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O ano de Anne Hathaway segue movimentado. Depois de estrelar a sequência de “O Diabo Veste Prada”, o filme independente “Mother Mary” e a épica produção de Christopher Nolan “The Odyssey”, a atriz vencedora do Oscar agora protagoniza o novo longa “The End of Oak Street”, que chega aos cinemas com uma proposta inusitada: unir dinossauros e o cotidiano suburbano americano. A produção, dirigida por David Robert Mitchell, também marca mais uma parceria da atriz com o cinema de gênero, e ela ainda tem outro filme previsto para o outono.
No filme, Hathaway interpreta Denise Platt, mãe de família que, ao lado do marido Greg, vivido por Ewan McGregor, tenta manter as aparências de um casamento feliz para os filhos adolescentes Audrey e Brian, interpretados por Maisy Stella e Christian Convery. A trama se passa no verão de 1982, em uma vizinhança idílica na rua Oak Street, onde a família vive uma rotina aparentemente tranquila. Tudo muda quando, em uma noite, uma luz misteriosa invade a casa e, ao acordarem, eles descobrem que estão sem energia elétrica, sem água encanada e sem sinal de rádio.
Ao sair de casa para investigar o que está acontecendo, Denise e Greg percebem que algo está profundamente errado: dinossauros circulam pelas ruas. A vizinhança inteira foi transportada para uma era pré-histórica, e o fim da rua agora é um penhasco gigante, com a selva tomando conta dos quintais. A família Platt precisa lutar para sobreviver e encontrar um caminho de volta para casa, se é que existe alguma forma de retornar.
A premissa, que parece saída de um filme de ficção científica dos anos 80, é apresentada sem explicações detalhadas, mas o diretor David Robert Mitchell aposta na execução para conquistar o público. A abordagem lembra uma versão suburbana de “Jurassic Park”, e a falta de lógica é compensada pelo entretenimento puro. Mitchell, que ganhou destaque com o terror “It Follows” (2014), demonstra habilidade para construir suspense e orquestrar sequências de ação divertidas, apoiado pela fotografia de Mike Gioulakis, pela edição de John Axelrad e pela trilha sonora do compositor vencedor do Oscar Michael Giacchino.
A produção conta ainda com o nome de J.J. Abrams, conhecido por sucessos como “Lost”, a trilogia “Cloverfield” e os recentes filmes de “Star Trek” e “Star Wars”. A parceria entre Mitchell e Abrams reforça o tom de aventura sci-fi que permeia a obra, e a experiência do produtor em narrativas de mistério e ação parece ter influenciado a construção do longa.
No elenco, Hathaway se destaca como a matriarca decidida da família, enquanto McGregor traz leveza ao personagem, que encara a situação com um otimismo quase ingênuo. Os jovens atores Maisy Stella e Christian Convery também têm seus momentos de ação, participando das lutas contra os dinossauros, que, segundo a crítica, incluem criaturas bastante assustadoras.
A crítica especializada tem recebido o filme de forma positiva, destacando-o como uma experiência divertida e cheia de suspense, que remete a um estilo de cinema que já foi comum em Hollywood. A produção é descrita como uma montanha-russa que agrada ao público em busca de entretenimento familiar, especialmente antes do fim das férias escolares.
“The End of Oak Street” é classificado como PG-13, com restrição para menores de 13 anos, devido a cenas de violência, imagens sangrentas, linguagem forte e conteúdo sugestivo. O filme tem duração de 1 hora e 39 minutos e já está em cartaz nos cinemas.
Leia mais aqui em inglês: https://www.foxnews.com/opinion/the-end-oak-street-review-anne-hathaway-ewan-mcgregor-fight-dinosaurs-surprisingly-fun-movie.
Fonte: Fox News.
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2026-08-15 09:00:00
