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	<title>Arquivo de diesel - WeekNews</title>
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	<title>Arquivo de diesel - WeekNews</title>
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	<item>
		<title>Governo libera R$ 7,52 bilhões para subsídios a combustíveis</title>
		<link>https://weeknews.online/governo-libera-r-752-bilhoes-para-subsidios-a-combustiveis/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 09 Oct 2026 13:24:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Pesquisa e Inovação]]></category>
		<category><![CDATA[Agência Nacional do Petróleo]]></category>
		<category><![CDATA[Constituição]]></category>
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		<category><![CDATA[Diário Oficial da União]]></category>
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		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Gás Natural e Biocombustíveis (ANP)]]></category>
		<category><![CDATA[Governo quer aprovar no Congresso MP da subvenção do diesel]]></category>
		<category><![CDATA[Medida Provisória nº 1.395]]></category>
		<category><![CDATA[ministério de minas e energia]]></category>
		<category><![CDATA[Novas medidas para combustíveis terão impacto de R$ 7 bilhões por mês]]></category>
		<category><![CDATA[Petróleo]]></category>
		<category><![CDATA[provisórias editadas neste ano]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Fonte da imagem: Agência Brasil O governo federal publicou nesta sexta-feira (9) a Medida Provisória nº 1.395, que abre crédito extraordinário de R$ 7,52 bilhões em favor do Ministério de Minas e Energia. Os recursos vão financiar programas de subvenção econômica à produção e à importação de combustíveis. A maior parte do valor, R$ 6,17 bilhões, será aplicada na subvenção à produção e à importação de óleo diesel de uso rodoviário, conforme a MP nº 1.363/2026. Os R$ 1,35 bilhão restantes cobrem a subvenção a outros combustíveis derivados de petróleo, prevista na MP nº 1.358/2026. Os recursos serão repassados à Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), responsável por executar as despesas ligadas às ações de subvenção econômica definidas nas medidas provisórias editadas&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure class="weeknews-ai-media" style="margin:24px 0;max-width:100%;clear:both;"><img loading="lazy" style="max-width:100%;height:auto;display:block;" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/10/posto_de_combustivel_mcajr_abr_1609210441-1024x512.jpg" alt="Governo libera R$ 7,52 bilhões para subsídios a combustíveis" decoding="async"><figcaption class="weeknews-ai-credit" style="font-size:13px;line-height:1.45;margin-top:8px;color:#666;text-align:center;">Fonte da imagem: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2026-10/credito-extraordinario-de-r-75-bi-reforca-subsidios-combustiveis" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer">Agência Brasil</a></figcaption></figure>
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<p>O governo federal publicou nesta sexta-feira (9) a Medida Provisória nº 1.395, que abre crédito extraordinário de R$ 7,52 bilhões em favor do Ministério de Minas e Energia. Os recursos vão financiar programas de subvenção econômica à produção e à importação de combustíveis.</p>
<p>A maior parte do valor, R$ 6,17 bilhões, será aplicada na subvenção à produção e à importação de óleo diesel de uso rodoviário, conforme a MP nº 1.363/2026. Os R$ 1,35 bilhão restantes cobrem a subvenção a outros combustíveis derivados de petróleo, prevista na MP nº 1.358/2026.</p>
<p>Os recursos serão repassados à Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), responsável por executar as despesas ligadas às ações de subvenção econômica definidas nas medidas provisórias editadas ao longo deste ano.</p>
<p>Segundo a Constituição, os créditos extraordinários são instrumentos destinados a atender despesas urgentes e imprevisíveis, o que justifica a edição da MP sem aguardar o trâmite orçamentário ordinário.</p>
<p>Análise WeekNews: a concentração de quase 82% do crédito extraordinário no diesel rodoviário indica que o combustível segue como principal foco da política de subvenção neste ano. O uso do instrumento constitucional para viabilizar os repasses reforça o caráter emergencial que o governo atribui à manutenção desses subsídios.</p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2026-10/credito-extraordinario-de-r-75-bi-reforca-subsidios-combustiveis" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer">Agência Brasil</a>.</p>

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		<item>
		<title>Governo amplia fiscalização e multas para segurar preços dos combustíveis</title>
		<link>https://weeknews.online/governo-amplia-fiscalizacao-e-multas-para-segurar-precos-dos-combustiveis/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 28 Sep 2026 20:52:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticías]]></category>
		<category><![CDATA[anunciada no último sábado]]></category>
		<category><![CDATA[Combustíveis]]></category>
		<category><![CDATA[Combustíveis terão novos preços médios a partir de outubro]]></category>
		<category><![CDATA[Conflito no Oriente Médio]]></category>
		<category><![CDATA[diesel]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[fiscalização]]></category>
		<category><![CDATA[MP 1.391]]></category>
		<category><![CDATA[MP 1.393]]></category>
		<category><![CDATA[Multas por aumento abusivo de combustíveis passam de R$ 700 milhões]]></category>
		<category><![CDATA[operação carga pesada]]></category>
		<category><![CDATA[Portaria nº 2.946/2026]]></category>
		<category><![CDATA[preço dos combustíveis]]></category>
		<category><![CDATA[subvenção]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Fonte da imagem: Agência Brasil Diante da alta do petróleo no mercado internacional, com o barril acima de US$ 100, o governo anunciou nesta segunda-feira (28) um pacote de medidas para tentar conter a elevação dos preços dos combustíveis. As ações incluem a manutenção da subvenção de R$ 2,12 por litro de diesel, novas fiscalizações em postos e distribuidoras e o endurecimento das multas para empresas que praticarem condutas consideradas abusivas. A subvenção ao diesel foi mantida pela Portaria nº 2.946/2026, publicada pelo Ministério da Fazenda na sexta-feira (25) à noite. Com o fim da vigência da Medida Provisória 1.363, o benefício passa a ser integralmente amparado pela MP 1.391, editada no último dia 11. A medida integra a estratégia do governo para reduzir os&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure class="weeknews-ai-media" style="margin:24px 0;max-width:100%;clear:both;"><img loading="lazy" style="max-width:100%;height:auto;display:block;" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/09/fiscalizacao-postos-de-combustivel_mcamgo_abr_150320211818-29-1024x512.jpg" alt="Governo amplia fiscalização e multas para segurar preços dos combustíveis" decoding="async"><figcaption class="weeknews-ai-credit" style="font-size:13px;line-height:1.45;margin-top:8px;color:#666;text-align:center;">Fonte da imagem: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2026-09/fiscalizacao-e-reforcada-para-conter-alta-dos-combustiveis" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer">Agência Brasil</a></figcaption></figure>
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<p>Diante da alta do petróleo no mercado internacional, com o barril acima de US$ 100, o governo anunciou nesta segunda-feira (28) um pacote de medidas para tentar conter a elevação dos preços dos combustíveis. As ações incluem a manutenção da subvenção de R$ 2,12 por litro de diesel, novas fiscalizações em postos e distribuidoras e o endurecimento das multas para empresas que praticarem condutas consideradas abusivas.</p>
<p>A subvenção ao diesel foi mantida pela Portaria nº 2.946/2026, publicada pelo Ministério da Fazenda na sexta-feira (25) à noite. Com o fim da vigência da Medida Provisória 1.363, o benefício passa a ser integralmente amparado pela MP 1.391, editada no último dia 11. A medida integra a estratégia do governo para reduzir os efeitos da volatilidade dos preços internacionais do petróleo e dos combustíveis.</p>
<p>A fiscalização foi reforçada por meio da Operação Carga Pesada, que reúne órgãos federais e Procons de todo o país para apurar possíveis aumentos injustificados nas margens de lucro. Entre 21 e 25 de setembro, foram realizadas 241 ações: 87 da Agência Nacional do Petróleo (ANP), 86 dos Procons, 12 da Secretaria Nacional do Consumidor (Senacon) do Ministério da Justiça, 30 conjuntas da ANP com Procons e 26 conjuntas da ANP com a Senacon. A operação foi iniciada após reunião emergencial da Senacon com mais de 140 representantes de Procons e levou em conta a alta recente dos combustíveis, dados de fiscalizações anteriores e cerca de 330 denúncias recebidas pela ANP.</p>
<p>Além das ações de campo, a Senacon abriu 70 processos administrativos sancionadores contra postos e distribuidoras, instaurados a partir de autos de infração encaminhados anteriormente pela ANP. A apuração busca verificar possíveis práticas abusivas relacionadas aos preços dos combustíveis.</p>
<p>A ANP também determinou multas que, somadas, ultrapassam R$ 700 milhões contra distribuidoras por elevação abusiva de preços. As penalidades resultam de fiscalizações anteriores e de decisões de primeira instância administrativa em processos decorrentes de autos de infração, e as empresas ainda podem recorrer. Segundo a ANP, os casos envolvem condutas praticadas durante a vigência das MPs 1.340 e 1.349, que deram à agência atribuição para fiscalizar aumentos considerados abusivos. Em alguns dos casos analisados, a margem bruta das distribuidoras teria aumentado mais de 1.350%, conforme as decisões administrativas citadas pelo governo.</p>
<p>O governo também endureceu as penalidades para determinadas práticas abusivas no setor. A MP 1.393, publicada na sexta-feira (25), alterou o Código de Defesa do Consumidor e estabeleceu multas específicas para infrações cometidas por agentes da cadeia de combustíveis. Para a elevação de preços sem justa causa, a multa administrativa poderá variar de R$ 20 mil a R$ 500 milhões, sem a aplicação do limite geral previsto no CDC.</p>
<p>Apesar da pressão sobre os preços internacionais, o governo afirma que o abastecimento de diesel no país está garantido. Para outubro, a demanda estimada é de 3,95 milhões de metros cúbicos, enquanto a oferta confirmada chega a 3,978 milhões de metros cúbicos. O país também dispõe de estoques de aproximadamente 1,97 milhão de metros cúbicos, volume estimado como suficiente para cerca de 15 dias de consumo.</p>
<p>Desde março, uma mesa coordenada pelo Ministério de Minas e Energia acompanha semanalmente o mercado de combustíveis, com participação de órgãos públicos e representantes do setor privado. O monitoramento considera o cenário internacional do petróleo, os fluxos de importação, a distribuição de combustíveis, as projeções de demanda e os riscos para o abastecimento nacional, com horizonte de dois meses, para antecipar eventuais problemas de oferta.</p>
<p>Análise WeekNews: O conjunto de medidas combina subsídio, fiscalização e punições mais severas, indicando que o governo tenta atuar em várias frentes para conter a transmissão da alta internacional do petróleo aos preços domésticos. O volume de multas já aplicadas, superior a R$ 700 milhões, e a criação de faixas de penalidade que chegam a R$ 500 milhões sinalizam que a fiscalização sobre margens de distribuidoras e postos ganhou peso na política de preços. Ao mesmo tempo, os números de oferta e estoque de diesel apresentados pelo governo sugerem que, no curto prazo, o foco é evitar desabastecimento enquanto a pressão externa permanecer.</p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2026-09/fiscalizacao-e-reforcada-para-conter-alta-dos-combustiveis" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer">Agência Brasil</a>.</p>

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			</item>
		<item>
		<title>Governo deve prorrogar subvenção de R$ 2,12 ao diesel por mais 30 dias</title>
		<link>https://weeknews.online/governo-deve-prorrogar-subvencao-de-r-212-ao-diesel-por-mais-30-dias/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 24 Sep 2026 16:28:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticías]]></category>
		<category><![CDATA[12 por litro]]></category>
		<category><![CDATA[anunciada pelo governo no início de setembro]]></category>
		<category><![CDATA[Combustíveis]]></category>
		<category><![CDATA[cuja validade termina neste sábado (26)]]></category>
		<category><![CDATA[diesel]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[gasolina]]></category>
		<category><![CDATA[Gasolina chega a preços recordes nos Estados Unidos]]></category>
		<category><![CDATA[ministério de minas e energia]]></category>
		<category><![CDATA[Ministério do Planejamento]]></category>
		<category><![CDATA[outra de R$ 1 por litro]]></category>
		<category><![CDATA[Petrobras aprova adesão à subvenção ao óleo diesel]]></category>
		<category><![CDATA[preço do petróleo]]></category>
		<category><![CDATA[preço dos combustíveis]]></category>
		<category><![CDATA[Subsídios à gasolina e ao diesel são ampliados após alta do petróleo]]></category>
		<category><![CDATA[Subvenção dos combustíveis]]></category>
		<category><![CDATA[uma subvenção de R$ 1]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Fonte da imagem: Agência Brasil O governo federal deve manter por mais 30 dias a subvenção de R$ 2,12 por litro de diesel, segundo o ministro do Planejamento e Orçamento, Bruno Moretti. A prorrogação deve ser anunciada ainda nesta semana, após a decisão ser levada ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva. O valor atual do benefício resulta da soma de duas medidas. A primeira é uma subvenção de R$ 1,12 por litro, criada por medida provisória que perde validade neste sábado (26). A segunda é um adicional de R$ 1 por litro, estabelecido por uma MP mais recente, anunciada pelo governo no início de setembro. A MP mais recente permite ao governo alterar o valor do benefício conforme as condições do mercado. Na prática,&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure class="weeknews-ai-media" style="margin:24px 0;max-width:100%;clear:both;"><img loading="lazy" style="max-width:100%;height:auto;display:block;" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/07/posto_de_gasolina_jfcrz_abr_0605223809_1-1024x512.jpg" alt="Governo deve prorrogar subvenção de R$ 2,12 ao diesel por mais 30 dias" decoding="async"><figcaption class="weeknews-ai-credit" style="font-size:13px;line-height:1.45;margin-top:8px;color:#666;text-align:center;">Fonte da imagem: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2026-09/subsidio-de-r-212-ao-diesel-deve-ser-mantido-por-30-dias" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer">Agência Brasil</a></figcaption></figure>
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<p>O governo federal deve manter por mais 30 dias a subvenção de R$ 2,12 por litro de diesel, segundo o ministro do Planejamento e Orçamento, Bruno Moretti. A prorrogação deve ser anunciada ainda nesta semana, após a decisão ser levada ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva.</p>
<p>O valor atual do benefício resulta da soma de duas medidas. A primeira é uma subvenção de R$ 1,12 por litro, criada por medida provisória que perde validade neste sábado (26). A segunda é um adicional de R$ 1 por litro, estabelecido por uma MP mais recente, anunciada pelo governo no início de setembro.</p>
<p>A MP mais recente permite ao governo alterar o valor do benefício conforme as condições do mercado. Na prática, o Executivo poderá elevar a subvenção prevista nessa medida para preservar o total de R$ 2,12 por litro.</p>
<p>Em entrevista para explicar a liberação de R$ 1,8 bilhão no Orçamento de 2026, Moretti afirmou nesta quinta-feira (24) que a avaliação técnica da equipe econômica é favorável à continuidade da subvenção. &#8220;Vamos levar ao presidente, mas, frente aos indicadores, a tendência é que a gente mantenha&#8221;, declarou o ministro.</p>
<p>A decisão ocorre em meio à preocupação com os efeitos da alta do petróleo e com problemas no mercado internacional de combustíveis relacionados ao conflito no Oriente Médio. O objetivo da subvenção é reduzir a pressão sobre o preço do diesel no mercado doméstico, combustível usado principalmente no transporte de cargas e no transporte coletivo, além de diminuir o risco de problemas no abastecimento interno diante das oscilações internacionais.</p>
<p>Além do diesel, o governo anunciou neste mês outras medidas para reduzir os preços dos combustíveis: desoneração de R$ 0,63 por litro de PIS/Cofins sobre a gasolina, desoneração de R$ 0,19 por litro sobre o etanol e a nova subvenção de R$ 1 por litro de diesel, somada ao benefício de R$ 1,12 já existente. Juntas, as medidas adicionais representam um custo estimado de aproximadamente R$ 7 bilhões por mês para a União.</p>
<p>Caso a prorrogação seja confirmada, a medida evitará uma redução abrupta do benefício a partir deste sábado.</p>
<p>Análise WeekNews: A prorrogação da subvenção mantém inalterado o patamar de R$ 2,12 por litro de diesel, mas o custo mensal estimado de R$ 7 bilhões com as medidas para combustíveis indica que a decisão tem impacto relevante nas contas públicas. A possibilidade de o governo ajustar o valor do adicional de R$ 1 conforme as condições de mercado sugere que a política de subvenção foi desenhada para permitir correções ao longo do tempo, o que pode reduzir a necessidade de novas medidas provisórias para revisar o benefício.</p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2026-09/subsidio-de-r-212-ao-diesel-deve-ser-mantido-por-30-dias" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer">Agência Brasil</a>.</p>

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		<item>
		<title>Petrobras reajusta diesel em R$ 1, mas subvenção federal zera efeito no preço final</title>
		<link>https://weeknews.online/petrobras-reajusta-diesel-em-r-1-mas-subvencao-federal-zera-efeito-no-preco-final/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 17 Sep 2026 11:43:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Pesquisa e Inovação]]></category>
		<category><![CDATA[combustível]]></category>
		<category><![CDATA[diesel]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Novas medidas para combustíveis terão impacto de R$ 7 bilhões por mês]]></category>
		<category><![CDATA[Petrobrás]]></category>
		<category><![CDATA[reajuste]]></category>
		<category><![CDATA[Refinaria]]></category>
		<category><![CDATA[subvenção]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Fonte da imagem: Agência Brasil A Petrobras anunciou nesta quarta-feira (16) um aumento de R$ 1 por litro no preço do diesel em suas refinarias, com vigência a partir desta quinta-feira (19). O reajuste, no entanto, não chegará ao consumidor: uma subvenção econômica ao óleo diesel A de uso rodoviário, também de R$ 1 por litro, neutraliza integralmente o aumento. O subsídio foi estabelecido pela portaria MF 2.813/2026, publicada na mesma data do anúncio, com vigência imediata e prazo de 30 dias. Como o desconto equivale ao valor do reajuste, o combustível seguirá sendo vendido pelo mesmo preço nas refinarias. Segundo a Petrobras, a adesão ao programa de subvenção econômica é facultativa, mas foi considerada compatível com os interesses da companhia. Em nota, a estatal&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure class="weeknews-ai-media" style="margin:24px 0;max-width:100%;clear:both;"><img loading="lazy" style="max-width:100%;height:auto;display:block;" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/09/2019-05-07t131900z_6993045_rc15f3e59060_rtrmadp_3_petrobras-divestiture-refineries-1024x512.jpg" alt="Petrobras reajusta diesel em R$ 1, mas subvenção federal zera efeito no preço final" decoding="async"><figcaption class="weeknews-ai-credit" style="font-size:13px;line-height:1.45;margin-top:8px;color:#666;text-align:center;">Fonte da imagem: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2026-09/petrobras-aumenta-diesel-mas-subsitio-mantem-valor-final-entenda" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer">Agência Brasil</a></figcaption></figure>
<p><a style="display:block;" href="https://weeknews.online/" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer"></p>
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<p>A Petrobras anunciou nesta quarta-feira (16) um aumento de R$ 1 por litro no preço do diesel em suas refinarias, com vigência a partir desta quinta-feira (19). O reajuste, no entanto, não chegará ao consumidor: uma subvenção econômica ao óleo diesel A de uso rodoviário, também de R$ 1 por litro, neutraliza integralmente o aumento.</p>
<p>O subsídio foi estabelecido pela portaria MF 2.813/2026, publicada na mesma data do anúncio, com vigência imediata e prazo de 30 dias. Como o desconto equivale ao valor do reajuste, o combustível seguirá sendo vendido pelo mesmo preço nas refinarias.</p>
<p>Segundo a Petrobras, a adesão ao programa de subvenção econômica é facultativa, mas foi considerada compatível com os interesses da companhia. Em nota, a estatal afirmou que mantém sua estratégia comercial orientada pela participação de mercado, pela otimização de seus ativos de refino e pela busca de rentabilidade de forma sustentável, evitando o repasse imediato aos preços internos da volatilidade conjuntural das cotações internacionais e da taxa de câmbio.</p>
<p>Análise WeekNews: a combinação entre reajuste nas refinarias e subvenção de igual valor mantém, na prática, o preço do diesel estável para o consumidor durante o período de vigência da portaria. O desenho da medida indica que o governo optou por preservar a política de preços da estatal enquanto absorve, via subsídio, o impacto do aumento. Como a subvenção tem prazo de 30 dias, o efeito sobre o bolso do consumidor depende da renovação ou não do benefício após esse intervalo.</p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2026-09/petrobras-aumenta-diesel-mas-subsitio-mantem-valor-final-entenda" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer">Agência Brasil</a>.</p>

<p>O post <a href="https://weeknews.online/petrobras-reajusta-diesel-em-r-1-mas-subvencao-federal-zera-efeito-no-preco-final/">Petrobras reajusta diesel em R$ 1, mas subvenção federal zera efeito no preço final</a> apareceu primeiro em <a href="https://weeknews.online">WeekNews</a>.</p>
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		<title>Governo anuncia pacote de R$ 7 bilhões mensais para conter preço dos combustíveis</title>
		<link>https://weeknews.online/governo-anuncia-pacote-de-r-7-bilhoes-mensais-para-conter-preco-dos-combustiveis/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 10 Sep 2026 00:31:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticías]]></category>
		<category><![CDATA[Combustíveis]]></category>
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		<category><![CDATA[Feira em SP reúne programas de intercâmbio e bolsas esportivas]]></category>
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		<category><![CDATA[PND 2026: cartão que confirma inscrição está disponível na internet]]></category>
		<category><![CDATA[por medida provisória]]></category>
		<category><![CDATA[Um em cada cinco estudantes já fez apostas online]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Fonte da imagem: Agência Brasil O governo federal anunciou nesta quarta-feira (9) um pacote de medidas para conter a alta dos combustíveis, com custo estimado em R$ 7 bilhões por mês. A informação foi dada pelo ministro do Planejamento e Orçamento, Bruno Moretti. O conjunto de ações inclui redução de tributos sobre gasolina e etanol e uma nova subvenção ao diesel, em meio à escalada do preço do petróleo provocada pela guerra no Oriente Médio. Moretti afirmou que o governo está utilizando o espaço fiscal disponível, sem pedir recursos adicionais. &#8220;Estamos fazendo uso do espaço fiscal de que dispomos, sem pedir espaço adicional&#8221;, declarou. Pelo decreto assinado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, as alíquotas de PIS/Pasep e Cofins sobre a gasolina serão reduzidas&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure class="weeknews-ai-media" style="margin:24px 0;max-width:100%;clear:both;"><img loading="lazy" style="max-width:100%;height:auto;display:block;" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/09/0g0a8743-1024x512.jpg" alt="Governo anuncia pacote de R$ 7 bilhões mensais para conter preço dos combustíveis" decoding="async"><figcaption class="weeknews-ai-credit" style="font-size:13px;line-height:1.45;margin-top:8px;color:#666;text-align:center;">Fonte da imagem: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2026-09/novas-medidas-para-combustiveis-terao-impacto-de-r-7-bilhoes-por-mes" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer">Agência Brasil</a></figcaption></figure>
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<p>O governo federal anunciou nesta quarta-feira (9) um pacote de medidas para conter a alta dos combustíveis, com custo estimado em R$ 7 bilhões por mês. A informação foi dada pelo ministro do Planejamento e Orçamento, Bruno Moretti. O conjunto de ações inclui redução de tributos sobre gasolina e etanol e uma nova subvenção ao diesel, em meio à escalada do preço do petróleo provocada pela guerra no Oriente Médio.</p>
<p>Moretti afirmou que o governo está utilizando o espaço fiscal disponível, sem pedir recursos adicionais. &#8220;Estamos fazendo uso do espaço fiscal de que dispomos, sem pedir espaço adicional&#8221;, declarou.</p>
<p>Pelo decreto assinado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, as alíquotas de PIS/Pasep e Cofins sobre a gasolina serão reduzidas em R$ 0,63 por litro, passando a cobrança para R$ 0,16 por litro. Para o etanol hidratado, os tributos federais serão zerados temporariamente, com redução de R$ 0,19 por litro. As medidas valem de 10 de setembro a 9 de outubro e substituem a subvenção anterior da gasolina, de R$ 0,44 por litro. O impacto estimado dessa desoneração é de R$ 2 bilhões por mês.</p>
<p>Em relação ao diesel, uma medida provisória autoriza nova subvenção de R$ 1 por litro para produtores e importadores. O valor será regulamentado pelo Ministério da Fazenda e revisado a cada 30 dias, podendo ser alterado, interrompido ou prorrogado conforme as condições do mercado. O custo estimado é de R$ 5 bilhões em setembro, dependendo da adesão das empresas.</p>
<p>Somando as novas medidas, o impacto mensal chega a R$ 7 bilhões. Com a subvenção atual de R$ 1,12 por litro de diesel, que termina em 27 de setembro e custa R$ 5,5 bilhões por mês, o impacto sobre as contas públicas em setembro será de R$ 12,5 bilhões. Entre março e agosto, o governo gastou ou deixou de arrecadar R$ 25 bilhões com medidas para conter os preços dos combustíveis. Com setembro, a conta chega a R$ 37,5 bilhões em 2026.</p>
<p>O secretário-executivo do Ministério da Fazenda, Rogério Ceron, afirmou que o governo espera mais de R$ 10 bilhões em receitas extraordinárias de petróleo para financiar as desonerações. &#8220;A estimativa de receitas extraordinárias para esse período será de mais de R$ 10 bilhões&#8221;, disse.</p>
<p>A subvenção do diesel será financiada por crédito extraordinário editado por medida provisória. O impacto será incorporado ao próximo Relatório Bimestral de Avaliação de Receitas e Despesas, previsto para 24 de setembro. O relatório orienta a execução do Orçamento; se necessário, o governo poderá contingenciar gastos não obrigatórios para cumprir as metas de superávit primário.</p>
<p>Moretti rejeitou a avaliação de que o pacote tenha caráter populista e afirmou que as medidas são temporárias e buscam reduzir os efeitos da alta internacional do petróleo. &#8220;Essa é uma política de suavização de preço, de mitigação dos efeitos da guerra sobre os preços de derivado. Portanto, não há uma redução artificial. Não há distorção de preço relativo, não há um uso, digamos, populista desse instrumento&#8221;, afirmou.</p>
<p>O barril do tipo Brent, referência internacional, fechou a US$ 101,21 nesta quarta-feira, com alta de 3,36%. Em nota, o Palácio do Planalto afirmou que &#8220;as medidas buscam amortecer, de forma temporária, os efeitos dessa conjuntura internacional sobre o mercado doméstico&#8221;. O ministro da Fazenda, Dario Durigan, defendeu ações temporárias para proteger a população e classificou como boa prática a adoção de &#8220;medidas limitadas e temporárias&#8221;.</p>
<p>Segundo o governo, as medidas anteriores ajudaram a conter os preços. Durante a guerra, o diesel caiu 6% no Brasil, enquanto subiu 25% na Alemanha. Apesar da queda recente, os preços brasileiros ainda estão acima dos níveis anteriores ao conflito.</p>
<p>Análise WeekNews: O pacote anunciado combina desoneração tributária e subvenção direta, com impacto expressivo sobre as contas públicas em um momento de tensão internacional. A opção por medidas temporárias e revisáveis indica preocupação em limitar o efeito fiscal, mas o custo acumulado de R$ 37,5 bilhões em 2026 evidencia o peso da política de contenção de preços. A expectativa de receitas extraordinárias do petróleo pode ajudar a financiar parte do programa, mas a dependência desses recursos adiciona incerteza à sustentabilidade da medida.</p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2026-09/novas-medidas-para-combustiveis-terao-impacto-de-r-7-bilhoes-por-mes" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer">Agência Brasil</a>.</p>

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		<title>Governo amplia subsídios a combustíveis após alta do petróleo</title>
		<link>https://weeknews.online/governo-amplia-subsidios-a-combustiveis-apos-alta-do-petroleo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 09 Sep 2026 20:01:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Pesquisa e Inovação]]></category>
		<category><![CDATA[6 bilhões]]></category>
		<category><![CDATA[ANP]]></category>
		<category><![CDATA[Combustíveis]]></category>
		<category><![CDATA[Combustíveis e agricultura familiar recebem quase R$ 7 bi em créditos]]></category>
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		<category><![CDATA[Economia]]></category>
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		<category><![CDATA[Medida Provisória (MP) 1.389]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Fonte da imagem: Agência Brasil O governo federal anunciou, nesta quarta-feira (9), novas medidas para conter a alta dos combustíveis no Brasil, em resposta à recente disparada do preço internacional do petróleo. As ações incluem redução de tributos sobre a gasolina e subvenção para o diesel, com impacto imediato no bolso do consumidor. Pelas novas regras, a gasolina terá uma redução de R$ 0,63 por litro nas alíquotas de PIS/Pasep e Cofins, válida de 10 de setembro a 5 de outubro. Com isso, a carga tributária total sobre o combustível cairá para R$ 0,16 por litro. A medida substitui a subvenção anterior de R$ 0,44 por litro, que terminava nesta quarta-feira, e amplia o alívio. Para o etanol hidratado, o governo zerou as alíquotas de&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure class="weeknews-ai-media" style="margin:24px 0;max-width:100%;clear:both;"><img loading="lazy" style="max-width:100%;height:auto;display:block;" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/09/ffraz_abr2405182855_1-1024x512.jpg" alt="Governo amplia subsídios a combustíveis após alta do petróleo" decoding="async"><figcaption class="weeknews-ai-credit" style="font-size:13px;line-height:1.45;margin-top:8px;color:#666;text-align:center;">Fonte da imagem: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2026-09/subsidios-gasolina-e-ao-diesel-sao-ampliados-apos-alta-do-petroleo" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer">Agência Brasil</a></figcaption></figure>
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<p>O governo federal anunciou, nesta quarta-feira (9), novas medidas para conter a alta dos combustíveis no Brasil, em resposta à recente disparada do preço internacional do petróleo. As ações incluem redução de tributos sobre a gasolina e subvenção para o diesel, com impacto imediato no bolso do consumidor.</p>
<p>Pelas novas regras, a gasolina terá uma redução de R$ 0,63 por litro nas alíquotas de PIS/Pasep e Cofins, válida de 10 de setembro a 5 de outubro. Com isso, a carga tributária total sobre o combustível cairá para R$ 0,16 por litro. A medida substitui a subvenção anterior de R$ 0,44 por litro, que terminava nesta quarta-feira, e amplia o alívio.</p>
<p>Para o etanol hidratado, o governo zerou as alíquotas de PIS/Pasep e Cofins, o que representa uma redução de R$ 0,19 por litro.</p>
<p>No caso do diesel, foi autorizada uma subvenção econômica inicial de R$ 1 por litro a produtores e importadores, com valor que poderá ser ajustado pelo Ministério da Fazenda conforme as condições do mercado e a disponibilidade de recursos. O mecanismo, criado por medida provisória, valerá enquanto persistir a instabilidade na oferta de combustíveis relacionada a conflitos geopolíticos. A Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) ficará responsável por habilitar os participantes, acompanhar preços e efetuar os pagamentos.</p>
<p>O governo justifica a medida lembrando que mais de 25% do diesel consumido no país é importado, o que aumenta a exposição do mercado doméstico às oscilações internacionais.</p>
<p>As ações foram adotadas em meio à volatilidade no mercado internacional de petróleo. Segundo o governo, o barril do tipo Brent voltou a superar US$ 100, patamar mais alto do que o observado antes do agravamento dos conflitos no Oriente Médio. Outro fator de preocupação é o Estreito de Ormuz, rota por onde passava cerca de 20% do petróleo mundial antes da escalada dos conflitos.</p>
<p>Para financiar a política de subsídios, o governo abriu um crédito extraordinário de R$ 6,6 bilhões, por meio da Medida Provisória (MP) 1.389, publicada no Diário Oficial da União. Desse total, R$ 5,607 bilhões serão destinados à subvenção do diesel de uso rodoviário e R$ 998 milhões à subvenção de outros combustíveis derivados de petróleo. Os recursos serão executados pelo Ministério de Minas e Energia, com a ANP operacionalizando os pagamentos.</p>
<p>Os créditos extraordinários ficam fora do limite de despesas do arcabouço fiscal e da meta de resultado primário, por se destinarem a gastos emergenciais e imprevisíveis.</p>
<p>As novas medidas dão continuidade à política de contenção de preços adotada pelo governo desde maio, quando a escalada do petróleo, provocada pelo conflito no Oriente Médio, levou à criação de mecanismos de subvenção. Segundo levantamento do site GlobalPetrolPrices.com, entre fevereiro e setembro de 2026, a gasolina acumulou alta de 3,3% no Brasil, contra 20,8% na média mundial. No diesel, o aumento brasileiro foi de 7,3%, ante 30% no mundo.</p>
<p>Os ministérios da Fazenda, do Planejamento e de Minas e Energia devem conceder entrevista no fim da tarde desta quarta-feira para detalhar os novos subsídios e seu impacto sobre os cofres federais.</p>
<p>Análise WeekNews: A ampliação dos subsídios em um momento de alta do petróleo indica a prioridade do governo em evitar que a volatilidade internacional se transfira integralmente aos preços domésticos. A opção por reduzir tributos sobre a gasolina e por subvencionar o diesel, com mecanismos ajustáveis, sugere uma estratégia de curto prazo, condicionada à evolução do mercado e à disponibilidade orçamentária. O crédito extraordinário, fora das regras fiscais, reforça o caráter emergencial da medida, mas também evidencia o custo fiscal envolvido em manter os preços sob controle.</p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2026-09/subsidios-gasolina-e-ao-diesel-sao-ampliados-apos-alta-do-petroleo" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer">Agência Brasil</a>.</p>

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		<title>Governo libera quase R$ 7 bilhões em créditos para combustíveis e agricultura familiar</title>
		<link>https://weeknews.online/governo-libera-quase-r-7-bilhoes-em-creditos-para-combustiveis-e-agricultura-familiar/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 09 Sep 2026 16:13:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticías]]></category>
		<category><![CDATA[35 ao diesel não será retomado]]></category>
		<category><![CDATA[ANP]]></category>
		<category><![CDATA[Combustíveis]]></category>
		<category><![CDATA[Constituição Federal]]></category>
		<category><![CDATA[Diário Oficial da União]]></category>
		<category><![CDATA[diesel]]></category>
		<category><![CDATA[diz ministro]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf)]]></category>
		<category><![CDATA[Pronaf]]></category>
		<category><![CDATA[Subsídio de R$ 0]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O governo federal publicou nesta terça-feira (8) duas medidas provisórias que abrem créditos extraordinários no total de R$ 6,98 bilhões, destinados ao subsídio de combustíveis e ao reforço do Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf). A maior fatia, de R$ 6,605 bilhões, foi autorizada pela Medida Provisória nº 1.389 e será destinada ao Ministério de Minas e Energia, por meio da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP). Desse montante, R$ 5,607 bilhões serão aplicados na subvenção econômica à produção e à importação de óleo diesel de uso rodoviário, conforme a Medida Provisória nº 1.363. Outros R$ 998 milhões serão usados para subvencionar a produção e a importação de combustíveis derivados de petróleo. Já a Medida Provisória nº 1.390 abre crédito&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><a style="display:block;" href="https://weeknews.online/" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer"></p>
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<p>O governo federal publicou nesta terça-feira (8) duas medidas provisórias que abrem créditos extraordinários no total de R$ 6,98 bilhões, destinados ao subsídio de combustíveis e ao reforço do Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf).</p>
<p>A maior fatia, de R$ 6,605 bilhões, foi autorizada pela Medida Provisória nº 1.389 e será destinada ao Ministério de Minas e Energia, por meio da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP). Desse montante, R$ 5,607 bilhões serão aplicados na subvenção econômica à produção e à importação de óleo diesel de uso rodoviário, conforme a Medida Provisória nº 1.363. Outros R$ 998 milhões serão usados para subvencionar a produção e a importação de combustíveis derivados de petróleo.</p>
<p>Já a Medida Provisória nº 1.390 abre crédito extraordinário de R$ 375 milhões para o Pronaf, sob supervisão da Secretaria do Tesouro Nacional, ligada ao Ministério da Fazenda. Os recursos financiarão operações de crédito do programa, que é o principal mecanismo federal de apoio à agricultura familiar, com foco na produção de alimentos.</p>
<p>As duas medidas foram editadas com base nos artigos 62 e 167 da Constituição Federal, que autorizam o Executivo a abrir créditos extraordinários em situações consideradas urgentes e relevantes.</p>
<p>Análise WeekNews: A edição simultânea das duas MPs revela a prioridade do governo em sustentar dois setores sensíveis à economia e à inflação: o custo do diesel, que impacta diretamente o transporte e o preço final de bens, e o financiamento da agricultura familiar, essencial para a oferta de alimentos. A escolha pelo instrumento de crédito extraordinário, amparado na urgência constitucional, indica a intenção de acelerar o repasse de recursos sem depender do trâmite orçamentário ordinário, o que pode sinalizar uma preocupação imediata com o abastecimento e com a renda no campo.</p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2026-09/combustiveis-e-agricultura-familiar-recebem-quase-r-7-bi-em-creditos" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer">Agência Brasil</a>.</p>

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		<item>
		<title>TRF1 derruba liminar e mantém imposto de 12% sobre exportação de petróleo</title>
		<link>https://weeknews.online/trf1-derruba-liminar-e-mantem-imposto-de-12-sobre-exportacao-de-petroleo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 01 Sep 2026 21:41:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Pesquisa e Inovação]]></category>
		<category><![CDATA[Apesar de liminar]]></category>
		<category><![CDATA[Camex prorroga imposto sobre exportação de petróleo]]></category>
		<category><![CDATA[diesel]]></category>
		<category><![CDATA[Guerra no Oriente Médio]]></category>
		<category><![CDATA[Imposto de Exportação]]></category>
		<category><![CDATA[Justiça]]></category>
		<category><![CDATA[Justiça Federal]]></category>
		<category><![CDATA[Justiça Federal suspende imposto de exportação de 12% sobre petróleo]]></category>
		<category><![CDATA[Liminar]]></category>
		<category><![CDATA[Medida Provisória (MP) 1.340/2026]]></category>
		<category><![CDATA[Petróleo]]></category>
		<category><![CDATA[prorrogada por mais 60 dias]]></category>
		<category><![CDATA[suspendia a cobrança do imposto de 12%]]></category>
		<category><![CDATA[TRF]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://weeknews.online/?p=115712</guid>

					<description><![CDATA[<p>Fonte da imagem: Agência Brasil O desembargador federal Roberto Carvalho Veloso, do Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF1), derrubou nesta terça-feira (1º) a liminar que suspendia a cobrança do imposto de 12% sobre as exportações de óleo bruto de petróleo e minerais betuminosos. A decisão atende a recurso da Advocacia-Geral da União (AGU) contra a suspensão do tributo, que havia sido determinada pela 17ª Vara Federal do Distrito Federal. A alíquota foi instituída em julho pelo Comitê Executivo de Gestão da Câmara de Comércio Exterior (Gecex-Camex), após o fim da validade da Medida Provisória (MP) 1.340/2026, editada em março pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva. A MP havia sido criada para compensar a redução de tributos federais sobre o diesel, adotada pelo governo&#8230;</p>
<p class="excerpt-more"><a class="blog-excerpt button" href="https://weeknews.online/trf1-derruba-liminar-e-mantem-imposto-de-12-sobre-exportacao-de-petroleo/">Leia mais...</a></p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<figure class="weeknews-ai-media" style="margin:24px 0;max-width:100%;clear:both;"><img loading="lazy" style="max-width:100%;height:auto;display:block;" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/09/ascom-trf10049291221-1024x512.jpg" alt="TRF1 derruba liminar e mantém imposto de 12% sobre exportação de petróleo" decoding="async"><figcaption class="weeknews-ai-credit" style="font-size:13px;line-height:1.45;margin-top:8px;color:#666;text-align:center;">Fonte da imagem: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/justica/noticia/2026-09/desembargador-mantem-cobranca-de-imposto-de-exportacao-de-petroleo" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer">Agência Brasil</a></figcaption></figure>
<p><a style="display:block;" href="https://weeknews.online/" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer"></p>
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<p>O desembargador federal Roberto Carvalho Veloso, do Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF1), derrubou nesta terça-feira (1º) a liminar que suspendia a cobrança do imposto de 12% sobre as exportações de óleo bruto de petróleo e minerais betuminosos. A decisão atende a recurso da Advocacia-Geral da União (AGU) contra a suspensão do tributo, que havia sido determinada pela 17ª Vara Federal do Distrito Federal.</p>
<p>A alíquota foi instituída em julho pelo Comitê Executivo de Gestão da Câmara de Comércio Exterior (Gecex-Camex), após o fim da validade da Medida Provisória (MP) 1.340/2026, editada em março pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva. A MP havia sido criada para compensar a redução de tributos federais sobre o diesel, adotada pelo governo para amenizar os impactos da alta internacional dos combustíveis, provocada pelo conflito militar no Oriente Médio.</p>
<p>A guerra entre Estados Unidos e Irã levou ao fechamento do Estreito de Ormuz, uma das principais rotas de exportação de petróleo, o que pressionou os preços do barril em todo o mundo. Além do imposto de exportação, a MP também incluiu subsídio de R$ 0,32 por litro do diesel e ações de fiscalização contra aumentos abusivos nos combustíveis.</p>
<p>A ação que pedia a suspensão da cobrança foi proposta pela Associação Brasileira de Empresas de Exploração e de Produção de Petróleo e Gás (Abep), que alegou que a resolução do Gecex-Camex reproduzia a cobrança que o Congresso havia deixado caducar com o fim da MP, o que seria vedado pela Constituição. O juiz Diego Câmara, da 17ª Vara Federal, acatou o argumento e classificou o ato da Camex como &#8220;burla ao devido processo legislativo&#8221;.</p>
<p>Ao analisar o recurso, o desembargador Roberto Carvalho Veloso refutou a tese de inconstitucionalidade. Segundo ele, a vedação constitucional se aplicaria apenas a uma nova MP com o mesmo teor, não a um ato administrativo do Gecex-Camex, que tem competência para deliberar sobre tributos regulatórios.</p>
<p>&#8220;A competência do Poder Executivo para alterar as alíquotas do IE [imposto de exportação], portanto, preexiste à edição da MP 1.340/2026 e a ela sobrevive, não havendo, em exame preliminar, identidade de fundamento de validade entre os dois atos normativos capaz de caracterizar fraude à vedação constitucional invocada&#8221;, afirmou.</p>
<p>O magistrado também destacou que a suspensão do imposto representaria &#8220;risco de dano à ordem econômica e ao planejamento estatal em matéria de política cambial e de comércio exterior&#8221;, especialmente em um contexto de instabilidade geopolítica internacional, além de poder gerar efeito multiplicador de decisões semelhantes em todo o país.</p>
<p>A tributação de 12% sobre as exportações de petróleo bruto e minerais betuminosos foi prorrogada por mais 60 dias, a partir de 8 de setembro. Segundo a Receita Federal, o imposto arrecadou R$ 7,98 bilhões até julho. Cabe recurso da decisão do TRF1.</p>
<p>Análise WeekNews: A decisão do TRF1 reforça a posição do governo em manter a arrecadação sobre exportações de petróleo em um momento de tensão no mercado internacional. A manutenção do tributo, mesmo após a queda da MP, indica que o Executivo busca preservar uma fonte de receita importante para compensar desonerações anteriores, como a do diesel. A interpretação do desembargador, ao diferenciar ato administrativo de medida provisória, tende a consolidar a legalidade da cobrança, mas o tema ainda pode ser reavaliado em instâncias superiores.</p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/justica/noticia/2026-09/desembargador-mantem-cobranca-de-imposto-de-exportacao-de-petroleo" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer">Agência Brasil</a>.</p>

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		<title>Petrobras registra lucro líquido de R$ 52,4 bilhões no segundo trimestre, com alta de 97%</title>
		<link>https://weeknews.online/petrobras-registra-lucro-liquido-de-r-524-bilhoes-no-segundo-trimestre-com-alta-de-97/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 07 Aug 2026 00:32:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Pesquisa e Inovação]]></category>
		<category><![CDATA[diesel]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Petrobrás]]></category>
		<category><![CDATA[Petrobras descobre novo poço de gás na margem equatorial da Colômbia]]></category>
		<category><![CDATA[Petróleo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Fonte da imagem: Agência Brasil A Petrobras divulgou, nesta quinta-feira (6), um lucro líquido de R$ 52,4 bilhões (US$ 10,4 bilhões) no segundo trimestre de 2026, o que representa um aumento de 97% em relação ao mesmo período de 2025. O resultado, segundo a companhia, está entre os maiores da série histórica e foi impulsionado por recordes operacionais, incluindo a produção de óleo e o fator de utilização do parque de refino. A produção de óleo atingiu 2,7 milhões de barris por dia, um novo recorde para a estatal. O fator de utilização do parque de refino chegou a 101%, o que contribuiu para a elevação da produção de derivados. As exportações também cresceram, alcançando quase um milhão de barris por dia, outro marco para&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure class="weeknews-ai-media" style="margin:24px 0;max-width:100%;clear:both;"><img loading="lazy" style="max-width:100%;height:auto;display:block;" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/05/mg_1446_0-1024x512.jpg" alt="Petrobras registra lucro líquido de R$ 52,4 bilhões no segundo trimestre, com alta de 97%" decoding="async"><figcaption class="weeknews-ai-credit" style="font-size:13px;line-height:1.45;margin-top:8px;color:#666;text-align:center;">Fonte da imagem: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2026-08/petrobras-tem-lucro-liquido-de-r-524-bi-no-segundo-trimestre" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer">Agência Brasil</a></figcaption></figure>
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<p>A Petrobras divulgou, nesta quinta-feira (6), um lucro líquido de R$ 52,4 bilhões (US$ 10,4 bilhões) no segundo trimestre de 2026, o que representa um aumento de 97% em relação ao mesmo período de 2025. O resultado, segundo a companhia, está entre os maiores da série histórica e foi impulsionado por recordes operacionais, incluindo a produção de óleo e o fator de utilização do parque de refino.</p>
<p>A produção de óleo atingiu 2,7 milhões de barris por dia, um novo recorde para a estatal. O fator de utilização do parque de refino chegou a 101%, o que contribuiu para a elevação da produção de derivados. As exportações também cresceram, alcançando quase um milhão de barris por dia, outro marco para a empresa.</p>
<p>Com o alto nível de utilização das refinarias, a Petrobras produziu 509 mil barris por dia de diesel S10 e 109 mil barris por dia de querosene de aviação. A produção total de derivados atingiu 1,9 milhão de barris por dia, um crescimento de 5,6% na comparação com o primeiro trimestre de 2026. O aumento da produção interna de derivados permitiu uma redução de 40% nas importações em relação ao trimestre anterior.</p>
<p>O diretor Financeiro e de Relacionamento com Investidores da Petrobras, Fernando Melgarejo, avaliou o desempenho da companhia. “Os recordes operacionais que alcançamos neste segundo trimestre nos levaram a um dos maiores resultados financeiros trimestrais da série histórica da Petrobras. O aumento do volume de produção de óleo e de derivados, combinado ao Brent mais alto, fortaleceu nossa geração de caixa”, afirmou.</p>
<p>No segundo trimestre de 2026, a Petrobras investiu R$ 26,7 bilhões (US$ 5,3 bilhões). Desse total, 82% foram destinados ao segmento de exploração e produção. Entre os destaques dos investimentos estão a construção das unidades P-80, P-82 e P-83, que têm entrada em operação prevista para 2027.</p>
<p>A combinação de recordes de produção, maior processamento de derivados e aumento das exportações, somada à valorização do petróleo Brent no mercado internacional, foi determinante para o resultado financeiro expressivo. A companhia destacou que o desempenho operacional foi decisivo para a geração de caixa no período.</p>
<p>O resultado trimestral reforça a trajetória de recuperação e expansão da Petrobras, que vem investindo em novas unidades de produção e no aumento da capacidade de refino. As plataformas P-80, P-82 e P-83, atualmente em construção, são parte central da estratégia da empresa para os próximos anos.</p>
<p>A Petrobras também anunciou recentemente a descoberta de um novo poço de gás na margem equatorial da Colômbia, conforme divulgado em nota relacionada. A companhia segue com seus planos de crescimento, apostando na ampliação da produção e na modernização do parque de refino para atender à demanda interna e externa.</p>
<p>Com o lucro de R$ 52,4 bilhões, a estatal consolida um dos melhores resultados de sua história, impulsionado por eficiência operacional e condições favoráveis no mercado de petróleo. A empresa não divulgou, até o momento, a previsão de distribuição de dividendos referente ao período.</p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2026-08/petrobras-tem-lucro-liquido-de-r-524-bi-no-segundo-trimestre" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer">Agência Brasil</a>.</p>

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		<title>ANP lança aplicativo que permite motorista consultar nota de postos e denunciar irregularidades</title>
		<link>https://weeknews.online/anp-lanca-aplicativo-que-permite-motorista-consultar-nota-de-postos-e-denunciar-irregularidades/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Jul 2026 19:29:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Pesquisa e Inovação]]></category>
		<category><![CDATA[ANP]]></category>
		<category><![CDATA[Com nova alta mundial do petróleo]]></category>
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		<category><![CDATA[Operação no Rio desarticula esquema de desvio de combustível]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Fonte da imagem: Agência Brasil A Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) colocou no ar, nesta segunda-feira (13), o aplicativo “ANP com VC &#8211; Postos”, que permite aos consumidores consultar a avaliação de qualidade de postos de combustíveis em todo o Brasil e também fazer denúncias de irregularidades. A ferramenta, disponível para celular após acesso pelo site da agência, reúne o histórico de fiscalizações dos últimos cinco anos e atribui a cada estabelecimento uma nota de zero a cinco. As vistorias realizadas pela ANP consideram critérios como a qualidade do combustível vendido, a precisão das bombas na quantidade fornecida e a existência de registro de prática de preços abusivos. O peso das punições na nota final é maior quanto mais recente for&#8230;</p>
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<p>A Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) colocou no ar, nesta segunda-feira (13), o aplicativo “ANP com VC &#8211; Postos”, que permite aos consumidores consultar a avaliação de qualidade de postos de combustíveis em todo o Brasil e também fazer denúncias de irregularidades. A ferramenta, disponível para celular após acesso pelo site da agência, reúne o histórico de fiscalizações dos últimos cinco anos e atribui a cada estabelecimento uma nota de zero a cinco.</p>
<p>As vistorias realizadas pela ANP consideram critérios como a qualidade do combustível vendido, a precisão das bombas na quantidade fornecida e a existência de registro de prática de preços abusivos. O peso das punições na nota final é maior quanto mais recente for a infração. No mapa virtual do aplicativo, os postos são coloridos de acordo com a nota: do vermelho (nota zero) ao verde (nota cinco), facilitando a visualização.</p>
<p>Além da nota, o app fornece informações detalhadas de cada posto, como endereço, CNPJ, número de fiscalizações já recebidas, resultado das vistorias e qualidade das amostras analisadas. O consumidor também pode descobrir qual empresa fornece o combustível vendido pelo posto, um dado que, segundo a ANP, aumenta a transparência. A agência explica que mesmo postos que exibem a marca de uma distribuidora podem vender produto de outro fornecedor, como usina de etanol, transportador-revendedor-retalhista (TRR) ou outra distribuidora, desde que isso seja informado de forma clara ao consumidor.</p>
<p>Pelo próprio aplicativo, o motorista que suspeitar de irregularidades na qualidade do combustível ou de preço abusivo pode fazer uma denúncia diretamente à ANP. A ferramenta foi lançada como parte dos esforços do órgão para ampliar o controle social sobre o mercado de combustíveis, que envolve desde a produção até a comercialização final.</p>
<p>O lançamento ocorre em um contexto de atenção redobrada ao setor. No Rio de Janeiro, por exemplo, uma operação recente desarticulou um esquema de desvio de combustível, e o governo federal mantém desconto na gasolina em meio à nova alta mundial do petróleo. A ANP espera que o aplicativo ajude a coibir práticas ilegais e a proteger o consumidor.</p>
<p>O app “ANP com VC &#8211; Postos” pode ser acessado pelo endereço eletrônico da agência e depois baixado no telefone celular. A ferramenta está disponível para todo o território nacional e promete dar mais poder de escolha aos motoristas na hora de abastecer.</p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2026-07/anp-cria-app-para-motorista-conferir-qualidade-de-posto-de-combustivel" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer">Agência Brasil</a>.</p>

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