
Uma operação da Polícia Militar realizada na manhã desta segunda-feira (13) no Complexo da Pedreira, em Costa Barros, na zona norte do Rio de Janeiro, teve três ônibus usados como barricadas por criminosos. A ação, conduzida pelo 41º BPM (Irajá), teve como objetivo reprimir os roubos de cargas e de veículos na região, além de retirar barricadas montadas por traficantes.
De acordo com a PM, durante o ingresso das equipes na comunidade, criminosos utilizaram os ônibus para bloquear vias de acesso e também atearam fogo em objetos usados como barricadas. Imediatamente, os policiais foram deslocados para os locais com o objetivo de desobstruir as vias e restabelecer a circulação de veículos na região.
A Secretaria Municipal de Educação informou que, no Complexo da Pedreira, 19 unidades escolares foram impactadas pela operação. Não foram divulgados detalhes sobre o funcionamento das escolas ou se houve suspensão de aulas.
Além da desobstrução das vias, os policiais atuaram na busca por veículos roubados ou clonados que possam estar sendo utilizados na prática de delitos. A operação faz parte de um esforço contínuo para combater a criminalidade na região, que tem registrado altos índices de roubos de carga e veículos.
A Polícia Militar não informou se houve prisões ou apreensões durante a ação, nem se os ônibus usados como barricada foram recuperados ou estavam em situação regular. Também não há informações sobre feridos ou danos materiais além dos veículos incendiados.
O Complexo da Pedreira, em Costa Barros, é uma área conhecida pela forte presença de grupos criminosos, que frequentemente utilizam barricadas para dificultar a entrada da polícia. A operação desta segunda-feira é mais uma tentativa de retomar o controle da região e garantir a segurança dos moradores.
A população pode contribuir com denúncias anônimas através do Disque-Denúncia (21) 2253-1177 ou do aplicativo do órgão, sem precisar se identificar. A Polícia Militar reforça a importância da colaboração da comunidade para o sucesso das operações.
A Agência Brasil tentou contato com a Secretaria Municipal de Educação para obter mais informações sobre o impacto nas escolas, mas não obteve retorno até o fechamento desta matéria. A operação segue em andamento na região.
Fonte: Agência Brasil.
