarias regularmente licenciadas contratem canais digitais e plataformas de comércio eletrônico exclusivamente para fins de logística e entrega de medicamentos ao consumidor, desde que cumprida a regulamentação sanitária aplicável.</p>
<p><strong>A implementação da medida não produz efeitos imediatos e ainda depende de regulamentação específica da Anvisa, destacou o CEO da Abrafarma, Sérgio Menna Barreto</strong>.</p>
<p>Segundo ele, a compra <em>online</em> de medicamentos está condicionada à existência de “regras claras, responsabilização e supervisão profissional, e não apenas à conveniência do canal”, uma vez que medicamentos exigem um nível de controle superior ao de outras categorias vendidas pela internet.</p>
<p>Para a Abrafarma, qualquer novo modelo de comércio deverá preservar integralmente as regras sanitárias aplicáveis à dispensa de medicamentos e as salvaguardas necessárias à proteção da saúde da população.</p>
<blockquote>
<p>“A responsabilidade pela venda e pela assistência farmacêutica deve permanecer com farmácias e drogarias regularmente licenciadas, com garantia de orientação profissional, controle de prescrições, rastreabilidade, armazenamento e transporte adequados.”</p>
</blockquote>
<p>No último dia 19, a Diretoria Colegiada da Anvisa aprovou, por unanimidade, a abertura de processo administrativo para regulamentar a contratação, por farmácias, de canais digitais e plataformas de comércio eletrônico para fins de logística e entrega ao consumidor.</p>
<p><strong>Procurada pela reportagem, a Anvisa informou que o aperfeiçoamento regulatório será feito para adequar as regras sanitárias à Lei 15.357/2026.</strong></p>
<blockquote>
<p>“Para a contratação de plataformas de comércio e canais digitais, como prevê a lei, a Anvisa ainda editará as normas. Assim, o artigo específico que trata deste item ainda depende de regulamentação”, concluiu a Agência.</p>
</blockquote>
<p>Durante a 15ª Reunião Ordinária Pública da Diretoria Colegiada de 2026 da Agência, o relator da matéria, diretor Daniel Pereira, observou que a medida tem potencial para ampliar o acesso da população a medicamentos, contribuindo ainda para maior conveniência, rapidez e eficiência na entrega de produtos essenciais à manutenção da saúde.</p>
<p>Ele deixou claro, porém, que a inovação legislativa não afasta a existência de riscos sanitários relevantes.</p>
<h2>CFF</h2>
<p>Procurado pela <strong>Agência Brasil</strong>, o Conselho Federal de Farmácia (CFF) ressaltou que a entrada das plataformas não representa a venda de medicamentos pela internet de forma aleatória.</p>
<p>O que será autorizado, após a regulamentação pela Anvisa, é a utilização das plataformas pelas farmácias para a sua operação. Esse posicionamento da Anvisa será cobrado pelo CFF durante o processo de regulamentação.</p>
<h2>Procon-RJ</h2>
<p>O diretor jurídico do Procon do estado do Rio de Janeiro (Procon-RJ) Silvio Romero explica que as farmácias e as plataformas de venda <em>online</em> são responsáveis, perante o consumidor, por quaisquer prejuízos que ele eventualmente tiver relacionado à qualidade e garantia dos medicamentos que vier a adquirir via internet. </p>
<p>Segundo ele, enquanto não houver a regulamentação da Anvisa, somente farmácias autorizadas podem fazer essa venda por plataformas digitais: </p>
<blockquote>
<p>“A Anvisa está iniciando esse processo regulatório e a gente fica no aguardo de outras condições que ela eventualmente venha a colocar para continuar garantindo a qualidade dos produtos aos consumidores.”</p>
</blockquote>
<p>No entender do diretor do Procon-RJ, as farmácias e drogarias devem buscar fornecedores legalizados, que assegurem “todas as garantias de que esse produto vai ser entregue ao consumidor nas condições estabelecidas pelo fabricante dos medicamentos”.</p>
<p>Silvio Romero destacou que quando a venda de remédios por plataformas digitais estiver regulamentada, o consumidor deve estar atento para verificar vários aspectos, dentre os quais o preço.</p>
<p><strong>“Se ele identificar ofertas muito abaixo do valor de mercado, incompatíveis com o preço normalmente praticado pelas farmácias, este é um primeiro indício para ele desconfiar desse medicamento”</strong>.</p>
<p>Segundo ele, também será importante que o consumidor guarde todos os documentos referentes à compra, como comprovante de aquisição, nota fiscal, anúncio.</p>
<p>“Porque, caso ele venha a ter algum problema, terá mais condições de fazer essa reclamação para que os órgãos competentes possam fazer a sua investigação e, eventualmente, proceder à punição de fornecedores que estejam infringindo a legislação”.</p>
<p>Isso vale, por exemplo, para venda de produto com validade vencida, que é uma infração ao Código de Defesa do Consumidor e está sujeita à fiscalização e à instalação de processo administrativo no Procon-RJ. O mesmo acontece em relação à venda de produtos não autorizados.</p>
<h2>Consumidor digital</h2>
<p><strong>O consumidor brasileiro não enfrenta resistência ao comércio eletrônico, pelo contrário, comprova a pesquisa da QualiBest e Abrafarma: 95% dos entrevistados já realizaram compras <em>online</em> </strong>e nove em cada dez afirmam que costumam avaliar a segurança do <em>site</em> antes de comprar, considerando principalmente a credibilidade do vendedor e a experiência de outros consumidores.</p>
<p><strong>Mesmo com essas precauções, 69% relataram já ter enfrentado alguma experiência negativa em compras pela internet, </strong>como produto diferente do anunciado, atraso na entrega, produto danificado ou golpes em que a compra foi realizada, mas o item não foi recebido.</p>
<p>Quando a compra envolve medicamentos, a assistência profissional também aparece como fator de confiança, demonstra a sondagem. <strong>Para 78% dos entrevistados, a presença de um farmacêutico aumenta a confiança na compra de medicamentos.</strong></p>
<p><strong>Também a compra em uma plataforma de compras conhecida aumenta a percepção de que o produto é seguro para 52% dos consultados. Outros 56% disseram que teriam dificuldade para saber a quem recorrer caso enfrentassem algum problema com um medicamento adquirido nessas plataformas.</strong></p>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p></p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2026-08/sete-em-cada-dez-brasileiros-temem-comprar-remedios-pela-internet" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer">Agência Brasil</a>.</p>

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		<title>Anvisa libera venda de medicamentos por plataformas como iFood e Rapp</title>
		<link>https://weeknews.online/anvisa-libera-venda-de-medicamentos-por-plataformas-como-ifood-e-rapp/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 10 Aug 2026 14:44:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Anvisa]]></category>
		<category><![CDATA[Anvisa proíbe produtos sem registro que prometiam emagrecimento]]></category>
		<category><![CDATA[Consulta pública avalia inclusão no SUS de remédio para hipertensão]]></category>
		<category><![CDATA[iFood]]></category>
		<category><![CDATA[Lei 15.357/2026]]></category>
		<category><![CDATA[Liberação]]></category>
		<category><![CDATA[plataformas digitais]]></category>
		<category><![CDATA[SUS inclui novo teste para rastreamento de câncer colorretal]]></category>
		<category><![CDATA[venda de medicamentos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Feed Editoria. A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) revogou nesta segunda-feira (10) uma série de resoluções e medidas preventivas que proibiam a comercialização e a propaganda de medicamentos nas plataformas iFood, Rappi, Mercado Livre, Submarino e Americanas. Na última quinta-feira (6), a Anvisa já havia revogado a proibição da comercialização e da propaganda de medicamentos na plataforma Shopee. Em nota, a agência destacou que as revogações não isentam essas empresas de cumprir integralmente a regulamentação sanitária aplicável e também não implicam autorização automática de comercialização de produtos farmacêuticos. No comunicado, a Anvisa destacou que a aplicação da Lei 15.357/2026, que passou a permitir que farmácias e drogarias regularmente licenciadas contratem canais digitais e plataformas de comércio eletrônico para logística e entrega de medicamentos aos consumidores,&#8230;</p>
<p class="excerpt-more"><a class="blog-excerpt button" href="https://weeknews.online/anvisa-libera-venda-de-medicamentos-por-plataformas-como-ifood-e-rapp/">Leia mais...</a></p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="welcome-container" style="text-align:center; margin:35px 0 15px 0;">
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<p>    </a>
</div>

<p>Feed Editoria.</p>

<p></p>
<div>
<p>A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) revogou nesta segunda-feira (10) uma série de resoluções e medidas preventivas que proibiam a comercialização e a propaganda de medicamentos nas plataformas iFood, Rappi, Mercado Livre, Submarino e Americanas.</p>
<p><strong>Na última quinta-feira (6), a Anvisa já havia revogado a proibição da comercialização e da propaganda de medicamentos na plataforma Shopee.</strong></p>
<p>Em nota, a agência destacou que as revogações não isentam essas empresas de cumprir integralmente a regulamentação sanitária aplicável e também não implicam autorização automática de comercialização de produtos farmacêuticos.</p>
<p><strong>No comunicado, a Anvisa destacou que a aplicação da <a href="https://www2.camara.leg.br/legin/fed/lei/2026/lei-15357-20-marco-2026-798834-publicacaooriginal-178528-pl.html" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer">Lei 15.357/2026</a>, que passou a permitir que farmácias e drogarias regularmente licenciadas contratem canais digitais e plataformas de comércio eletrônico para logística e entrega de medicamentos aos consumidores, depende de regulamentação específica a ser editada pela própria agência.</strong></p>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p></p>
<p>Fonte: <a href="https://www2.camara.leg.br/legin/fed/lei/2026/lei-15357-20-marco-2026-798834-publicacaooriginal-178528-pl.html" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer">www2.camara.leg.br</a>.</p>
<p></p>
<p>Mon, 10 Aug 2026 11:18:00 -0300</p>
<p></p>

<p>Leia mais aqui em inglês: <a href="https://www2.camara.leg.br/legin/fed/lei/2026/lei-15357-20-marco-2026-798834-publicacaooriginal-178528-pl.html" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer">https://www2.camara.leg.br/legin/fed/lei/2026/lei-15357-20-marco-2026-798834-publicacaooriginal-178528-pl.html</a>.</p>
<p>O post <a href="https://weeknews.online/anvisa-libera-venda-de-medicamentos-por-plataformas-como-ifood-e-rapp/">Anvisa libera venda de medicamentos por plataformas como iFood e Rapp</a> apareceu primeiro em <a href="https://weeknews.online">WeekNews</a>.</p>
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