
O programa Brasil no Mundo, da TV Brasil, exibido nesta quinta-feira (17), às 22h30, coloca em debate os riscos do avanço acelerado da inteligência artificial e a disputa entre Estados Unidos e China pela hegemonia tecnológica, tema que, segundo a atração, ganha também uma dimensão militar com a corrida armamentista no espaço.
Para conduzir a conversa, os jornalistas Cristina Serra, Jamil Chade e Yan Boechat recebem Chico Teixeira, professor titular aposentado de História Moderna e Contemporânea da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), doutor em História Social pela Universidade Federal Fluminense (UFF) e fundador do Laboratório de Estudos do Tempo Presente da UFRJ.
Além da disputa tecnológica entre norte-americanos e chineses, a edição aborda a escalada dos conflitos no Oriente Médio, com o avanço dos Houthis em direção ao estratégico estreito de Bab el-Mandeb, e as novas tensões da guerra na Ucrânia. O programa encerra discutindo o papel dos BRICS na defesa do multilateralismo e da soberania, às vésperas da Assembleia Geral da ONU.
Segundo a produção, o Brasil no Mundo se dedica a discutir, com profundidade e clareza, os grandes acontecimentos internacionais que moldam a política, a economia e a vida cotidiana. A atração combina análises de contexto, explicações acessíveis e entrevistas com especialistas que ajudam a iluminar os reflexos do cenário global no Brasil.
Entre as personalidades que já passaram pelo programa estão a ministra Marina Silva; o embaixador André Corrêa do Lago, presidente da COP30; o geógrafo Elias Jabbour; e a economista Juliana Furno.
O Brasil no Mundo vai ao ar às quintas-feiras, às 22h30, na TV Brasil, com reprise na madrugada de quinta para sexta-feira, às 4h30. A programação pode ser acompanhada pelo canal aberto, TV por assinatura e parabólica, além do TV Brasil Play, disponível por site e aplicativo para Android e iOS, e pela WebTV.
Análise WeekNews: ao reunir em uma mesma edição a corrida tecnológica entre EUA e China, os conflitos no Oriente Médio e na Ucrânia e o papel dos BRICS às vésperas da Assembleia Geral da ONU, o programa trata esses temas como partes de um mesmo cenário internacional. A escolha de um historiador especializado no tempo presente para comentar a disputa pela liderança em inteligência artificial indica uma abordagem que busca situar o avanço da tecnologia em um contexto mais amplo, que inclui a dimensão militar e a correlação de forças entre potências.
Fonte: Agência Brasil.
